<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647</id><updated>2011-09-03T12:55:49.356-02:00</updated><category term='Suspense'/><category term='Aventura'/><category term='Romance'/><category term='Ficção Científica'/><category term='Fantasia'/><category term='Ação'/><category term='Animação'/><category term='Comédia Romântica'/><category term='Policial'/><category term='Musical'/><category term='Comédia'/><category term='Guerra'/><category term='Terror'/><category term='Drama'/><title type='text'>A Última Sessão de Cinema</title><subtitle type='html'>Qual foi a sua?</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>53</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-2084092929261048979</id><published>2011-04-15T23:39:00.018-02:00</published><updated>2011-04-16T00:07:44.897-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Animação'/><title type='text'>Rio</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-NiFJYJbzL_I/TajzhxudhdI/AAAAAAAAAWY/cc3sOjfGzAY/s1600/Rio2.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 180px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5595990298617284050" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-NiFJYJbzL_I/TajzhxudhdI/AAAAAAAAAWY/cc3sOjfGzAY/s320/Rio2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Cá estamos de novo com a &lt;a href="http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/07/era-do-gelo-3.html"&gt;teoria&lt;/a&gt; de que o diretor brasileiro Carlos Saldanha levava bomba nas provas do ensino fundamental. Matéria da vez: Biologia. Só isto para justificar a inclusão de flamingos na fauna brasileira no seu novo filme, &lt;em&gt;Rio&lt;/em&gt;. Mas convenhamos, somente um ornitólogo ou um chato de galocha se incomodaria com isto - ou teria a ocupação em detectá-los em meio a tantas aves. Afora este mínimo detalhe, &lt;em&gt;Rio&lt;/em&gt; é um filme delicioso. Uma animação despretensiosa e bastante movimentada que traz bem impressa a assinatura de seu diretor, o brasileiro mais bem sucedido em Hollywood.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Rio&lt;/em&gt; é um filme que, como o título entrega, é ambientado no Rio de Janeiro. Como bom brasileiro (e carioca), Carlos Saldanha pintou a cidade maravilhosa com as suas reais cores e mostrou o Brasil que é vendido lá fora. Para a patrulha do politicamente correto, o diretor estereotipou nosso país. Mostrou um país alegre e cheio de ginga montado na dupla dinâmica samba/futebol. Um país que pára para ver um jogo da Seleção e um país que esquece os problemas internos e externos durante 4 dias ininterruptos para pular carnaval. Triste visão estrangeira. Mas, e ele por acaso mostrou alguma inverdade? Fora daqui ninguém estereotipa o Brasil, nós é que o fazemos desde a época do descobrimento. Nós mesmos é que passamos uma imagem irresponsável para os outros países. E depois que eles vêm nos mostrar quem somos queremos dizer que não somos assim. Por favor, francamente. A intenção de Saldanha foi mostrar de forma apaixonada - e não demérita - quem realmente somos. E uma coisa é certa: da primeira a última cena, &lt;em&gt;Rio&lt;/em&gt; é uma declaração de amor ao Rio de Janeiro. A animação é tão perfeita que cidade parece ser real. Todos os seus detalhes e pontos turísticos estão lá. E claro, não poderia faltar o samba para deixar a cidade ainda mais bela e alegre.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Rio&lt;/em&gt; conta a história da arara azul Blu. Após um tráfico de animais desastrado, ele vai parar ainda filhote nos EUA, onde passa a ser criado por Linda. Como a maioria das aves criada longe do habitat natural, Blu não tem instintos e vive uma relação de dependência com sua dona. Até que aparece Túlio, um especialista em aves que deseja que Blu vá ao Brasil para procriar com a última fêmea da espécie. E é chegando ao Rio que a aventura começa. Ao conhecer Jade, a arara fêmea criada em cativeiro, Blu se vê envolvido numa imensa confusão. Os dois são seqüestrados, acorrentados, fogem e pouco a pouco vão se conhecendo e aprendendo um com o outro que instinto natural e criação caseira podem andar de mãos dadas. E, óbvio, se apaixonam. Mas antes de chegar lá eles tentam escapar da cacatua Nigel, e a medida que o despistam vão nos levando num passeio pela cidade e esbarrando em algumas figuras bastante excêntricas, e por que não tipicamente cariocas, como o canário Nico, o tucano Rafael e o Buldogue Luis. Além de um bando abusado de sagüis ladrões de turistas - se você como eu entendeu a analogia preconceituosa que fique apenas entre nós. O Rio de Janeiro de &lt;em&gt;Rio&lt;/em&gt; é uma cidade quase etérea, onde até as favelas ganham certo glamour. Saldanha mostra a cidade em todo o seu esplendor ao longo da aventura e ampara tudo numa trilha sonora bem sambista (com direito a cantoria e tudo!) com algumas pitadas de bossa nova. O diretor nos insere entre as aves, nos conduzindo até a Marquês de Sapucaí para um clímax apoteótico, deixando a peteca cair só no final com um desfecho feliz bem moralista (oi, ainda é uma animação para crianças!). Um ponto interessante a ser dito aqui, é que, diferente de &lt;em&gt;A Era do Gelo&lt;/em&gt; que é uma animação com peso na comédia, &lt;em&gt;Rio&lt;/em&gt; é um pouco mais contido no humor. Saldanha se distancia do estilo da trilogia que o consagrou para focar mais nos sentimentos e na humanização dos personagens, remetendo a outro trabalho magnífico seu, &lt;em&gt;Robôs&lt;/em&gt;. Todavia, as cenas engraçadas são de rolar de rir (espere para ver a inserção da música ‘Say You, Say Me’ de Lionel Ritchie). &lt;em&gt;Rio&lt;/em&gt; é uma animação norte-americana com corpo e alma brasileiros. Leve e divertida, agrada a todos os públicos. E quanto aos flamingos? Bem, caíram no samba como todo mundo.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 9,0&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-2084092929261048979?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/2084092929261048979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=2084092929261048979&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/2084092929261048979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/2084092929261048979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2011/04/rio.html' title='Rio'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-NiFJYJbzL_I/TajzhxudhdI/AAAAAAAAAWY/cc3sOjfGzAY/s72-c/Rio2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-912217049576042860</id><published>2011-03-20T19:55:00.005-02:00</published><updated>2011-03-21T21:19:28.344-02:00</updated><title type='text'>COMUNICADO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-xoTR_dEuB7U/TYZ7N0mlnyI/AAAAAAAAAWA/12i8a0KR4SE/s1600/BOPE.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 233px; DISPLAY: block; HEIGHT: 170px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5586287865188687650" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-xoTR_dEuB7U/TYZ7N0mlnyI/AAAAAAAAAWA/12i8a0KR4SE/s200/BOPE.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Gostaria de primeiramente desculpar-me com todos os que visitam meu humilde Blog pela demora nas atualizações das críticas. Gostaria de dizer também que, apesar da ausência de 3 meses, coloquei uma crítica recente, a de &lt;em&gt;Cisne Negro&lt;/em&gt;. Aproveitando também a chegada de &lt;em&gt;Tropa de Elite 2&lt;/em&gt; em DVD, publico a resenha já feita desde Outubro do ano passado, época que assisti o filme no cinema. Outra crítica também antiga, a de &lt;em&gt;Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1&lt;/em&gt;, só será publicada um pouco antes do lançamento da parte 2 em Julho, pegando carona na estréia. Gostaria de dizer que em breve o Blog estará com novidades estéticas aproveitando as estréias dos filmes de 2011. E prometo que serei mais pontual com as críticas. Saudações a todos e boa leitura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Henrique Lima.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-912217049576042860?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/912217049576042860/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=912217049576042860&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/912217049576042860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/912217049576042860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2011/03/comunicado.html' title='COMUNICADO'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-xoTR_dEuB7U/TYZ7N0mlnyI/AAAAAAAAAWA/12i8a0KR4SE/s72-c/BOPE.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-6963209659438138113</id><published>2011-03-20T19:47:00.003-02:00</published><updated>2011-03-21T21:21:12.210-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Suspense'/><title type='text'>Cisne Negro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ryBcXFIyXtY/TYZ1-SSu7YI/AAAAAAAAAVw/VUFC5kyZ94A/s1600/Cisne.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5586282100722429314" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-ryBcXFIyXtY/TYZ1-SSu7YI/AAAAAAAAAVw/VUFC5kyZ94A/s320/Cisne.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Bom, a essa altura não é mais nenhuma novidade o fato de Natalie Portman ter recebido o Oscar de Melhor Atriz por seu trabalho em &lt;em&gt;Cisne Negro&lt;/em&gt;. O que poucos realmente sabem é que, sem desmerecer as demais concorrentes, a Academia foi mais do que justa. O Oscar não lhe foi dado por nenhuma estratégia de marketing, nem como pedido de desculpas por não ter sido premiada anteriormente. Natalie Portman ganhou por merecer. Seu trabalho neste filme é desafiador. Um trabalho que nas mãos de outra atriz menos talentosa, talvez não tivesse o mesmo impacto. Natalie é sincera em sua interpretação. É a dona de todo o longa-metragem. É a força da natureza que devasta toda a tela e segura e mantém a qualidade do filme. É o cisne que embeleza o lago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cisne Negro&lt;/em&gt; é um filme modesto. Falo isto não para desmerecê-lo, muito pelo contrário. Falo pelo fato de resgatar o cinema em sua essência como arte e não como espetáculo. Longe de ser uma superprodução, ou exibir técnicas cinematográficas inovadoras para surpreender a crítica, o filme do diretor Darren Aronofsky é simples e conciso. Conta uma história comum de uma bailarina que quer ascender na carreira e surpreende pela forma como é desenvolvido. E apesar de ter o balé e todo o seu mundo lírico e clássico como pano de fundo, não é um filme sobre dança. Ao abraçar uma estética mais independente para narrar a história de Nina Sayers (Portman), Aronofsky abandona de vez a idéia comercial e egocêntrica de fazer experimentalismos existencialistas (&lt;em&gt;Fonte da Vida&lt;/em&gt;) e retoma as rédeas de sua carreira ao voltar ao tipo de cinema que o lançou. &lt;em&gt;Cisne Negro&lt;/em&gt; não é um mero drama e pouco lembra a pieguice de filmes recentes sobre balé como &lt;em&gt;Sob a Luz da Fama&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Dançando para a Vida&lt;/em&gt;, por exemplo. Aronofsky criou um pesadelo imerso em toda a simplicidade e graciosidade do mundo da dança. Um horror psicológico onde sanidade e devaneio andam de mãos dadas. Uma obra delirante que pode não agradar a todos os públicos, mas que atesta certa maturidade de seu realizador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cisne Negro&lt;/em&gt; é por vezes onírico, a começar pelo seu prólogo. A excepcional cena de abertura inicia de forma sensível e vai ganhando ares assustadores no seu desenrolar. A cena mostra um pouco do que está por vir e um pouco da personalidade sonhadora e um tanto insegura da protagonista. Nina é uma bailarina dedicada e, de certo modo, ambiciosa. Ao ganhar o papel de Rainha Cisne numa nova versão de &lt;em&gt;O Lago dos Cisnes&lt;/em&gt;, o apogeu de qualquer bailarina, ela sofre com a pressão externa e psicológica da responsabilidade. E é aqui que entra os trabalhos extraordinários do seu realizador e de sua intérprete. Nina vai se tornando aos poucos paranóica e passa a enxergar uma concorrência desleal vindo de Lily (Mila Kunis, sóbria). Mas Nina, mesmo sabendo que sua obsessão está lhe consumindo, continua sua busca pela perfeição na realização de seu sonho mesmo que isto resulte na deterioração de seu caráter ou mesmo na destruição de sua vida. Ao longo da jornada ao inferno pessoal da protagonista é impossível não notar as semelhanças propositais do diretor com os protagonistas de &lt;em&gt;Pi&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Réquiem para um Sonho&lt;/em&gt;, seus primeiros trabalhos. E é evidente a segurança com a qual o diretor confia o filme a Natalie Portman. A atriz realmente se entrega de corpo e alma a personagem. Apesar de um ou outro deslize de canastrice (principalmente quando a atriz insiste em carregar uma expressão chorosa de desespero), seu trabalho é primoroso. Aronofsky jamais a tira de foco, seja perseguindo-a como uma entidade ou rodopiando nauseantemente ao acompanhar seus passos de dança. A trilha sonora pontuada pelas músicas de Tchaikovsky dá o tom dramático da personagem e engrandece a soturnez da trama. &lt;em&gt;Cisne Negro&lt;/em&gt; é um filme belo, denso e sombrio. Um trabalho feito com maestria e executado com precisão. Uma obra divina e marcante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 9,0&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-6963209659438138113?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/6963209659438138113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=6963209659438138113&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/6963209659438138113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/6963209659438138113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2011/03/cisne-negro.html' title='Cisne Negro'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ryBcXFIyXtY/TYZ1-SSu7YI/AAAAAAAAAVw/VUFC5kyZ94A/s72-c/Cisne.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-7764550001172486061</id><published>2011-03-20T19:35:00.003-02:00</published><updated>2011-03-20T19:44:36.189-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>Tropa de Elite 2</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-7dok_xUId7o/TYZzMflWB3I/AAAAAAAAAVo/zsP9vAA3oHY/s1600/Tropa%2B2.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 214px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5586279046273435506" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-7dok_xUId7o/TYZzMflWB3I/AAAAAAAAAVo/zsP9vAA3oHY/s320/Tropa%2B2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Tropa de Elite 2&lt;/em&gt; é um filme de macho! Não na aceitação de ser um filme de ação agressivo ou mesmo feito só para homens. É um filme vigoroso que remete ao tipo de cinema tenso, rude e viril exercitado, por exemplo, por diretores como John Huston, Sergio Leone e Walter Hill. &lt;em&gt;Tropa de Elite 2&lt;/em&gt; é um filme corajoso. É um drama de ação niilista que expõe a realidade nua e crua, sem arrodeios ou omissões, sem qualquer tom de sátira ou ativismo político. &lt;em&gt;Tropa de Elite 2&lt;/em&gt; escancara a realidade para nos fazer sentir vergonha das instituições que deveriam servir para nos amparar. É literalmente um soco no estômago de cada cidadão. &lt;em&gt;Tropa de Elite 2&lt;/em&gt; é o melhor filme brasileiro da década, quiçá do século. Digno de orgulho e capaz de superar seja em qualidade e estética, até o mais caro dos blockbusters norte-americanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dá para falar de &lt;em&gt;Tropa de Elite 2&lt;/em&gt; sem primeiramente falar de seu diretor, José Padilha. Padilha é, sem dúvida, o mais audacioso cineasta nacional em anos. Um filho bastardo da publicidade que ousou levar a crítica social a âmbitos reacionários adequando tudo a um cinema documental e estilístico. Padilha não tem medo de apontar o dedo na cara de alguém e muito menos culpar o poder público por sua própria degradação. E ao lado do roteirista Bráulio Mantovani criou uma história em que qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência. Só por isto merece ser ovacionado de pé. &lt;em&gt;Tropa de Elite 2&lt;/em&gt; era um filme de lucro certo, amparado pela aura do sucesso/polêmica do longa original de 2007. E mesmo com toda essa certeza, José Padilha não se acomodou em fazer um mero mais do mesmo. Deu uma guinada de 360º na história do BOPE e construiu um filme perfeito, superior a seu precursor. Outra salva de palmas para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passados mais de dez anos entre as duas histórias, o eixo principal pode ser o mesmo (a polícia e o BOPE), mas a temática agora é outra. Sai a criação do Batalhão de Operações Especiais e entra a criação da Segurança Pública. Padilha nos faz mergulhar nas entranhas da máquina do estado. Um mergulho de certo modo curioso e que aos poucos vai se tornando sádico até terminar por vergonhoso. Padilha expõe um mundo obscuro - o nosso mundo cotidiano! -, corrupto, inconseqüente, sujo e amoral. Um mundo que a gente sabe que existe e insiste em omitir. Um mundo onde fazer o dever de casa é manter a ordem política tradicional a cada dois anos, abdicando do bom senso e colocando sempre as mesmas pessoas ou gente incapaz (humoristas, artistas, jogadores de futebol) para reger a organização de tudo. Um mundo onde a violência, apesar de chocante, é corriqueira e natural. Uma violência desmedida e interminável, brutal e insensível, surgida não somente como resposta a ela própria, mas como forma justificativa dos meios. Um mundo que nós lemos nos jornais, nas revistas, assistimos na TV ou simplesmente contemplamos da janela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas em meio a todo o caos há alguém que insurge com força para se opor ao conformismo. E no caso de &lt;em&gt;Tropa de Elite 2&lt;/em&gt; esse alguém é o tenente-coronel Nascimento. Nascimento é o nosso Superman, nosso James Bond, nosso Jason Bourne, nosso Jack Ryan. Nascimento é a indignação nacional. É o que cada um dos formadores de opinião gostaria de ser. Um personagem destemido e agressivo que não teme peitar os próprios colegas ou superiores, que não se omite na frente de bandidos ou políticos, até do maior deles se possível. De nada adiantaria ser a espinha dorsal do longa sem alguém que o fizesse com garra. Daí entra o trabalho extraordinário de Wagner Moura (sim, o melhor ator brasileiro da atualidade!). O baiano franzino desaparece para dar lugar ao carrancudo, rigoroso e incorruptível Nascimento. Ainda fascista e cada vez mais anti-social, Nascimento agora é secretário de segurança do estado do Rio de Janeiro. E é dali onde começa uma guerra pessoal contra o sistema, arriscando sua vida e a de sua família em nome da honra. &lt;em&gt;Tropa de Elite 2&lt;/em&gt; é um filme que precisa ser vivenciado não apenas pelos amantes do bom cinema, mas por todos os brasileiros. É um filme de discussões e teses. A melhor coisa que o Brasil produziu em 2010. Uma história que te faz querer ser um “caveira” e sair do cinema botando ordem em tudo. Só que fora da sala escura a esperança de paz ainda é um sonho distante. O mundo é aquele que vimos há pouco e que nos envergonha. E onde ninguém faz nada para mudar. Um sistema foda!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 10&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-7764550001172486061?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/7764550001172486061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=7764550001172486061&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/7764550001172486061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/7764550001172486061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2011/03/tropa-de-elite-2.html' title='Tropa de Elite 2'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-7dok_xUId7o/TYZzMflWB3I/AAAAAAAAAVo/zsP9vAA3oHY/s72-c/Tropa%2B2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-8259453009765512161</id><published>2010-12-06T20:16:00.003-03:00</published><updated>2010-12-06T20:22:23.809-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Suspense'/><title type='text'>A Origem</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5547712307905216594" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/TP1u83TAwFI/AAAAAAAAAVI/ay1xYTzPTvY/s320/Inception1.jpg" /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O melhor filme do ano! Não se espante caso esta frase traga uma sensação de déjà-vu, mas, pouco mais de dois anos depois do &lt;a href="http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/07/batman-o-cavaleiro-das-trevas.html"&gt;melhor filme do ano&lt;/a&gt;, Christopher Nolan conseguiu de novo. &lt;em&gt;A Origem&lt;/em&gt; não é apenas o blockbuster mais cerebral e instigante de 2010, mas é uma trama original, o que a contento é um ponto mais que positivo em meio a enxurrada de remakes, continuações e adaptações que adornaram a temporada. Nolan, a exemplo de seu filme anterior, conseguiu subverter um gênero - no caso, os triviais filmes de roubo - e elevá-lo a outro patamar, dando-lhe aspecto de ficção científica dentro dos fundamentos da onirologia. Um filmaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Taxado e tratado como complexo, &lt;em&gt;A Origem&lt;/em&gt; não é nenhum bicho de sete cabeças. Pelo contrário. Nolan não criou nenhum divisor de águas no cinema, apenas uma obra espetacular e original, com inteligência acima da média, e que, apesar de ser para todos os gostos, serei bem sincero, não é para qualquer um. Querer explicar &lt;em&gt;A Origem&lt;/em&gt; é querer estragar a experiência. Experiência esta que necessita ser vivenciada por qualquer um que goste de cinema. Basta apenas que se saiba de seu enredo, onde um ladrão fugitivo internacional especializado em extração de segredos valiosos das profundezas do inconsciente durante o sono tem como último trabalho, sua chance de redenção, ao invés de roubar, conseguir implantar uma idéia na mente alguém. Como eu disse um pouco antes, não há nada de complicado. Nolan faz questão de entregar tudo bem mastigado, explicando detalhadamente cada passo a ser dado pelos personagens. E diferentemente do que se pense, que tanta informação possa deixar o desenrolar da história cansativo ou óbvio, um aviso: elas intensificam a “viagem”. Christopher Nolan caprichou na ambientação e passeia por diversas camadas da trama (graças a um trabalho excepcional de edição) sem jamais perder o foco principal. Acredite, você vai descobrir como é estar num sonho dentro de um sonho de um sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, de nada adiantaria uma bem estruturada narrativa sem o equilíbrio de um bom elenco. E em meio a um leque de ótimos atores (Ellen Page, Tom Hardy, Joseph Gordon-Levitt, Ken Watanabe, Cillian Murphy, Michael Caine), quero destacar os excelentes trabalhos de Leonardo DiCaprio e Marion Cotillard. O primeiro, no papel do protagonista Dom Cobb, há muito se desvinculou daquela imagem de galã juvenil criada depois de &lt;em&gt;Titanic&lt;/em&gt;. DiCaprio amadureceu, passou a escolher projetos ousados, trabalhou com diretores do alto escalão (Martin Scorsese, Ridley Scott, Steven Spielberg) e adquiriu confiança para assumir qualquer papel. E ao ganhar a oportunidade de ouro de Christopher Nolan de encabeçar o elenco de &lt;em&gt;A Origem&lt;/em&gt;, provou mais uma vez que tem qualidade e merece os parabéns por desenvolver tão bem um personagem ambíguo e dar-lhe uma carga dramática bem dosada, sem exceder na pieguice. Já Marion Cotillard tinha um trabalho aparentemente mais fácil, porém, deu uma profundidade tão intensa a personagem que chegou a roubar as cenas cada vez que aparecia. Marion além de bela é uma atriz espetacular. No papel da esposa morta de DiCaprio, vista apenas como “a sombra” no mundo dos sonhos, ela abraçou toda a complexidade da personagem e deu-lhe uma energia além do exigido. Com seu olhar penetrante e meio blasé, conseguiu facilmente persuadir o protagonista e a platéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor aproveitou as possibilidades impossíveis dos sonhos, além da inconsistência dos personagens neste mundo, para ampliar o grau de suspense da trama. Fã de enigmas e famoso por embaralhar seqüências, o diretor parece ter aprendido bem a lição com o mestre do suspense Alfred Hitchcock e criou o mais longo e tenso clímax da história do cinema. Com o apoio da trilha sonora ensurdecedora de Hans Zimmer, Nolan gerou um tour de force quase interminável, fazendo o público ficar na ponta da poltrona de tanta ansiedade. E apesar de todo tempo gasto, nada é jogado por acaso e a mente ainda passa por um processo de confusão de idéias. O diretor faz um jogo óbvio com você, ditando as próprias regras, embasbacando sua mente, inserindo alguns alívios cômicos genais (como as cenas dos personagens em estado REM na van numa perseguição alucinante) e te enchendo de detalhes para construir um verdadeiro quebra-cabeça. Ao final, depois do alívio de estar tudo resolvido, num caminhar para um happy end, depois de todas as idéias no lugar, Nolan ainda implanta uma dúvida no espectador. Fica a pergunta do personagem de Michael Caine em outro filme do diretor, &lt;em&gt;O Grande Truque&lt;/em&gt;, como dica para quem não assistiu &lt;em&gt;A Origem&lt;/em&gt;: “Você estava olhando com atenção?”. Pois é. E afinal, ele saiu ou não saiu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 10&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-8259453009765512161?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/8259453009765512161/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=8259453009765512161&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/8259453009765512161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/8259453009765512161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2010/12/origem.html' title='A Origem'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/TP1u83TAwFI/AAAAAAAAAVI/ay1xYTzPTvY/s72-c/Inception1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-922144053262788508</id><published>2010-09-23T14:21:00.002-02:00</published><updated>2010-09-23T14:28:34.968-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>Os Mercenários</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/TJt-1V99xXI/AAAAAAAAATw/2osVrxgoy44/s1600/Os+Mercen%C3%A1rios.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 202px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5520145223167886706" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/TJt-1V99xXI/AAAAAAAAATw/2osVrxgoy44/s320/Os+Mercen%C3%A1rios.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Alguém já deve ter percebido que quando se quer falar mal de algo encontramos sempre razões de sobra para fazê-lo. É exatamente assim com &lt;em&gt;Os Mercenários&lt;/em&gt;. O longa-metragem dirigido por Sylvester Stallone, tido como o clash of the titans dos astros de ação, tinha em seu esboço descaradamente oitentista motivos óbvios para desconfiança - afinal, astros de filmes de ação musculosos e mal-encarados juntos não podiam resultar numa obra cerebral, correto!? E conferido na íntegra, deixa a impressão que o velho Sly está pouco se lixando para o que irão dizer, dando inúmeros pretextos ao longo dos 100 minutos de projeção para realmente falarem mal. O eterno Rambo pode ter sido até bem intencionado, mas não tem como não achar &lt;em&gt;Os Mercenários&lt;/em&gt; ridículo. E olhe que nem pesou no meu descontento o tal comentário sobre os &lt;a href="http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/07/stallone-faz-comentario-politicamente-incorreto-sobre-filmar-no-brasil.html"&gt;macacos&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, &lt;em&gt;Os Mercenários&lt;/em&gt; não é um filme de se desdenhar por completo, vá lá, ele até que tem seus momentos. Mas é curioso ver Stallone, após um grande filme sobre o peso da idade e redenção chamado &lt;em&gt;Rocky Balboa&lt;/em&gt;, ainda ter a audácia de criar um roteiro em que se auto-proclama super-herói de ação indestrutível. Diferente de outros roteiros seus como &lt;em&gt;Alta Velocidade&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Rambo IV&lt;/em&gt; em que o profissional superior sai da aposentadoria para provar que ainda é o tal, neste, seu personagem está na ativa, é o melhor no que faz e parece nem pensar em parar. Sly, ao que consta, deve sofrer do complexo de Narciso. E ao reunir um “dream team” dos filmes de ação (Jason Statham, Jet Li, Dolph Lundgren, Mickey Rourke, Randy Couture), criou um filhote bastardo dos anos 1980 com maquinário do século XXI. Stallone parece se garantir a cada novo filme que dirige, põe tudo no lugar certo, coreografa tudo corretamente e evita certos vícios de câmera; contudo, é no roteiro que ele comete o maior pecado. Ao amarrar toda a trama num fiapo de premissa (grupo de mercenários duros-na-queda são contratados para acabar com a ditadura de um país da América Central), Stallone dá margem a uma infinidade de problemas, onde nem os atores mais jovens conseguem sair ilesos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um problema grave. A intriga do filme é, de certo modo, juvenil demais. Stallone deu vida a um Esquadrão Classe A de brutamontes. O pior: com a maioria acima da idade e ainda fazendo coisas com a mesma desenvoltura que faziam 25 anos atrás. Ok, nenhum deles é ator shakespeariano, daí não importa se excedem na canastrice. Mas ver a brasileira Giselle Itié - que também não é nenhuma Fernanda Montenegro - apenas recitar diálogos em inglês com um sotaque portunhol, é vergonhoso demais. Stallone não desenvolve os personagens (pra quê mesmo?), por isto, nenhum dos atores merece destaque. As cenas de ação até que são bem desenvolvidas, apesar dos exageros. Ao menos ganhou o ingresso para sua exibição no Domingo Maior da Globo. A saraivada de tiros e explosões chega a ser ensurdecedora. Além do que, Stallone não amenizou na violência. Pra você que se excita com membros e cabeças decepadas em abundância eis o filme pornô ideal! O diretor/ator não é de meias palavras, e apenas justifica a ação com ação. E ainda suplanta as partes técnicas tentando engrandecer o filme. A trilha sonora, por exemplo, é excessivamente heróica fora de hora. Sem falar que ele, o próprio personagem principal, no alto de seus 64 anos, realiza proezas que, definitivamente, sua idade não permite - e ainda sai sem nenhum arranhão! Até os carros velhos do filme vão além de sua capacidade. Ninguém parece se importar de bancar o idiota. E Stallone ainda força os atores a proferir diálogos vexatórios (que fazem corar até os leitores de Stephanie Meyer) e entrecorta as cenas tensas com momentos ternos (esperem para ver Mickey Rourke se emocionar ao contar sobre uma vida que não salvou). E ainda temos o grande encontro dos grandes astros dos anos 1980. A cena que reúne Stallone, Schwarzenegger e Bruce Willis é uma tremenda decepção. Cheia de piadinhas irônicas sem graça, ela não funciona e nem é tão necessária à trama. &lt;em&gt;Os Mercenários&lt;/em&gt; são como os músculos de um halterofilista anabolizado: tem tamanho e agressividade mas são uma farsa. Stallone criou o seu filme de macho dos anos 2000. Mas eu era que não queria ser mulher se só restassem esses caras no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 6,0&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-922144053262788508?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/922144053262788508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=922144053262788508&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/922144053262788508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/922144053262788508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2010/09/os-mercenarios.html' title='Os Mercenários'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/TJt-1V99xXI/AAAAAAAAATw/2osVrxgoy44/s72-c/Os+Mercen%C3%A1rios.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-8205365961579948003</id><published>2010-08-29T23:43:00.006-02:00</published><updated>2010-08-30T13:39:28.396-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Animação'/><title type='text'>Shrek para Sempre</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/THsM72kiIOI/AAAAAAAAATY/6q9eOnzBP3Y/s1600/Shrek+4+Provis%C3%B3rio.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 215px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5511012791418495202" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/THsM72kiIOI/AAAAAAAAATY/6q9eOnzBP3Y/s320/Shrek+4+Provis%C3%B3rio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;É bem verdade que o casamento amolece o homem. E a paternidade o torna um bobão. Pois é, até com Shrek, quem diria, isso aconteceu. De ícone a farsa em menos de uma década. Uma lastima. &lt;em&gt;Shrek&lt;/em&gt; sem dúvida foi o desenho em CGI que mudou os conceitos estabelecidos até então ao subverter os contos de fadas transformando-os em piada. Depois dele os longas de animação começaram a apostar mais na comédia e nas lições de moral através da inversão de valores (afinal, anti-heróis e vilões também sofrem de crise de existencialismo). Só que resolveram levá-lo ao altar e dar-lhe três rebentos. Resultado: Shrek virou chacota de si mesmo. &lt;em&gt;Shrek para Sempre&lt;/em&gt; deixa a sensação indigesta de que a franquia poderia ter acabado lá em 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande erro dos produtores neste suposto &lt;em&gt;Capítulo Final&lt;/em&gt; foi se confiar demais no nome da franquia ao invés de bolarem uma história mais envolvente e criativa - como fizeram, por exemplo, com &lt;em&gt;&lt;a href="http://atimasessodecinema.blogspot.com/2010/08/toy-story-3.html"&gt;Toy Story 3&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;. E também não observaram que a série já dava sinais de desgaste em &lt;em&gt;Shrek Terceiro&lt;/em&gt; (culpa talvez da saída de Andrew Adamson da direção). Podem até ter corrigido alguns erros do longa anterior, todavia, a confiança exacerbada na “marca” gerou um produto sem convicção, com auto-estima demais, ambição demais (é o primeiro dos quatro em 3D) e desejo de agradar de menos. Aquele Shrek anarquista e grosseirão ficou no passado. O ogro agora tem uma vida pacata e enfastiosa igual a qualquer mortal que resolva casar e constituir família. Então, qual seria a aventura ideal para um cara pai de família e de vida nitidamente bucólica? Simples, tirando-lhe tudo e fazendo-o correr para recuperar. Ao moldarem o roteiro no melhor estilo &lt;em&gt;A Felicidade Não se Compra&lt;/em&gt;, eles criaram uma trama excessivamente adulta com pouca diversão e sem trajetória consistente, com desenrolar óbvio e sem surpresas - Shrek quer apenas ter sua vidinha de volta. As crianças, não tão bobas quanto pensam, ficaram boiando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O início do longa sintetiza bem isso ao mostrar o dia-a-dia da família Shrek. O que começa engraçado vai aos poucos se tornando cansativo e irritante, tanto para o ogro domado quanto para a platéia. Sem falar que o filme dá alguns pulos temporais estranhos (a trama começa realmente antes da parte dois e ignora a aventura anterior em partes). E ao entrar em cena o duende Rumpelstilskin, que guarda rancor do ogro por ele ter atrapalhado uma de suas falcatruas mágicas, nosso herói faz um pacto com o mesmo em troca de sua vida de solteiro por 24 horas. Mas o duende o engana e cria um mundo paralelo onde Shrek nunca nasceu, Fiona é líder de uma gangue de ogros rebeldes e o reino de Tão Tão Distante encontra-se em frangalhos. A partir daí a trama vira uma chatice só com Shrek tentando resgatar sua vida de volta ao descobrir, pasmem, que era feliz e não sabia. O diretor Mike Mitchell aposta bastante no romantismo para tentar agradar o público (só o beijo do amor verdadeiro trará tudo ao normal). E ao apostarem no duende traiçoeiro como vilão da vez, diretor e roteiristas esqueceram os pequenos fãs da série, já que seu nome impronunciável traria certa rejeição ao personagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso do 3D também não ajuda muito na fluidez da trama. As cenas de ação são meras desculpas para o efeito funcionar. E os personagens secundários ficaram a contragosto em segundo plano para que Shrek pudesse, novamente, fazer Fiona se apaixonar por ele. O Burro ficou insuportável e o Gato, agora sedentário e obeso, apenas repete seus cacoetes tão manjados. As poucas piadas às vezes funcionam bem. Há sim alguns momentos inspirados, como o fato das cúmplices de Rumpelstilskin terem TODAS as feições da Bruxa Má do Oeste de &lt;em&gt;O Mágico de Oz&lt;/em&gt; (inclusive derreterem quando molhadas), a cena em que Shrek aproveita seu dia de ogro ao som de ‘Top of the World’ do The Carpenters, o moleque emburrado de voz rouca que pede insistentemente seu rugido e a inserção involuntária da música ‘Hello’ de Lionel Ritchie (acredite você vai rolar de rir!). Mas todo aquele cinismo e sarcasmo que fizeram a fama do ogro verde desapareceram, e quem agora ostenta a bandeira do politicamente incorreto é o amoral duende, de longe a melhor coisa do longa. Com um desfecho abusivamente otimista, &lt;em&gt;Shrek para Sempre&lt;/em&gt; não fecha este último capítulo com chave de ouro. A série se encerra com um filme pouco divertido e meio desgostoso. Uma pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 8,0&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-8205365961579948003?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/8205365961579948003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=8205365961579948003&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/8205365961579948003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/8205365961579948003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2010/08/shrek-para-sempre.html' title='Shrek para Sempre'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/THsM72kiIOI/AAAAAAAAATY/6q9eOnzBP3Y/s72-c/Shrek+4+Provis%C3%B3rio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-7870874515610429160</id><published>2010-08-29T23:39:00.004-02:00</published><updated>2011-04-13T11:21:59.223-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><title type='text'>Eclipse</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/THsMEDqICXI/AAAAAAAAATQ/1uMC4of-7gw/s1600/Eclipse.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5511011832858937714" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/THsMEDqICXI/AAAAAAAAATQ/1uMC4of-7gw/s320/Eclipse.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Meus amigos costumam perguntar por que eu gasto meu dinheiro vendo os capítulos da saga &lt;em&gt;Crepúsculo&lt;/em&gt; no cinema. Como resposta, e com a convicção de um doutor em sociologia, respondo que enfrentar a histeria hormonal coletiva é uma experiência antropológica. E é mesmo. Quando me dispus a assistir &lt;em&gt;Eclipse&lt;/em&gt;, quase um mês depois de seu lançamento, todo o furor já havia passado. Mas ainda assim, com a sessão quase vazia, dava para sentir de forma sobrenatural os suspiros e gritinhos das meninas. E isto só prova uma coisa: os filmes dos vampirinhos apaixonados que brilham à luz do sol são realmente um fenômeno. E só são porque, como já havia dito antes, cada fotograma é milimetricamente programado para agradar seu público-alvo. Não há no texto conteúdo cerebral qualquer ou algum traço de liberdade criativa na direção. É tudo muito bonitinho, mas nem um pingo saudável. Como um hambúrguer de fast food. &lt;em&gt;Eclipse&lt;/em&gt; não apresenta uma evolução esperada para continuações de uma série. É só mais do mesmo, mais uma vez. É impressionante como até certos enquadramentos são semelhantes com alguns dos outros capítulos. E mesmo sabendo que os filmes desagradam boa parte da ala masculina - aqueles que não vêem sentido ou explicação naquela novela mexicana travestida de filme de monstro, aprendi a vê-los de forma diferente: não os levando a sério. E, vamos ser francos, não há por que levá-los a sério. Tomei&lt;em&gt; Eclipse&lt;/em&gt; por comédia-romântica (sério!). E visto por esta ótica, o filme se torna até bem divertido. Devo admitir que &lt;em&gt;Eclipse&lt;/em&gt; seja sim o mais divertido dos três. Quando o diretor David Slade assumiu o comando deste episódio, surgiu a esperança (vã) de que, pelo currículo do cara (é dele o sangrento &lt;em&gt;30 Dias de Noite&lt;/em&gt;), a saga tomasse um rumo surpreendente ou inesperado. Mas não. Como é um produto de estúdio, nada de sangue jorrando ou altas doses de adrenalina, apenas romance capenga e piegas com algumas pitadas de ação parca e um blábláblá explicativo desnecessário que menospreza a inteligência da platéia (se é que há vida inteligente dentre os fãs de &lt;em&gt;Crepúsculo&lt;/em&gt;). Resumindo, tudo muito asséptico num filme ruim que se acha cool. David Slade por sua vez, tendo suas artérias e veias rompidas hemostasiadas, tratou de compensar sua frustração inserindo piadas ácidas que, de certo modo, só fariam sentido para aqueles que se sentem nauseados com os devaneios apaixonados de Edward e Bella. Alguns diálogos ainda continuam intragáveis, mas as piadinhas com os adolescentes valem o ingresso. O filme também não desperta tensão e nem procura dar raciocínio lógico aos acontecimentos. A cena de abertura atesta bem isto: é escura, mal editada e sem sentido aparente. A partir daí começa uma ciranda de bons contra maus misturada com romance casto e briga de egos narcisistas. Slade também não diz a que veio e, como um gato castrado, só mantém a preguiça dos longas anteriores. Tudo é mastigado demais (mesmo sabendo que o texto foi limado ao extremo), há closes dispensáveis, travellings sem sentido, a edição é por vezes acelerada e a trilha é pop deprê demais. Mas num filme feito para adolescentes, quem vai ligar pra isso? Mesmo assim há momentos de pura diversão. Momentos que antes causavam um embrulho no estômago por serem tão clichês acabam provocando um riso involuntário, como nas cenas do beijo roubado, do pedido de casamento e quando Bella se declara para Jacob. É realmente difícil conter a gargalhada. Falando em Jacob, olha, parece que o sucesso mexeu com a cabeça de Taylor Lautner. Com seu personagem mais convencido e prepotente, ele próprio se tornara assim. Sendo ele um péssimo ator, faz caras e bocas e expressões corporais como se estivesse atuando numa peça de Tennessee Williams. Coitado. Agora, desperdício de talento foi colocar a Bryce Dallas Howard no papel da ruiva Victoria e dar-lhe meros 20 minutos totais ao longo de quase 2 horas de filme. Por fim &lt;em&gt;Eclipse&lt;/em&gt; continua sendo um monte de cocô. Só que dessa vez o colocaram num saco e jogaram no meio de uma sala lotada. Ainda causa nojo e repulsa, mas acabou sendo engraçado da forma como foi armado. Boa sorte Bill Condon! &lt;strong&gt;NOTA: 8,0&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-7870874515610429160?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/7870874515610429160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=7870874515610429160&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/7870874515610429160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/7870874515610429160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2010/08/eclipse.html' title='Eclipse'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/THsMEDqICXI/AAAAAAAAATQ/1uMC4of-7gw/s72-c/Eclipse.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-6683446789814119124</id><published>2010-08-29T23:33:00.002-02:00</published><updated>2010-08-29T23:38:37.775-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Animação'/><title type='text'>Toy Story 3</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/THsKx9GNZUI/AAAAAAAAATI/bxHbM7C3Ez4/s1600/Toy+Story+3.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 323px; DISPLAY: block; HEIGHT: 194px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5511010422348408130" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/THsKx9GNZUI/AAAAAAAAATI/bxHbM7C3Ez4/s320/Toy+Story+3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Eu chorei. Realmente o final de &lt;em&gt;Toy Story 3&lt;/em&gt; me fez chorar. É, mas acho que não fui o único. Sou até ousado em dizer que o adulto que não chorou das duas uma: ou não teve infância ou nunca teve um amigo de verdade. Isto é a Pixar, mais uma vez fazendo história e entrando para a história. &lt;em&gt;Toy Story 3&lt;/em&gt; é a primeira terceira parte de uma trilogia que não se utiliza da trama como mero fechamento de arco, pelo contrário, usa esta desculpa em benefício próprio para criar um desenrolar tão ou mais envolvente que o das aventuras anteriores, e de quebra se tornou a maior bilheteria do estúdio. Depois da obra-prima que foi &lt;em&gt;&lt;a href="http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/09/up-altas-aventuras.html"&gt;Up - Altas Aventuras&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, a Pixar ensaiou um filme menor que ganhou altas proporções e emocionou mais que todos os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que nunca vi muito sentido na produção de um &lt;em&gt;Toy Story 3&lt;/em&gt;, principalmente quando a Disney em 2005, numa jogada desleal, anunciou que lançaria o filme sem o aval e a produção da Pixar. Meses depois a empresa de Steve Jobbs seria comprada pelo estúdio do Mickey por 7,4 bilhões, a parceria se consolidaria de vez e o assunto estava encerrado. Entretanto, a própria Pixar depois anunciaria a produção da nova aventura. Então, o que esperar desse novo encontro de Woody, Buzz e seus amigos sem o comando de John Lasseter? E sabendo que &lt;em&gt;Toy Story 2&lt;/em&gt; já tinha, de certo modo, concluído a série de forma perfeita. O diretor Lee Unkrich, co-diretor da parte dois, manteve o espaço de 10 anos que separa os dois capítulos na cronologia da história e levou a aventura para um caminho óbvio, porém instigante: o que aconteceria com os brinquedos quando Andy crescesse? E é justamente nesta premissa simples que reside toda a grandiosidade do longa. Unkrich direciona a história dos brinquedos para os adultos que há muito deixaram de brincar, sem esquecer de agradar as crianças que aprenderam a amar o caubói Woody e o patrulheiro do espaço Buzz graças a seus pais - que voltaram a ser criança em 1995 quando o primeiro &lt;em&gt;Toy Story&lt;/em&gt; foi lançado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A abertura do filme é simplesmente genial, com muita ação, emoção e humor mostrando a fundo como funciona a imaginação de uma criança brincando. Não se assuste caso você saiba os diálogos de cor porque eles remetem a abertura do primeiro longa, só que de forma mais inovadora. Os minutos iniciais também servem para provar que a Pixar tem força de peitar qualquer blockbuster do verão, não deixando a desejar perto de nenhum. E após vermos Andy em um momento de euforia absoluta com seus brinquedos, em alguns segundos o vemos crescer e se tornar um adolescente às vésperas de ir para a faculdade. Na verdade este segmento é uma brincadeira do diretor que sintetiza o passar dos anos, expondo bem o crescimento de Andy em comparação com o crescimento do estúdio num velho dizer dos pais de que “os filhos crescem sem que a gente perceba”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os heróis de&lt;em&gt; Toy Story&lt;/em&gt;, postos a serem guardados para o resto da vida, mais uma vez lidam com dilemas humanos como abandono, exclusão e agora são obrigados a se adaptar às mudanças da vida, tendo ainda a amizade como foco principal. Com exceção de Woody, todos os brinquedos aceitam que Andy cresceu e vêem na creche Sunnyside a oportunidade de se sentirem novamente “vivos” brincando com crianças. O caubói destemido acaba indo por engano para a casa da menina Boonie e redescobre o prazer de brincar ao mesmo tempo em que vê seus amigos em apuros - a creche é mantida em regime ditatorial pelo vilão mais improvável do mundo, um urso de pelúcia cor-de-rosa que cheira a morango chamado Lotso (a cena que explica como Lotso surtou é ao mesmo tempo comovente e assustadora). Woody parte em resgate de seus amigos e descobre que sair de Sunnyside é tão intricado quanto fugir de alcatraz. &lt;em&gt;Toy Story 3&lt;/em&gt; vai numa crescente alternado momentos hilários (qualquer cena com o boneco Ken ou com Buzz no “modo latino”) e cenas de encher os olhos, culminando num clímax espetacular com direto a muita ação, reviravoltas chocantes e um instante de desesperança. A Pixar sabe bem como mexer com as emoções da platéia. E ao chegar ao seu desfecho, &lt;em&gt;Toy Story 3&lt;/em&gt; coroa o fechamento da trilogia com um epílogo de cortar o coração. A lição deixada (para os adultos), apesar do ‘crescer é inevitável’, é que mesmo na hora do adeus, nunca se é tarde para uma última vez. E que brincar e ser criança é uma delícia. Não se envergonhe se você vier às lágrimas, esta foi a intenção. Ser feliz não tem idade. E a Pixar, mais uma vez, provou que existe para fazer o público feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 9,5&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-6683446789814119124?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/6683446789814119124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=6683446789814119124&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/6683446789814119124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/6683446789814119124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2010/08/toy-story-3.html' title='Toy Story 3'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/THsKx9GNZUI/AAAAAAAAATI/bxHbM7C3Ez4/s72-c/Toy+Story+3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-3759828733178941759</id><published>2010-08-29T23:26:00.002-02:00</published><updated>2010-08-29T23:32:50.854-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>Fúria de Titãs</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/THsJDiY136I/AAAAAAAAATA/chABtFzE1DY/s1600/F%C3%BAria.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5511008525393190818" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/THsJDiY136I/AAAAAAAAATA/chABtFzE1DY/s320/F%C3%BAria.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Normalmente quando se pensa em fazer um remake de algum filme há sempre alguma justificativa racional para tal feito. Seja melhorar seu próprio trabalho (como Alfred Hitchcock fez com o seu &lt;em&gt;O Homem que Sabia Demais&lt;/em&gt;), atualizar a história para as novas gerações (o que normalmente ocorre com filmes de terror, para a fúria dos fãs dos originais), modernização dos personagens (corriqueiro com séries de TV e franquias como &lt;em&gt;&lt;a href="http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/06/star-trek.html"&gt;Star Trek&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;) ou mesmo novas versões completas de histórias ou livros já adaptados (como &lt;em&gt;A Fantástica Fábrica de Chocolate&lt;/em&gt;, por exemplo). Mas, por incrível que pareça, existem remakes que não cabem em nenhuma dessas justificativas acima, ou seja, não existem razões cabíveis para sua existência. É uma refilmagem desnecessária. Cá estamos com &lt;em&gt;Fúria de Titãs&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme de 1981, produzido pelo mestre Ray Harryhausen, pode até ser ultrapassado e kitsh para os dias de hoje, mas tem lá o seu charme. É um filme-pipoca daquele tempo. Daí não havia por que refazer a adaptação livre da saga de Perseu contra a ira dos deuses do Olimpo para salvar a princesa Andrômeda. Mas como em Hollywood tudo gira em torno do dinheiro, filmes perdem seu valor histórico para se tornarem peças de um jogo de Monopólio. Certos longas-metragens não precisam ser reapresentados a ninguém com nova roupagem. Quem quiser vê-lo que busque o original! É mais ou menos como ter que reescrever um livro famoso porque a linguagem usada não se enquadra no rebuscamento de hoje em dia. Bom, como todo esse discurso preservacionista não vai dar em lugar algum, vamos ao que interessa. Longe de ser um filme canhestro como &lt;em&gt;O Dia em que a Terra Parou&lt;/em&gt; (outra refilmagem sem fundamento e justificativa), &lt;em&gt;Fúria de Titãs&lt;/em&gt; até que diverte. Não pela história em si, mas pelos efeitos especiais impressionantes. No geral é um filme visivelmente exuberante, mas vazio de conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fúria de Titãs&lt;/em&gt; agrada desagradando. É um filme-pipoca na aplicação mais abrangente do termo, que consegue desgostar até aquele que resolveu deixar o cérebro em casa. O diretor Louis Leterrier com seu apuro técnico eloqüente é até bem intencionado (igual como fez em &lt;em&gt;&lt;a href="http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/10/o-incrvel-hulk.html"&gt;O Incrível Hulk&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;), mas aqui, trabalhando como diretor de aluguel, se torna mero coadjuvante anti a ganância dos engravatados do estúdio em criar um samba-do-semi-deus-doido. A jornada do filme original está lá, só que o pretexto agora é outro. Sai o amor que Perseu tinha por Andrômeda e entra a vingança. Para bom entendedor, a modernização faz apologia à violência. Ao invés de ter que salvar o amor de sua vida, Perseu agora enfrenta os deuses (que observam tudo de um Olimpo celestial usando armaduras saídas da saga &lt;em&gt;Os Cavaleiros do Zodíaco&lt;/em&gt;) para mostrar que é macho. Sai a canastrice do ator Harry Hamlin e entre o carisma de Sam Worthington. Bom ator e em franca ascensão na carreira, Worthington interpreta um Perseu bombado e carrancudo que mais parece um Pit Boy mitológico querendo descer o sarrafo em tudo e em todos que cruzarem o seu caminho. Rosna e profere algumas frases agressivas chegando a parecer um cão ensandecido prestes a avançar em alguém. E justamente por conta disto &lt;em&gt;Fúria de Titãs&lt;/em&gt; se torna um filme rotulado, feito exclusivamente para a ala masculina - a testosterona que exala da tela chega a dar nojo. As mulheres do elenco são meros objetos de figuração em cena. Alexa Davalos como Andrômeda balbucia algumas frases e mantém a cada close uma inexpressiva cara sôfrega. Já Gemma Arterton até tenta ganhar espaço em cena como a imortal Io, mas não consegue fazer outra expressão senão a de uma boneca de porcelana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação ao restante do elenco, Liam Neeson não é nenhum Laurence Olivier, mas segura bem as pontas como Zeus. Mas é Ralph Fiennes quem rouba o filme cada vez que entra em cena como Hades. O ator mais uma vez dá vida a um vilão memorável. As cenas de ação também convencem apesar de às vezes serem desnecessariamente prolongadas, com destaque para o clímax gigantesco com o Kraken. E mesmo com a intenção de ser algo envolvente, o filme invariavelmente contém situações sem graça e apresenta algumas liberdades poéticas que profanam a mitologia - Andrômeda, por exemplo, foi acorrentada e não amarrada e içada. No fim fica a sensação de ter sido enganado. &lt;em&gt;Fúria de Titãs&lt;/em&gt; entrete mas não empolga o suficiente. É como uma mulher bonita e burra. Você até fica com ela, mas a esquece depois de uma boa noite de sono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 8,0&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-3759828733178941759?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/3759828733178941759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=3759828733178941759&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/3759828733178941759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/3759828733178941759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2010/08/furia-de-titas.html' title='Fúria de Titãs'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/THsJDiY136I/AAAAAAAAATA/chABtFzE1DY/s72-c/F%C3%BAria.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-7026550565906144299</id><published>2010-08-29T23:20:00.004-02:00</published><updated>2010-08-30T13:19:51.372-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fantasia'/><title type='text'>Alice no País das Maravilhas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/THsHs-HN_JI/AAAAAAAAAS4/TOYeUqtmIbk/s1600/Alice.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 196px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5511007038186847378" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/THsHs-HN_JI/AAAAAAAAAS4/TOYeUqtmIbk/s320/Alice.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Cada vez que o diretor Tim Burton anuncia um novo projeto os críticos o desmoralizam antecipadamente, prenunciando que terá Johnny Depp, será colorido demais, ou sombrio demais, e, como bem se sabe, terá sua visão subversiva particular. Qualquer cinéfilo que se preze sabe que nada disto é bobagem. E Burton já tem experiência suficiente para não precisar provar mais nada pra ninguém. Se todos já sabem que sua visão artística singular altamente criativa é admirada e venerada por muitos, os estúdios agora o querem como objeto de luxo. Quando anunciou que faria uma versão de &lt;em&gt;Alice no País das Maravilhas&lt;/em&gt; muita gente não viu a idéia com bons olhos. Porém, adentrando um pouco nas maluquices do mundo criado por Lewis Carroll, não há porque negar que este seria um projeto ideal para ele. Burton fez a lição de casa mais uma vez. O que ninguém imaginava era que ficasse tão bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como fã dos trabalhos do diretor, confesso que nunca ignorei nenhum deles, por mais non sense que fosse (por exemplo, eu adoro &lt;em&gt;Marte Ataca!&lt;/em&gt;). Mas como qualquer fã, também reclamo do fato de Burton dever uma obra original desde &lt;em&gt;Ed Wood&lt;/em&gt; (ou desde &lt;em&gt;Edward - Mãos de Tesoura&lt;/em&gt;). &lt;em&gt;Alice no País das Maravilhas &lt;/em&gt;é uma típica obra de Tim Burton. Estão lá as cores berrantes em contraponto a estética soturna, os personagens bizarros, os cenários extravagantes, Danny Elfman no comando da trilha sonora e, claro, Johnny Depp e Helena Bonham-Carter. Para você que só conhece as aventuras de Alice do desenho da Disney de 1951, guarde essa lembrança bem escondida. A Alice de Tim Burton é uma espécie de continuação livre dos livros. Passados mais de 10 anos desde a última vez que visitou o País das Maravilhas, Alice, agora com 19 anos, descobre que está prestes a ser pedida em casamento. A partir deste início Burton criou uma obra íntima de visual suntuoso. Ao se aproveitar de um trocadilho gerado confusamente por Alice quando criança para definir aquele lugar mágico e exótico (a pequena o denominava Wonderland, sendo que na verdade ele se chama Underland, ou mundo subterrâneo), o diretor criou um mundo assustadoramente sombrio, tornando-o ainda mais excêntrico e ostensivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alice (interpretada com carinho pela jovem Mia Wasikowska) é a típica heroína do diretor: descolada, contestadora, meio gótica e indecisa, tal qual a Lídia de Winona Rider em &lt;em&gt;Os Fantasmas se Divertem&lt;/em&gt;. Nos minutos iniciais, quando a conhecemos, ela é taxada de sonhadora e rebelde por todos. Alice não quer que lhe imponham a felicidade, ela quer encontrá-la sozinha, esteja onde estiver. E ao cair novamente naquele mundo fantástico entrando pela Toca do Coelho Branco e tendo como missão reergue-lo das cinzas deixadas pela tirania da Rainha de Copas (Helena Bonham-Carter, bizarra), Alice talvez não a encontre, mas certamente tomará essa nova jornada como parte de seu amadurecimento, para assim definir o que quer e quem será no mundo real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Burton também fez algumas mudanças em relação a alguns personagens. O Valete (interpretado por um Crispin Glover irreconhecível) virou um algoz impetuoso, enquanto o Chapeleiro Maluco faz as vezes de âncora da trama (afinal, ele é Depp!). Este último, digamos que seja um amálgama de todos os personagens interpretados por Johnny Depp sob a tutela de Burton. Os nuances e trejeitos dos papéis anteriores são repetidos quase que insistentemente pelo ator. Mas não tiram a mágica do personagem, ao contrário, o engrandece. E em meio a tantos pixels e maquiagens exageradas, a Rainha Branca de Anne Hathaway é quem mais se destaca. Excedendo-se o Gato Risonho, ela é a personagem mais engraçada do filme com uma afetação acima do normal. E no caminhar da história, Alice ruma ao seu destino messiânico para enfrentar o Jaguadarte no tabuleiro de xadrez, numa batalha entre peças e cartas, naquele que é o mais impressionante clímax de um filme do diretor, tendo destaque a homenagem a outro filme da Disney, &lt;em&gt;A Bela Adormecida&lt;/em&gt;. Severamente malhado pela crítica como uma bobagem de visual delirante, &lt;em&gt;Alice no País das Maravilhas&lt;/em&gt; é muito mais do que bordam. É um filme divertido e empolgante, de visual único com as características de seu realizador. Merece um pouco mais de respeito e carinho. Valeu cada centavo de seu investimento e faz jus a todo sucesso que obteve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 9,5&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-7026550565906144299?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/7026550565906144299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=7026550565906144299&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/7026550565906144299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/7026550565906144299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2010/08/alice-no-pais-das-maravilhas.html' title='Alice no País das Maravilhas'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/THsHs-HN_JI/AAAAAAAAAS4/TOYeUqtmIbk/s72-c/Alice.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-5091139230547826849</id><published>2010-06-06T12:59:00.006-02:00</published><updated>2011-04-15T23:38:02.387-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>Homem de Ferro 2</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/TAu4KcgJnnI/AAAAAAAAASU/F0Cf6fVo4Nw/s1600/IM2.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 206px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5479675861215583858" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/TAu4KcgJnnI/AAAAAAAAASU/F0Cf6fVo4Nw/s320/IM2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Uma regra bem aplicada com relação a um lançamento de um filme é que você jamais gere muita expectativa antecipadamente. O temor da frustração é até plausível. O primeiro &lt;a href="http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/05/homem-de-ferro.html"&gt;&lt;em&gt;Homem de Ferro&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; é inegavelmente um ótimo filme, apesar da má impressão que deixava. Daí é impossível não almejar algo ainda melhor na seqüência - até porque o &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=FNQowwwwYa0"&gt;segundo trailer&lt;/a&gt; do filme deixa qualquer um salivando de ansiedade. Desde que assumiu o controle de suas próprias produções no cinema em 2008 a Marvel anda semeando terreno para a criação de um grande evento de seu universo (ganha um doce quem falou &lt;em&gt;Vingadores&lt;/em&gt;). E mais uma vez aposta todas as suas fichas no poder do reator Ark no peito do Vingador Dourado. &lt;em&gt;Homem de Ferro 2&lt;/em&gt; segue a risca a regra das continuações dos filmes da editora/estúdio: é maior e melhor. Corresponde as expectativas e não decepciona. Sucesso again! &lt;em&gt;Homem de Ferro 2&lt;/em&gt; começa exatamente onde o primeiro terminou. Após se revelar ao mundo como o piloto do traje do herói de metal, Tony Stark enfrenta novos problemas. O governo deseja para si a tecnologia do traje; a principal concorrente da Stark Internacional, as indústrias Hammer, vê a oportunidade de fornecer armamento para o exército americano ao mesmo tempo que pretende controlar a tecnologia tão desejada pelo governo; sua exposição tira da sombra um antigo inimigo, além de o próprio Stark se ver envenenado pela mesma tecnologia que o mantém vivo. Com tanta coisa a acontecer é até de se esperar que o trem descarrile no decorrer do percurso. Mas não. O diretor Jon Favreau demonstra aqui total domínio na condução. Com mais liberdade e mais dinheiro na mão, ele não quis fazer uma seqüência que fosse maior apenas em tamanho e barulho, mas sim um filme superior também qualitativamente. E para isso manteve o mesmo padrão criativo do primeiro (até a abertura com uma música do AC/DC permanece, saindo ‘Back in Back’ e entrando ‘Shoot to Thrill’). Sem ter mais que se preocupar com origem, o diretor nos joga diretamente dentro da história como se fossemos bem íntimos de todo a mitologia do herói. Contando com o apoio de um elenco afiado - e completamente à vontade em seus papéis, Favreau abraça com confiança extrema o texto do ator/roteirista Justin Theroux e conduz o longa com experiência e carinho de fã. Algo que, convenhamos, é essencial num projeto desses. &lt;em&gt;Homem de Ferro 2&lt;/em&gt; parece ser um filme curto e rápido demais, só que não é. O seu desenrolar é que é bastante envolvente. E apesar da inserção de novos personagens e vilões (sim, vilões), Favreau não perde tempo com apresentações e nem se enrola nas subtramas. Tudo é bem desenvolvido e resolvido. Nem uma ponta fica solta. Longe de querer abraçar um tom realista, algo tão vigente em Hollywood, o diretor faz um filme de HQ no sentido mais amplo da palavra. Ele não quer, de maneira alguma, humanizar Tony Stark, muito menos tornar as ações do Homem de Ferro moralistas. Stark tem inúmeras falhas de caráter, é arrogante, prepotente, garanhão, egocêntrico e às vezes repulsivo. Ele não se tornou herói para aplacar o trauma de ser assim. Ele se tornou herói por acaso. E justamente por conta disto, abusa ainda mais dos adjetivos citados a pouco. Stark não sabe o verdadeiro peso da armadura que veste. Ele deu ao mundo paz, mas a mesma não é eterna. As ameaças que seguem são bem maiores do que ele possa esperar. Robert Downey Jr. mais uma vez dá um show na pele de Stark. Bem, ele basicamente já é o próprio Tony Stark. Seus diálogos com Gwyneth Paltrow (outra que também está perfeita no papel) são tão espontâneos que parecem todos improvisados. Don Cheadle entra para substituir Terrence Howard como o Coronel James Rhodes e, quer saber, não nos faz nem notar. Ele abraça tão bem o personagem que parece ter vindo junto com o time do primeiro filme. Sem falar que ainda teve o prazer de vestir a armadura da Máquina de Guerra e lutar ao lado (e de igual pra igual) com Tony Stark. Samuel L. Jackson retorna com mais tempo como Nick Fury e dá ao papel aquele sarcasmo típico do personagem. Quanto aos novatos, Scarlett Johansson como a Viúva Negra já mostra porque merece estar na equipe dos Vingadores em 2012 e pela primeira vez é bem aproveitada num filme de ação (sim, ela arrebenta alguns traseiros de forma espetacular) e Mickey Rourke não passa do trivial no papel de Ivan Vanko (mas deve ter se divertido um bocado com aqueles chicotes eletrificados). Mas quem rouba o filme mesmo é Sam Rockwell como Justin Hammer. Falastrão, ambicioso e inescrupuloso, o ator desaparece como o típico vilão de HQs sem poderes, daqueles que acham que podem dominar o mundo e que ninguém pode detê-los. É um caricato bem interpretado. E ainda equilibra de forma incomum um tom ingênuo e megalômano. As cenas de ação continuam poucas, mas são infinitamente superiores as do primeiro filme. O filme vai numa crescente alternado bem os ótimos diálogos com as ótimas cenas de ação até culminar num gigantesco ápice no alucinante clímax final com Stark e Rodhes, cada um em sua armadura, dando cabo de uma hoste de armaduras-robô deixando qualquer fã de quadrinhos em estado de graça. &lt;em&gt;Homem de Ferro 2&lt;/em&gt; não é só a seqüência de um sucesso da Marvel, é &lt;strong&gt;o&lt;/strong&gt; filme da Marvel, aquele que abre as portas para algo maior que está para vir. É o carro abra-alas do desfile do universo Marvel que chegará a apoteose com &lt;em&gt;Os Vingadores&lt;/em&gt;. Duvida? Alguém aí esperou pra ver o martelo do Thor no final dos créditos? &lt;strong&gt;NOTA: 9,0&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-5091139230547826849?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/5091139230547826849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=5091139230547826849&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/5091139230547826849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/5091139230547826849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2010/06/homem-de-ferro-2.html' title='Homem de Ferro 2'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/TAu4KcgJnnI/AAAAAAAAASU/F0Cf6fVo4Nw/s72-c/IM2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-4212194974382881290</id><published>2010-04-17T17:35:00.021-02:00</published><updated>2010-04-17T18:09:27.247-02:00</updated><title type='text'>Os 10 que definiram os 2000</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Bem, enquanto os filmes de 2010 não aportam nos cinemas de uma vez, eu resolvi fazer algo da moda na Internet para não deixar as atualizações deste blog tão relapsas: uma lista. Todo mundo tem um pouco de Rob Gordon dentro de si. O célebre personagem criado pelo autor inglês Nick Hornby e personificado no cinema por John Cusack tinha a indefectível mania de fazer lista pra tudo. Eis que entre os cinéfilos blogueiros isto também é rotina e eu resolvi aderir a parada criando a minha também. Tudo bem que já estamos quase no fim do 4º mês do ano, mas esta lista eu criei no fim de 2009, mantendo uma tradição que eu mesmo perpetuei dez anos antes, que era pensar em 10 filmes que em sua essência fossem a cara da década que passou, ou que, de certa forma, fossem responsáveis por trilhar o percurso da década, seja pelo sucesso, impacto ou revolução que causaram. Foi difícil. Lista é sempre motivo de polêmica pra todo mundo, você nunca consegue ser justo. Ou esqueceu alguém, ou ignorou alguém, ou pôs um filme que não merecia estar ali... As discussões estão abertas! Aqui estão, na minha mais que humilde opinião, os 10 filmes que definiram a primeira década do século XXI:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Amnésia&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Memento&lt;/em&gt;, EUA, 2000) &lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oOmiVNneI/AAAAAAAAANg/rjV0fR7PzC8/s1600/Memento.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;De Christopher Nolan.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oPlmFQxXI/AAAAAAAAAOA/y2BIRsI3PFE/s1600/Memento.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="WIDTH: 200px; HEIGHT: 133px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5461194636692342130" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oPlmFQxXI/AAAAAAAAAOA/y2BIRsI3PFE/s200/Memento.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;2. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Trilogia O Senhor dos Anéis&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(&lt;em&gt;The Lord of the Rings Trilogy&lt;/em&gt;, EUA, 2001/2002/2003)&lt;br /&gt;De Peter Jackson.&lt;br /&gt;&lt;img style="WIDTH: 200px; HEIGHT: 136px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5461195020579407634" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oP78LEhxI/AAAAAAAAAOI/cvQJZKvIdKg/s200/Lord+of+the+Rings.jpg" /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;3. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Shrek&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (EUA, 2001)&lt;br /&gt;De Andrew Adamson. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oQfQwQNwI/AAAAAAAAAOY/ofTSe2yYOPY/s1600/Shrek.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="WIDTH: 200px; HEIGHT: 131px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5461195627399493378" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oQfQwQNwI/AAAAAAAAAOY/ofTSe2yYOPY/s200/Shrek.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Fabuloso Destino de Amélie Poulain&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;(&lt;em&gt;Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain&lt;/em&gt;, FRA, 2001)&lt;br /&gt;De Jean-Pierre Jeunet.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oQrLZwJ9I/AAAAAAAAAOg/1CawofH5MuY/s1600/Amelie+Poulain.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="WIDTH: 200px; HEIGHT: 134px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5461195832121370578" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oQrLZwJ9I/AAAAAAAAAOg/1CawofH5MuY/s200/Amelie+Poulain.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cidade de Deus&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (BRA, 2002)&lt;br /&gt;De Fernando Meireles. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oQ5K7HaqI/AAAAAAAAAOo/lW4F9Exh7hg/s1600/Cidade+de+Deus.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="WIDTH: 209px; HEIGHT: 128px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5461196072511040162" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oQ5K7HaqI/AAAAAAAAAOo/lW4F9Exh7hg/s200/Cidade+de+Deus.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Fahrenheit 11 de Setembro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;(&lt;em&gt;Fahrenheit 9/11&lt;/em&gt;, EUA, 2004)&lt;br /&gt;De Michael Moore.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oRJh97pMI/AAAAAAAAAOw/LjScvxqF1Ls/s1600/11+de+Setembro.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="WIDTH: 207px; HEIGHT: 135px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5461196353574773954" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oRJh97pMI/AAAAAAAAAOw/LjScvxqF1Ls/s200/11+de+Setembro.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Segredo de Brokeback Mountain&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(&lt;em&gt;Brokeback Mountain&lt;/em&gt;, EUA, 2005)&lt;br /&gt;De Ang Lee.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oRgsYYzWI/AAAAAAAAAO4/wASvHfRtRpE/s1600/Brokeback+Mountain.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="WIDTH: 200px; HEIGHT: 133px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5461196751507082594" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oRgsYYzWI/AAAAAAAAAO4/wASvHfRtRpE/s200/Brokeback+Mountain.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;8. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Wall*E&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (EUA, 2008)&lt;br /&gt;De Andrew Stanton. &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oRw7ioqhI/AAAAAAAAAPA/chMio4ZoWQY/s1600/Wall-E.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="WIDTH: 200px; HEIGHT: 134px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5461197030454503954" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oRw7ioqhI/AAAAAAAAAPA/chMio4ZoWQY/s200/Wall-E.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Batman - O Cavaleiro das Trevas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(&lt;em&gt;The Dark Knight&lt;/em&gt;, EUA, 2008)&lt;br /&gt;De Christopher Nolan.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oSKnPajtI/AAAAAAAAAPI/1RKIvGvtrtw/s1600/The+Dark+Knight.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="WIDTH: 200px; HEIGHT: 131px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5461197471681777362" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oSKnPajtI/AAAAAAAAAPI/1RKIvGvtrtw/s200/The+Dark+Knight.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10.&lt;strong&gt;&lt;em&gt; Avatar&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (EUA, 2009)&lt;br /&gt;De James Cameron. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oShktw2fI/AAAAAAAAAPQ/JLrEZ5nQ3vA/s1600/Avatar.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="WIDTH: 200px; HEIGHT: 128px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5461197866140752370" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oShktw2fI/AAAAAAAAAPQ/JLrEZ5nQ3vA/s200/Avatar.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;* &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Breve colocarei um micro-texto explicando o motivo de cada um estar aqui.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-4212194974382881290?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/4212194974382881290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=4212194974382881290&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4212194974382881290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4212194974382881290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2010/04/os-10-que-definiram-os-2000.html' title='Os 10 que definiram os 2000'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S8oPlmFQxXI/AAAAAAAAAOA/y2BIRsI3PFE/s72-c/Memento.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-6567730760408888895</id><published>2010-03-14T18:47:00.008-02:00</published><updated>2010-03-29T00:39:58.623-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>Sherlock Holmes</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S51LrXhcFyI/AAAAAAAAAMI/DGu6nhriQzw/s1600-h/Holmes1.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5448594332608894754" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S51LrXhcFyI/AAAAAAAAAMI/DGu6nhriQzw/s320/Holmes1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Sabe, no pouco tempo que me sobra pra pensar eu andei avaliando que essa moda de reinvenção de personagens já está se tornando um tanto clichê. Deixe-me explicar: os produtores dizem que querem “atualizar” um personagem célebre para os novos tempos e de repente ele vira um herói de ação estilo John McClane, sem medo do perigo e disposto a arriscar sua vida muitas vezes por um motivo fútil. E aí vem a pergunta: será realmente necessário destruir a essência de um personagem, sua elegância retrô, seu caráter irrevogável, em prol do entretenimento lucrativo? Quando a reinvenção adéqua a mitologia aos tempos atuais a história é outra (vide os casos de &lt;em&gt;&lt;a href="http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/07/batman-o-cavaleiro-das-trevas.html"&gt;Batman&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;&lt;a href="http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/06/star-trek.html"&gt;Star Trek&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;). Mas quanto aos personagens, vê-los transformados em brutamontes intelectuais é por demais estranho. &lt;a href="http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/11/007-quantum-of-solace.html"&gt;James Bond&lt;/a&gt; e agora Sherlock Holmes que o digam. Se a onde é desmitificar o personagem não vai tardar para vermos Hercule Poirot (o sagaz detetive dos livros de Agatha Christie) sair na porrada com seus desafetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sherlock Holmes&lt;/em&gt; pode até ser um caso extra. Desde que foi criado por Sir Arthur Conan Doyle que ele passa por transformações em outras mídias, seja no teatro, na TV, no cinema ou até mesmo na literatura. Só para citar exemplos recentes, ele já ganhou uma juventude acelerada em &lt;em&gt;O Enigma da Pirâmide &lt;/em&gt;(filme de Barry Levinson de 1985), os maneirismos de um português em &lt;em&gt;O xangô de Baker Street&lt;/em&gt; (livro de Jô Soares) e ganhou agilidade equivalente a astucia na história criada por Lionel Wigram na qual se baseia o novo filme do Guy Ritchie. Holmes na pele de Robert Downey Jr. ganhou certa americanização. De certo modo ainda é o mesmo Sherlock Holmes que conhecemos. Mora no apartamento 221B da Rua Baker, adora violino, fuma um cachimbo torto, é hábil no boxe, um exímio espadachim, é arrogante e presunçoso. Só que menos elegante e sisudo. Causa certa estranheza ver aquele detetive introspectivo se tornar um herói audacioso e por vezes trapalhão. E como um desequilibrado Downey Jr. mais uma vez tira de letra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O doutor Watson também ganhou nova roupagem. No corpo de Jude Law ele deixa de ser o alívio cômico da dupla para, vejam só, se tornar o lado mais racional. Veterano de guerra, o médico agora não se esquiva de uma boa briga e não mede esforços para salvar seu amigo de alguma enrascada. E para não transformar o filme num produto para garotos, o diretor abre espaço para uma personagem feminina. A Irene Adler dos livros, antigo interesse romântico do detetive, ganha as curvas de Rachel McAdams. Só que agora sai a socialite fria e chantagista e entra no lugar uma ladra granfina, sensual e espevitada. Muda também a forma como Holmes a vê. Em vez de nutrir uma paixão platônica, agora ambos alimentam um sentimento forte de admiração recíproca, e chegam a soltar faíscas cada vez que encontram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar das mudanças de tom, Sherlock &lt;em&gt;Holmes&lt;/em&gt; é um ótimo filme. Guy Ritchie tem um apuro técnico especial e o usa de forma genial em determinados momentos que, sem muita ousadia, não passariam de instantes banais. Em algumas cenas de briga, por exemplo, vemos como funciona a cabeça de Holmes ao estudar calculadamente cada movimento que irá fazer e a reação que o mesmo irá causar. A Inglaterra vitoriana de Guy Ritchie, em ápice da revolução industrial, é suja e caótica. Além de bastante sombria, graças à fotografia de Philippe Rousselot. Mas a trilha sonora eclética do mestre Hans Zimmer chega a torná-la festiva e bastante agitada. A trama gira em torno do vilão Lord Blackwood que assusta Londres com ocultismo e rituais satânicos. Cabe a Sherlock Holmes e ao Dr. Watson solucionar se esse mistério realmente envolve forças do mal ou é mero charlatanismo. A edição do filme é o seu maior trunfo, acompanhando o ritmo das observações e deduções do herói. As cenas de ação também não deixam a desejar, sendo bem movimentas e pinceladas com o humor involuntário típico do diretor. Sucesso nos cinemas e já com uma continuação nos trilhos (professor Moriaty vem aí!), &lt;em&gt;Sherlock Holmes&lt;/em&gt; é assim: diferente e divertido. Ponto para o diretor que não perdeu as rédeas no comando de um blockbuster. E ainda conseguiu ser ele mesmo saindo da sombra do mais do mesmo. Eu disse que isso &lt;a href="http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/03/rocknrolla-grande-roubada.html"&gt;seria possível&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 9,0&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-6567730760408888895?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/6567730760408888895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=6567730760408888895&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/6567730760408888895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/6567730760408888895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2010/03/sherlock-holmes.html' title='Sherlock Holmes'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S51LrXhcFyI/AAAAAAAAAMI/DGu6nhriQzw/s72-c/Holmes1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-7118354258986025154</id><published>2010-02-28T21:00:00.004-03:00</published><updated>2010-03-14T18:58:23.741-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Guerra'/><title type='text'>Bastardos Inglórios</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S4sEB-DbUQI/AAAAAAAAAL4/2GocheSLzw4/s1600-h/Bastardos.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 214px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5443449006491128066" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S4sEB-DbUQI/AAAAAAAAAL4/2GocheSLzw4/s320/Bastardos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Depois que Quentin Tarantino deu &lt;em&gt;Pulp Fiction&lt;/em&gt; ao mundo (uma versão anabolizada de &lt;em&gt;Cães de Aluguel&lt;/em&gt;), o público, ávido por aquele estilo verborrágico e violento, esperou ansioso por um novo aperfeiçoamento, um novo &lt;em&gt;Tempo de Violência&lt;/em&gt;. Triste decepção quando &lt;em&gt;Jackie Brown&lt;/em&gt; estreou – um filmão, diga-se de passagem. Seis anos de hiato até &lt;em&gt;Kill Bill&lt;/em&gt;. E justamente depois dele o mundo já não sabe mais o que esperar da mente do diretor. O que vier então, será de enorme agrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bastardos Inglórios&lt;/em&gt; é um deleite para qualquer amante do cinema. Não é ousadia dizer que é uma nova obra-prima do diretor. O filme é um atestado de competência, um certificado autenticado de maturidade. Da magistral cena de abertura ao irônico diálogo final, Tarantino se mostra cada vez afinado com a direção. E é impressionante como ele faz o filme que quer, sem ter que dar satisfação ou justificativa, querendo apenas ver aquilo que gosta e provar a si mesmo que consegue fazer uma obra melhor que a outra, independente do gênero. Tarantino é um gênio do cinema. Que me perdoem os amantes de Buñuel, Truffaut, Bergman, mestres incontestáveis da arte cinematográfica, mas o gênio em questão pertence a outro estilo, outra geração. Ele é um grande conhecedor da arte que, ao invés de reciclá-la em sua plenitude, reverencia o cinema B, um celeiro de idéias tão criativas quanto absurdas, mas nem por isso menos interessantes. Tarantino bebe da fonte de diretores cult, de mestres polêmicos e execrados. Tarantino consegue ser Kurosawa, Leone, Peckinpah e Scorsese sem jamais perder sua própria identidade. É atual e anacrônico quando quer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta fábula de guerra, Brad Pitt é o tenente Aldo Raine (um caipira canastrão sem uma gota sequer de glamour), líder de um grupo de rebeldes judeus que, distante e a parte do real enfoque da II Guerra Mundial, estão ali num propósito único e pessoal: matar o maior número de nazistas possível. O longa é dividido em capítulos que, vistos separados, poderiam funcionar como episódios individuais. Há sim conexão entre eles – um dá continuidade ao outro –, mas cada um tem detalhes que os tornam únicos, seja o ponto de vista, o estilo ou mesmo o modo como foram filmados. Tarantino capricha bem na ambientação em cada um deles. Sua câmera capta tudo, não deixa nada de fora ou fora de foco. Tarantino brinca de Kubrick a contento. Pudera, ele tem savoir-faire pra isso. A fotografia de Robert Richardson é aberta e límpida, destoando um pouco do que se normalmente exige de um filme de guerra. E a trilha sonora, como bem sabemos, é um personagem à parte nos filmes do diretor, que mistura os acordes de Enio Morricone com música erudita, marchas de guerra e David Bowie sem nunca soar absurdo. Cada música se encaixa perfeitamente na cena, como se tivesse sido criada exatamente para aquele momento. Os diálogos também são de uma fluidez fora do comum, nunca soando tediosos, mesmo em inglês, alemão, francês ou italiano. Há também a violência tarantinesca. Neste caso, longe de ser sádica, doentia ou exagerada, em &lt;em&gt;Bastardos Inglórios&lt;/em&gt; ela é, por vezes, poética. O cinema de Quentin Tarantino é uma brincadeira só. E ainda há Christoph Waltz e Mélanie Laurent para roubarem a cena. O primeiro, no papel de um coronel da SS, é dono de qualquer seqüência em que esteja presente com um sarcasmo e cinismo brilhante. A segunda, no papel de uma gélida judia loira em busca de vingança, ilumina as cenas em que está presente com sua beleza. No fim Tarantino, mais uma vez, deu o melhor de si, subvertendo mais um gênero de forma especial. Seja com poesia, humor negro ou violência gráfica, Tarantino prova mais uma vez que é único e consegue fazer o que mais ninguém faz de forma genial. Uma pérola para se discutir durante longos dias nas rodas de amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 9,5&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-7118354258986025154?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/7118354258986025154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=7118354258986025154&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/7118354258986025154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/7118354258986025154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2010/02/bastardos-inglorios.html' title='Bastardos Inglórios'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S4sEB-DbUQI/AAAAAAAAAL4/2GocheSLzw4/s72-c/Bastardos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-3245510585354193791</id><published>2010-02-27T16:43:00.005-03:00</published><updated>2010-03-05T20:32:23.201-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficção Científica'/><title type='text'>Avatar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S4l2JwkeJVI/AAAAAAAAALw/VLGW8J65PYM/s1600-h/Avatar.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 192px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5443011534682727762" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S4l2JwkeJVI/AAAAAAAAALw/VLGW8J65PYM/s320/Avatar.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Quando James Cameron lançou &lt;em&gt;O Segredo do Abismo&lt;/em&gt; há 20 anos, depois do sucesso de duas produções espetaculares, porém modestas, ele foi tachado de megalômano, ambicioso e louco. Jamais visionário. Cameron foi responsável por marcos no desenvolvimento de efeitos visuais no cinema. Deu vida a mais outras duas produções incrivelmente audaciosos até se tornar “Rei do Mundo” com &lt;em&gt;Titanic&lt;/em&gt;, o maior sucesso da história do cinema. 12 anos se passaram desde então. Cameron fazia mistério sobre seu novo projeto. Foram 4 anos de produção intensa até o resultado final. &lt;em&gt;Avatar&lt;/em&gt; surge nas salas de cinemas mundiais. E James Cameron, mais uma vez, criou um clássico. Não, risca isto. Cameron, mais uma vez, deu vida a um ser. E foi responsável por um divisor de águas do cinema moderno. Os cinemas convencional, digital e 3D nunca mais serão os mesmos depois de &lt;em&gt;Avatar&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos de narrativa &lt;em&gt;Avatar&lt;/em&gt; não é nenhuma surpresa e é até, convenhamos, óbvio demais. É uma espécie de &lt;em&gt;Dança com Lobos&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;O Último Samurai&lt;/em&gt; Sci-Fi. Cameron peca ao distinguir claramente os bons dos maus, deixando o roteiro com atmosfera infantil, além de abusar do romance deixando a história um tanto melosa. Mas no quesito visual, o diretor foi ao infinito e além. O mundo de Pandora é de uma perfeição inigualável. Em algumas cenas, tamanha a grandiosidade e a infinidade de detalhes minuciosos, é impossível não ficar boquiaberto. Cameron deu uma de Deus (na certa cansou de ser só “Rei”) e literalmente criou um mundo. O ecossistema de Pandora se assemelha um pouco ao da Terra, porém, sua fauna e sua flora, além claro da civilização nativa Na'vi, são de uma riqueza cristaliza e de um exotismo singular. Algo mágico. Um trabalho de design extraordinário. E visto que, com exceção dos atores, tudo foi criado por computador, chega até ser inacreditável que nada ali seja real de tão perfeito. E a fotografia digital do filme realça ainda mais a falta de limites entre o real e o quimérico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na trama simples, Jake Sully (Sam Worthington, perfeito e com uma brilhante carreira pela frente) é um ex-militar paraplégico que é levado ao planeta Pandora, habitado pelo povo Na'vi, raça humanóide com língua e cultura próprias, em substituição a sua irmão morto, para estudo e exploração do local. E nesse lugar ele acaba lutando pela própria sobrevivência e pela preservação desse povo. Além de Worthington, Cameron também conta com a presença de Sigourney Weaver no papel da Dra. Grace Augustine, uma cientista brilhante já familiarizada com os Na'vi. A presença dela deixa o filme mais seguro e humano. E ainda dá a Stephen Lang o papel de sua vida ao interpretar o coronel casca-grossa Miles Quaritch, o suposto vilão do filme. Bem, suposto porque é nítida a intenção do diretor/roteirista de passar uma mensagem ecológica. Já que ele criou um mundo, não quer que o mesmo seja maculado ou devastado, e só uma espécie irracional destruiria tamanha beleza natural. Daí é a raça humana que ostenta o papel de vilão com sua ganância e intolerância desmedidas. Em busca dos recursos naturais do planeta, os executivos burocratas e o exército americano não vêem problema em explorar e destruir a biodiversidade de Pandora. E eles terão o que querem, nem que para isso tenham que promover um genocídio coletivo. Cabe a Jake a tarefa de ser o contraponto pacifista, nem que tenha que abandonar seu lado humano e lutar ao lado dos nativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cameron criou um filme longo por demais. Aos desavisados de seu estilo eloqüente e um tanto soberbo, o longa-metragem pode ser um pouco enfadonho, tornado-se empolgante depois de sua metade. Mas quem foi contemplar a mais nova obra-prima do diretor em sua íntegra, em sua essência, mesmo que não tenha sido em 3D, saiu do cinema mais que satisfeito. Cameron, além de saber trabalhar com efeitos especiais como nenhum outro diretor, é ótimo na condução de atores, lida bem com os dramas dos personagens e conduz cenas de ação com maestria. A cena da destruição da árvore da civilização e o clímax final são espetaculares. Nada novidade para quem dirigiu &lt;em&gt;O Exterminador do Futuro 2&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;True Lies&lt;/em&gt;. Cameron também não deixa que os efeitos compensem os defeitos. Nada é jogado ao acaso. Basta lembrar que em &lt;em&gt;Titanic&lt;/em&gt; o romance entre Jack e Rose não era mero pano de fundo para a tragédia, mas o oposto. &lt;em&gt;Avatar&lt;/em&gt; é um espetáculo visual, um marco na história do cinema. Um clássico a ser lembrado não somente por ser uma revolução técnica, mas um filme de história simples e tocante banhado com o mais alto brilho visual. A espera compensou. Nossos sinceros parabéns, James Cameron. E viva a tecnologia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 10&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-3245510585354193791?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/3245510585354193791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=3245510585354193791&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/3245510585354193791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/3245510585354193791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2010/02/avatar.html' title='Avatar'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S4l2JwkeJVI/AAAAAAAAALw/VLGW8J65PYM/s72-c/Avatar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-4699516818269913235</id><published>2009-12-17T13:41:00.008-03:00</published><updated>2009-12-22T13:14:28.775-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><title type='text'>Lua Nova</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SypfZBOPkBI/AAAAAAAAALM/f6oWXiuNFZU/s1600-h/New+Moon.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416246385295986706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SypfZBOPkBI/AAAAAAAAALM/f6oWXiuNFZU/s320/New+Moon.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Domingo. Começo de noite abafado. Uma fila quilométrica para entrar. Sessão lotada. Ansiedade. Dois terços do público ali presente deveriam ter metade da minha idade. Metade da platéia era do sexo feminino. Gritos histéricos. Suspiros abafados. Sussurros engraçadinhos. Um cheiro desagradável de biscoito recheado sabor morango pairava no ar. Filme dublado. Sentiu o drama? Esta foi a minha sessão de &lt;em&gt;Lua Nova&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Lua Nova&lt;/em&gt; não é o filme do ano. Definitivamente não. Não tem os melhores efeitos especiais (todavia superiores ao primeiro filme), não é bem cuidado, não é bem tratado, o roteiro de Melissa Rosenberg é premeditado e as interpretações passam longe de algo convincente, fazendo até o pior ator de &lt;em&gt;Malhação&lt;/em&gt; enrubescer. Mesmo assim é um sucesso. Como explicar? Sem falar que nem o próprio romance dos protagonistas, tão badalado e alardeado, tem tanta ênfase na trama. &lt;em&gt;Lua Nova&lt;/em&gt; é um lixo de luxo, um produto desleixado com excesso de autoconfiança. Presunçoso, prepotente e um enorme sucesso. E no meio dessa história toda sinto que o chato sou eu. Investiram mais dinheiro, corrigiram os erros, melhoraram o pouco que tinha de bom, intensificaram a ação (embora ainda dê certa aparência de descaso), puseram um diretor mais experiente no comando (Chris Weitz, dono de um currículo eclético que vai de &lt;em&gt;American Pie&lt;/em&gt; a &lt;em&gt;A Bússola de Ouro&lt;/em&gt;) e no frigir dos ovos deram vida a um filme vazio, sem conteúdo significativo, que aposta (e apela desmedidamente) no retorno do público feminino. É um upgrade do mais do mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trama dessa vez enfoca o relacionamento de Bella e Jacob Black (o péssimo Taylor Lautner). O elitismo caucasiano vampiresco é deixado um pouco de lado para o surgimento da raça dos lobisomens. Após um fora de Edward e de noites infindáveis de depressão e pesadelos, a insossa heroína encontra refúgio na amizade sincera de Jacob. Daí sai a metáfora sobre a castidade e entra quase que indiscretamente uma nova sobre a afloração dos hormônios. Jacob se metamorfoseia num lobo raivoso depois de sentir atração (excitação?) por Bella. Corta o cabelo, se tatua, começa a comportar-se de forma mais rude (ui!) e ganha massa muscular. Isto, é bom ressaltar, é mera desculpa esfarrapada para a exibição gratuita e sem fundamento de tórax e abdomens sarados para levar o mulheril ao ensandecimento. Entenda-se, apelação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De alguma forma, isto pode até fazer algum sentido. Vejamos: Edward é romântico, cavalheiro e culto. Jacob é solitário e bruto, porém apaixonado. E na confusão de sentimentos, Bella se vê dividida entre o pálido e gélido vampiro e o bronzeado e aquecedor lobisomem. A tradução do sonho de qualquer adolescente, que é ser disputada por dois homens que carregam consigo as características opostas que elas tanto admiram. Mas vamos falar sério, o que diabos esses dois caras viram na Bella? Ela é uma garota sonsa, lerda, desequilibrada, desastrada e carrega sempre a mesma expressão compungida. Se a Bella é o arquétipo das adolescentes de hoje, Deus, que raios de mulheres elas serão no futuro? Mas há alguns momentos de ação! E eles, de certo modo, compensam a falta de algo mais interessante no enredo. Porém não apagam o constrangimento da hemorragia de frases clichês que escorre da tela. No fim, a única coisa digna de nota no filme é a presença enigmática e andrógina dos Volturi, a casta mais nobre dos vampiros. Ali, naquele instante em que roubam a cena, esquece-se um pouco do sentimentalismo piegas e concentra-se na mitologia atualizada dos sugadores de sangue. Fim. Quer ir com sua namorada, boa sorte, o risco é seu. Mas lembre-se de levar um I-Pod junto. Ele pode lhe ser de grande valia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 7,5&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-4699516818269913235?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/4699516818269913235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=4699516818269913235&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4699516818269913235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4699516818269913235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/12/lua-nova.html' title='Lua Nova'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SypfZBOPkBI/AAAAAAAAALM/f6oWXiuNFZU/s72-c/New+Moon.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-2312625056387806697</id><published>2009-11-27T13:52:00.005-03:00</published><updated>2009-12-15T20:33:06.218-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><title type='text'>Crepúsculo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SxAD69fhjXI/AAAAAAAAALE/LQ7Wx3W9GRs/s1600/Edward+e+Bella.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 205px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5408827463946046834" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SxAD69fhjXI/AAAAAAAAALE/LQ7Wx3W9GRs/s320/Edward+e+Bella.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Bom, falar de &lt;em&gt;Crepúsculo&lt;/em&gt; em tempos de &lt;em&gt;Lua Nova&lt;/em&gt; é algo um tanto ultrapassado. Mas, visto que o estrondoso sucesso do segundo filme da saga elevou Stephenie Meyer ao status de J.K. Rowling, resolvi tirar a crítica do primeiro filme do limbo e postar com um ano de atraso. Quero que fique bem claro que nunca foi intenção minha expô-la aqui. Não assisti ao filme no cinema, apenas em DVD. E atualmente nem ando colocando resenhas de filmes que assisto em casa. Mas o lançamento de &lt;em&gt;Lua Nova&lt;/em&gt; me fez resgatar aquele velho insight, já um tanto apagado e esquecido, reavaliá-lo e colocar à mostra pra quem quiser ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Crepúsculo&lt;/em&gt; é tipo de filme que todo mundo gosta de denegrir, mas no fundo adora. Eu admito que pessoalmente relutei bastante em vê-lo, mas acabei cedendo. Não foi por preconceito não, foi puro desinteresse na trama. Trama que, aliás, não é mais nenhuma novidade. A diretora Catherine Hardwicke até que se esforça para fazer um trabalho digno, autoral, mas é evidente que cada tomada, cada close, cada suspiro, enfim, cada detalhe foi milimetricamente planejado para o filme tornar-se um produto lucrativo e não uma obra de qualidade - se é que alguém acreditava nisto. O primeiro livro da saga, com sua prosa rápida e envolvente, não tinha foco de destino. Qualquer um que o lesse poderia gostar e ponto final. Mas ao ser adaptado para o cinema, naquele joguete típico de “vamos arrumar um público-alvo”, enxugaram a história e centraram no que os fãs queriam ver: o romance pueril entre Edward e Bella. Não que seja ruim, porém, constatando-se que o filme é um mero produto de entretenimento e não uma adaptação de respeito (como os capítulos 3, 4 e 5 de &lt;em&gt;Harry Potter&lt;/em&gt;, por exemplo), isso chega a ser entediante. Mas a estratégia deu certo e o filme foi um sucesso. Se funcionou bem no primeiro, funcionará bem no segundo. E por aí vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Crepúsculo&lt;/em&gt; tem tomadas chatas e enjoativas - principalmente as aéreas da floresta, algumas até um tanto vergonhosas. Tem momento de dar sono. Mesmo assim é um filme mediano. As cenas de ação são apressadas e mal planejadas (culpa da total falta de experiência da diretora com as mesmas), mas até que convencem, principalmente no clímax. O filme ganha pontos mesmo cada vez que parte do clã de vampiros “do mal” entra em cena, e também por não estereotipar os adolescentes, fugindo do comum dos filmes que os têm como protagonistas. Falando neles, é inegável que &lt;em&gt;Crepúsculo&lt;/em&gt; seja um filme teen e que agrade em sua maioria as mulheres. Não por causa da palidez plástica do Robert Pattinson, mas por conta do cavalheirismo extremo de seu Edward, sua forma de cortejar, de demonstrar amor por Bella, de lutar por ela e, claro, sua imensa força de vontade em não sorver seu sangue. E é aqui onde entra a metáfora da castidade criada pela autora que fez os livros da série viraram febre e as fãs soluçarem no escurinho do cinema. Edward é um príncipe encantado de presas afiadas e Pattinson até que segura bem a onda como galã da vez, apesar de certa canastrice em determinados momentos. Já a Bella de Kristen Stewart parece perdida, meio zonza, meio fora de órbita. Difícil dizer às vezes se as expressões que faz são de medo ou de admiração. A trilha sonora meio pop, meio emo dá uma levantadinha no astral do longa e seu desfecho, apesar de piegas, tem um diálogo agradável entre os protagonistas. Nada mais. &lt;em&gt;Crepúsculo&lt;/em&gt; faz parte de um plano e ele está funcionado, como já disse Kevin Smith em sua genial &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=VybXGd5vD1M"&gt;palestra na Comic Con&lt;/a&gt; deste ano. Daí é só esperar mais do mesmo daqui pra frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 7,0&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-2312625056387806697?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/2312625056387806697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=2312625056387806697&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/2312625056387806697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/2312625056387806697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/11/crepusculo.html' title='Crepúsculo'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SxAD69fhjXI/AAAAAAAAALE/LQ7Wx3W9GRs/s72-c/Edward+e+Bella.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-4015220160790688810</id><published>2009-11-27T13:44:00.006-03:00</published><updated>2010-02-18T19:48:37.335-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comédia'/><title type='text'>Se Beber Não Case</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SxACD511pnI/AAAAAAAAAK8/YMVTprZalpk/s1600/The+Hangover.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 214px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5408825418561463922" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SxACD511pnI/AAAAAAAAAK8/YMVTprZalpk/s320/The+Hangover.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;É tudo questão de &lt;em&gt;timing&lt;/em&gt;. Não tem essa de ser metido a engraçado, fazer o público rir a custa de palhaçadas histéricas ou de escatologia verbal. Para se fazer comédia o ator tem que ter &lt;em&gt;timing&lt;/em&gt;, ser engraçado por natureza. E diferente do que muitos pensam, fazer comédia não é fácil. Não é para qualquer um. Do humor ingênuo de Chaplin e Keaton, passando pelo &lt;em&gt;non sense&lt;/em&gt; do Monty Python, o pastelão dos Trapalhões, até o humor de confronto tão em uso atualmente, a comédia sempre está se reciclando, por mais que o que seja feito hoje em dia seja uma saraivada de tudo o que já foi feito antes. Mas ao se fazer humor com o improvável, surge um novo alento para nossos olhos. E quando um filme com três caras desconhecidos se torna uma das maiores bilheterias do ano com uma censura 18 anos, pode olhar que aí tem coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Se Beber Não Case&lt;/em&gt; é o improvável do óbvio. É uma comédia pra lá de engraçada, sem nenhum nome tão conhecido no elenco, realizada por um diretor talentoso, porém apelativo, sem tanto apelo junto ao grande público. O diretor Todd Phillips tem no currículo apenas uma comédia digna de nota, &lt;em&gt;Dias Incríveis&lt;/em&gt;, de 2003 (que, confesso, sou fã). Então não existe pressão nem expectativa da parte de ninguém no lançamento de qualquer projeto seu. Quando &lt;em&gt;Se Beber Não Case&lt;/em&gt; estreou na surdina em pleno verão norte-americano, quem apostaria que um projeto sem nomes de peso iria fazer sucesso? Pois fez. Com uma premissa pra lá de manjada – uma despedida de solteiro que dá errado – nasceu a melhor comédia adulta do ano. E não se admire se você achar aquilo tudo familiar, qualquer semelhança com qualquer ressaca sua é mera coincidência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história começa quando quatro amigos resolvem celebrar o último dia de vida antes do casamento de um deles (Justin Bartha) em Las Vegas. O problema é que depois de uma noitada daquelas e de uma ressaca homérica, ninguém se lembra de absolutamente nada e, para piorar, o noivo sumiu. Se esta breve sinopse já te fez rir, prepare-se para as surpresas. Agora, diferente do filme-modelo dessa classe de comédias (&lt;em&gt;A Última Festa de Solteiro&lt;/em&gt;, com Tom Hanks), &lt;em&gt;Se Beber Não Case&lt;/em&gt; não foca na noite de esbórnia e luxúria dos amigos, e sim nas conseqüências da mesma. Os outros três sobreviventes interpretados por Bradley Cooper, Ed Helms e Zach Galifianakis (este último é um achado e desde já merece o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante) partem numa epopéia pela cidade dos cassinos em busca de noivo e de descobrir o que realmente aconteceu. Acredite, quanto menos você souber a partir daqui melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Se Beber Não Case&lt;/em&gt; é um caso extra nos cinemas. Uma comédia adulta, com pessoas adultas que se comportam como adultas. Por isso, nada de passar constrangimento com atitudes infantis. O constrangimento aqui se resume ao fato de um pileque apocalíptico ter praticamente acabado com a memória de uma farra espetacular. E é nesse outro quesito que a comédia ganha mais pontos. Todd Phillips não faz o óbvio de explicar a cada frame de filme o que houve na noite anterior, pelo contrário, ele reserva as piadas para o resultado e as seqüelas do que ocorreu. O destino do noivo e as diabruras dos outros três amigos ficam apenas na imaginação. Somos espectadores ativos da história e compartilhamos com eles a total falta de senso perante aquela ressaca. O que eles sabem é o que nós sabemos. E o que eles descobrem nós descobrimos com eles durante toda a projeção. O que é motivo de vergonha para eles, é motivo de riso para nós. E lá pelas tantas, já no fim do filme, quando já passamos por quase todo tipo de reação por conta daquela noite de loucuras e quando praticamente não importa mais o que realmente aconteceu, eles encotram a máquina digital que registrou tudo. E junto com eles fazemos uma promessa de ver aquilo por uma única vez e esquecer toda aquela infâmia. E é no ápice do final feliz, no subir dos créditos que reside toda a graça do filme. Se você não rachar o bico de tanto rir no fim do filme, pode procurar um analista. Ou o seu pulso. E se você achar que &lt;em&gt;Se Beber Não Case&lt;/em&gt; é um filme chato e sem graça, não se preocupe. Ninguém vai notar se você sumir. Pode voltar pro &lt;em&gt;Zorra Total&lt;/em&gt; que ninguém vai te crucificar por isto. Cê tá pagando, né!?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 9,0&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-4015220160790688810?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/4015220160790688810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=4015220160790688810&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4015220160790688810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4015220160790688810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/11/e-tudo-questao-de-timing.html' title='Se Beber Não Case'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SxACD511pnI/AAAAAAAAAK8/YMVTprZalpk/s72-c/The+Hangover.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-2998549396025284181</id><published>2009-09-19T17:44:00.004-02:00</published><updated>2009-09-19T17:51:12.273-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Animação'/><title type='text'>Up - Altas Aventuras</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SrU09-_1kBI/AAAAAAAAAKc/ZMP1HCPXoTk/s1600-h/Up.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 180px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383267169078710290" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SrU09-_1kBI/AAAAAAAAAKc/ZMP1HCPXoTk/s320/Up.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O dicionário da língua portuguesa classifica obra-prima como ‘a mais notável obra de um autor’. Raros foram os casos de artistas que, de tão geniais, criaram mais de uma. William Shakespeare, Leonardo Da Vinci, os Beatles, Alfred Hitchcock... e a Pixar. Ok, a Pixar Animation é um estúdio cinematográfico. Porém, o conglomerado de cabeças pensantes que ali trabalham ostenta com austeridade sua marca ao ponto de se omitirem como pessoas e lançam com este selo de qualidade uma nova obra-prima a cada ano. &lt;em&gt;Up - Altas Aventuras&lt;/em&gt; é o mais novo clássico a seguir este padrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contrariando qualquer aposta demérita numa história que tem como protagonista um senhor de 78 anos, o diretor Pete Docter surpreende a todos ao fazer funcionar a perfeição as aventuras capitaneadas por este improvável herói. E é incrível como a coisa realmente funciona bem. Carl Fredricksen é um viúvo rabugento e desolado a beira de ser mandado para um asilo quando resolve içar a casa com alguns milhares de balões e partir em busca do Paraíso das Cachoeiras, um ponto exótico entre o Brasil, Venezuela e Guiana, antigo sonho aventureiro de sua falecida esposa. Carl não quer apenas recuperar o tempo perdido, ele quer também, quase no fim da vida, encontrar a si mesmo. E ao levar consigo o garoto Russel como bagagem indesejada, ele não somente tem que aturar sua tagarelice como tem outra lição a aprender: lidar com um filho que nunca teve. Carl, com seus modos rudes e antiquados, é o total oposto de Russel, um escoteiro boa-praça precoce como as crianças de hoje em dia e cheio de bugigangas tecnológicas típicas de sua geração. Neste caso, os opostos definitivamente se atraem. E se completam. Russel busca a atenção e o carinho de um pai ausente e Carl carece exercer o dom paternal guardado no seu coração. E é na química entre essa dupla tão díspar que repousa toda a grandiosidade de &lt;em&gt;Up&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Up&lt;/em&gt; não é só uma mera animação 3D, é uma homenagem às animações de antigamente, à arte absoluta de fazer cinema. Enquanto &lt;em&gt;Wall*E&lt;/em&gt; ambicionava ultrapassar os limites entre realidade e ficção, &lt;em&gt;Up&lt;/em&gt; em contraponto quer apenas contar uma bela história sobre superação ao mesmo tempo em que deixa uma bela mensagem sobre nunca ser tarde para realizar nossos sonhos. Oscilando momentos de humor genial (qualquer cena com Russel e a ave Kevin ou com a matilha de cachorros “falantes”) e melancolia (qualquer instante em que Carl senta para avaliar sua vida são de fazer chorar até o mais insensível dos adultos), o diretor Pete Docter reafirma a máxima de Walt Disney que diz que para cada sorriso deve haver uma lágrima. E a lindíssima e discreta trilha sonora de Michael Giacchino contribui significantemente para melhor fluência desses momentos. &lt;em&gt;Up&lt;/em&gt; poderia ser a cereja no topo do bolo da Pixar, mas parece que esse delicioso bolo nunca chega ao fim. &lt;em&gt;Up&lt;/em&gt; também marca o crepúsculo de uma fase e a aurora de uma nova dimensão. &lt;em&gt;Up - Altas Aventuras&lt;/em&gt; desponta com folgas como o melhor filme do ano até aqui. Algo inquestionável. E o velho Walt, esteja onde estiver, deve estar cheio de orgulho de seus pupilos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 10&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-2998549396025284181?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/2998549396025284181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=2998549396025284181&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/2998549396025284181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/2998549396025284181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/09/up-altas-aventuras.html' title='Up - Altas Aventuras'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SrU09-_1kBI/AAAAAAAAAKc/ZMP1HCPXoTk/s72-c/Up.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-3806163524472222712</id><published>2009-09-17T14:00:00.007-02:00</published><updated>2010-02-18T19:49:41.221-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comédia Romântica'/><title type='text'>A Mulher Invisível</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SrJdZ8ny3kI/AAAAAAAAAKU/6SuhnC9ntcI/s1600-h/Invis%C3%ADvel.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 199px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382467205012315714" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SrJdZ8ny3kI/AAAAAAAAAKU/6SuhnC9ntcI/s320/Invis%C3%ADvel.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Existe uma música dos anos 1980 de autoria de Ritchie e Bernardo Vilhena chamada &lt;em&gt;A Mulher Invisível&lt;/em&gt;. A letra não tem nada a ver com nada, fala de uma mulher invisível (!) que passa por tudo e por todos sem ser notada (!!). E numa das frases dessa música retrô-futurista os autores a descrevem como “pura energia”. Talvez tenha sido pensando nesta bendita frase que o diretor Cláudio Torres criou a personagem de Luana Piovani no filme &lt;em&gt;A Mulher Invisível&lt;/em&gt;. E não. Antes que alguém pense que o filme é baseado na música, ou sequer tenha sido inspirado em sua letra, não. Apenas seus títulos são homônimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu 3º longa-metragem (&lt;em&gt;Traição&lt;/em&gt; não conta), Cláudio Torres mescla as qualidades de seus dois anteriores - a surrealidade do roteiro e o protagonista perdido em si de &lt;em&gt;Redentor&lt;/em&gt; e a comédia escrachada de &lt;em&gt;A Mulher do Meu Amigo&lt;/em&gt; - e funde tudo numa aposta mais lucrativa, porém arriscada: a comédia romântica. Para o papel principal convocou Selton Mello. Daí abre-se uma discussão: Torres fez isso como prova de confiança, já que o ator tem talento de sobra para entreter o público, ou como jogada de marketing, já que ele é garantia de bilheteria certa? Não se sabe. O fato é que Selton segura o filme inteiro nas costas sem fazer muito esforço. Ele interpreta Pedro, um jovem boa-pinta, bem de vida e feliz com a mulher de sua vida... até levar um baita fora dela e cair numa depressão desmedida. Ele perde a razão de viver e aos poucos vai perdendo tudo, o emprego, as coisas de casa, os amigos e a sanidade. E é aí que surge Amanda. Interpretada com certa presunção por Luana Piovani, a dita cuja é o expoente da mulher ideal: prestativa, carinhosa, tarada, vidrada em futebol, compreensiva e dedicada. Ah, e adora andar de lingerie pela casa. Maravilha! O problema, como bem sabemos, é que mulher ideal não existe e Amanda é apenas fruto da imaginação e do desespero de Pedro. E ele é o único que não sabe disto. Eis que as confusões estão apenas começando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante o fato de Luana Piovani desfilar quase o tempo inteiro em trajes sumários, é Selton Mello quem é dono do filme inteiro. O cara é realmente demais e cria uma empatia instantânea com a platéia. Bom ator e ótimo comediante, Selton dá um show principalmente quando está atuando sozinho. Ele engraçado até quando não faz graça. As cenas da ida ao cinema e da descoberta da não existência de Amanda são de rachar o bico. O roteiro em si não traz nenhuma novidade, mas abre espaço suficiente para Selton brilhar. Além dele e de Luana, Torres também desenvolve bem os coadjuvantes, ancorando-os na personalidade esquizofrenicamente apaixonada de Pedro. Maria Manoella faz a vizinha xereta que nutre uma paixão platônica pelo protagonista; Vladimir Brichta interpretando pela enésima vez o canalha de bom coração é o melhor amigo e Fernanda Torres dá vida a um tipo de Vani mais “normal”. E mesmo apostando pesado na comédia, o diretor não foge do óbvio das regras dos romances e conclui a obra com um infalível final feliz. Se estas duas palavras juntas não te agradam, não tema, até lá você já tem comprada a piada e as inúmeras risadas compensam o desfecho clichê. De sobremesa, Cláudio Torres deixa uma música-chiclete do Ramones tocar ao longo dos créditos finais e empurra uma moralzinha básica de que uma desilusão amorosa pode doer, mas também pode ser bastante engraçada. Que atire a primeira pedra quem nunca se sentiu um boboca depois de um fora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;NOTA: 9,0&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-3806163524472222712?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/3806163524472222712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=3806163524472222712&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/3806163524472222712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/3806163524472222712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/09/mulher-invisivel.html' title='A Mulher Invisível'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SrJdZ8ny3kI/AAAAAAAAAKU/6SuhnC9ntcI/s72-c/Invis%C3%ADvel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-4837194510792925006</id><published>2009-08-21T21:08:00.006-02:00</published><updated>2009-09-17T14:19:19.507-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>G.I. Joe - A Origem de Cobra</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/So8pSbRr2AI/AAAAAAAAAKM/Aozl94vczp0/s1600-h/GI+Joe.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 336px; DISPLAY: block; HEIGHT: 196px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372558277012609026" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/So8pSbRr2AI/AAAAAAAAAKM/Aozl94vczp0/s320/GI+Joe.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Antes de me aventurar na sessão de &lt;em&gt;G.I. Joe - A Origem de Cobra&lt;/em&gt; veio à mente aquela pergunta que atiçou o meu apetite cinéfilo ao longo desse três meses de verão norte-americano: “será que vai ser este?”. Contudo, não havia muito que se esperar de uma adaptação pouco fiel e descaradamente exagerada (vide o &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=zdvMpL4wtMg"&gt;trailer&lt;/a&gt;) do desenho &lt;em&gt;Comandos em Ação&lt;/em&gt; dos anos 1980 dirigida pelo homem que deu &lt;em&gt;Van Helsing&lt;/em&gt; ao mundo. Bom, em meio a uma enxurrada de filmes-pipoca - quase todos continuações de franquias de sucesso - que não cumpriram o que prometiam e embora não houvesse uma grama de expectativa quanto a sua duvidosa qualidade, &lt;em&gt;G.I. Joe&lt;/em&gt; até surpreende. É um sopro de originalidade (&lt;em&gt;sic&lt;/em&gt;) e fecha a temporada como o filme mais divertido do ano. Menos mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visto pela ótica de um pirralho de 10 anos que brinca de forma histérica no chão da sala com um punhado de action figures dos Joes, o longa é um alento para qualquer delírio juvenil. E, bem, não é preciso ter um QI 180 para ir ao cinema ver esse tipo de filme de ação, já que boa parte de nós deixa a sanidade em casa antes de sentar na poltrona da sala escura. E o diretor Stephen Sommers, sabendo bem disto, resgata de forma nada sutil aquele moleque sedento de adrenalina e aventura que reside no subconsciente de cada um de nós. Tido como uma espécie de Rei Midas ao contrário (subverte qualquer relíquia da cultura pop que toca), o diretor é um enfant terrible em Hollywood, causando medo nos céticos a simples menção de seu nome. Mas, apesar do preconceito, Sommers é bem intencionado e realizou um ótimo trabalho no comando do filme dos Joe, embora tenha descaracterizado alguns personagens (Breaker, por exemplo, virou árabe). E mesmo com um visual século XXI, os Joes ainda são os mesmos de 20 anos atrás. Proferem frases clichês, possuem armamento e toda uma parafernália militar surreal, encaram qualquer perigo com a pacificidade de um monge e os momentos de ação são inacreditáveis. Uma palavra: beleza!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não espere um roteiro coeso ou alguma lógica nas traquitanas dos Joes (cérebro pra quê mesmo?), muito menos um conhecimento mais profundo de cada personagem. Em quase 2 horas de filme Sommers tem pressa pra tudo e gera um filme acelerado demais e sem um pingo de moralismo. Ainda assim consegue deixar bem claro e bem explicitado para o público quem é quem e de que lado está. E orquestra de forma racional todas as cenas de ação - uma lição que Michael Bay insiste em não aprender. Um bom exemplo é a espetacular seqüência pelas ruas de Paris (desde já a melhor cena de ação do ano!). Também não espere ótimas atuações do elenco. Mas pelo visto nenhum dos atores parece se importar em fazer cara de mau e exercitar sua canastrice - afinal, se envolver num filme desse porte não compromete a carreira de ninguém. Dennis Quaid, Marlon Wayans e Channing Tatum estão muito bem à vontade. Rachel Nichols e Sienna Miller também e aproveitam a exposição para exibir seus “dotes artísticos”. Sommers não deixa ninguém constrangido, nem os atores nem o público, e ao fim do espetáculo ainda brinda a platéia com a explosiva nova música do Black Eyed Peas no correr dos créditos finais. Fim de papo. &lt;em&gt;G.I. Joe - A Origem de Cobra&lt;/em&gt; é como um passeio no parque de diversões. Agrada e diverte enquanto dura. E deixa um bem-vindo sorriso no rosto durante um longo tempo depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 9,0&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-4837194510792925006?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/4837194510792925006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=4837194510792925006&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4837194510792925006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4837194510792925006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/08/gi-joe-origem-de-cobra.html' title='G.I. Joe - A Origem de Cobra'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/So8pSbRr2AI/AAAAAAAAAKM/Aozl94vczp0/s72-c/GI+Joe.png' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-4684122222791095266</id><published>2009-07-31T21:35:00.003-02:00</published><updated>2009-07-31T21:43:40.162-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aventura'/><title type='text'>Harry Potter e o Enigma do Príncipe</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SnOAA6UHPfI/AAAAAAAAAJ8/8n0KM2YnI5g/s1600-h/HP6.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 214px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5364772334270365170" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SnOAA6UHPfI/AAAAAAAAAJ8/8n0KM2YnI5g/s320/HP6.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Vou falar: não sofro de guilty pleasure. Por isto, não tenho a mínima vergonha de admitir que gosto de Harry Potter. Vou mais além e digo que o meu filme preferido da série cinematográfica é &lt;em&gt;Harry Potter e a Câmara Secreta&lt;/em&gt;. Mas, como um terço dos fãs do bruxo adolescente, conheço Hogwarts apenas pelos filmes. Pouco me importa se a cada novo longa eles deixam muita coisa dos enormes calhamaços escritos por J.K. Rowling de fora. Os filmes de Harry Potter esquentam a cada novo capítulo. Mas parece que resolveram dar uma esfriada e esta nova empreitada apesar de muito boa, torna-se a mais fraca até aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tido como a primeira parte da trilogia de encerramento da série nos cinemas, &lt;em&gt;Harry Potter e o Enigma do Príncipe&lt;/em&gt; parece querer mesmo ser tratado como um filme de abertura. É o primeiro longa dos seis que não deve ser visto como um capítulo independente. De certa forma exige conhecimento da saga ao mesmo tempo que parece querer fechar um cerco de conclusões. &lt;em&gt;HP e o Enigma do Príncipe&lt;/em&gt; também é o primeiro capítulo a terminar aberto, deixando muita coisa inconclusiva e, por incrível que pareça, não é tão envolvente como os demais. Parece também ser o mais longo por se tornar cansativo em determinados momentos. Harry Potter agora tem que lutar contra um mal mais presente, menos abstrato. Hogwarts deixou de ser um lugar seguro e até o mundo dos trouxas está ameaçado. Por conta disto o diretor David Yates, novamente no comando da aventura, caprichou ainda mais no tom sombrio, utilizando de uma fotografia escura em seu favor. Pouco se vê de luz, e o que é visto parece ser de um dia nebuloso. E embora a maldade e o perigo sejam palpáveis e um senso de apreensão e urgência dite a velocidade da história, Yates pisou no freio e se concentrou menos em batalhas e cenas de ação, deixando os sentimentos e a relação entre os personagens serem a espinha dorsal do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos grandes acertos deste novo filme é a temática adolescente. Harry, Ronny e Hermione sabem que não são mais crianças e tentam lidar com o afloramento incontrolável de seus hormônios. Também sabem que ainda não são adultos, contudo, se sentem obrigados a lidar com situações que exigem extrema maturidade. Yates também estreita ainda mais a relação de admiração recíproca entre Dumbledore e Harry, tornando-a quase paternal. E ainda abre espaço para, enfim, grandes atores como Alan Rickman, Michael Gambon e Jim Broadbent (a mais nova surpresa da série) brilharem. Até Tom Felton (o Draco Malfoy) ganha mais espaço na trama. Mesmo assim, &lt;em&gt;HP e o Enigma do Príncipe&lt;/em&gt; é um filme lento, menos intrínseco e impactante (muito embora haja a morte de um personagem principal no final). Faltou um clímax marcante. Mesmo com duas seqüências tensas e, até certo ponto, assustadoras - as cenas no milharal e na caverna com os zumbis -, faltou aquele grande momento de ação. David Yates estava mais interessado em contar a história que levará o desfecho, preparando terreno para, quem sabe, encerrar a saga de forma mais apoteótica. Harry Potter está amadurecendo a cada novo capítulo, mas ainda não quer usar de toda sua força. Ele não tem pressa porque isto pode custar sua vida. A grande batalha se aproxima. E nós estaremos aguardando ansiosos pelo seu início.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 8,0&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-4684122222791095266?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/4684122222791095266/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=4684122222791095266&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4684122222791095266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4684122222791095266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/07/harry-potter-e-o-enigma-do-principe.html' title='Harry Potter e o Enigma do Príncipe'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SnOAA6UHPfI/AAAAAAAAAJ8/8n0KM2YnI5g/s72-c/HP6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-4092919716930431535</id><published>2009-07-21T12:26:00.003-02:00</published><updated>2009-07-21T12:35:02.552-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Animação'/><title type='text'>A Era do Gelo 3</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SmXQfkBpRmI/AAAAAAAAAJk/CBdv5YxlKec/s1600-h/Scrat.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360920172119541346" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 188px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SmXQfkBpRmI/AAAAAAAAAJk/CBdv5YxlKec/s320/Scrat.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;O diretor Carlos Saldanha parece que levou bomba nas provas de História do ensino fundamental. Esta é única razão para explicar a inclusão de dinossauros em plena era glacial. Ele parece não se importar com isto. Pra ser sincero, nem eu. Nem o público que anda lotando as sessões de seu novo longa diariamente. &lt;em&gt;A Era do Gelo 3&lt;/em&gt; é simplesmente a melhor comédia do ano. Sim amigos, vocês leram bem: comédia. Esqueça os humoristas super-stars. Se quiser rir de verdade, sem culpa, sem apelação, sem grosserias, vá assistir um bom desenho animado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A Era do Gelo 3&lt;/em&gt; torna-se uma pérola cômica graças a química perfeita entre seu trio principal. Neste filme, apesar de alguns dilemas pessoais abalaram a amizade dos três, eles estão mais afiados do que nunca. Sem falar no trio de dubladores brasileiros, cada vez melhores em seus papéis. As vozes de Diogo Vilela, Tadeu Melo e Márcio Garcia já sem confundem com a personalidade de Manny, Sid e Diego. Parece que eles nasceram para dublá-los. Por mais que seja um simples desenho em CGI, desde o capítulo 2 que a série se assume como comédia. Sem a obrigação roteirística de ser um celeiro de citações e referências como os longas da Dreamworks ou mesmo ter um passo a frente em termos de narrativa e tecnologia como as obras da Pixar, a série quer apenas divertir crianças e adultos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o roteiro amarrado nas lições sobre amizade e família, &lt;em&gt;A Era do Gelo 3&lt;/em&gt; conquista o público pela ingenuidade e pelas inúmeras confusões armadas pelos personagens. Engraçados por natureza, Manny, Sid e Diego são os irmãos Marx dos desenhos animados; os três patetas do período glacial. O que eles querem mesmo é nos fazer rir. E o diretor Carlos Saldanha, como bom brasileiro, dá o público o que ele gosta de ver. Neste 3º filme as piadas vêm aos montes. Você ri até quando não há motivo pra rir. Entre uma piada e outra (é bom avisar que o espaço entre elas é curtíssimo) há uma história sobre ter de lidar com a paternidade, a necessidade da família, a perda dos instintos naturais e, claro, companheirismo. Mesmo com tudo isso a trama não é tão envolvente quanto a dos capítulos anteriores, mas as piadas e as cenas de ação vertiginosas - outra marca da série - compensam bem este detalhe. Jogar dinossauros na era do gelo realmente foi mera desculpa esfarrapada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há também outros acertos. Personagens velhos e sem graça cedem lugar a novos e mais interessantes membros da trupe. Os irritantes irmãos gambás Crash e Eddie recebem um merecido segundo plano para Buck brilhar. Desde já o personagem animado mais legal da década. São dele os melhores diálogos e as melhores cenas. A doninha caolha é uma mistura dos psicóticos pingüins de &lt;em&gt;Madagascar&lt;/em&gt; com o inquieto Hammy de &lt;em&gt;Os Sem-Floresta&lt;/em&gt; e temperado com uma boa dose da tagarelice do Burro de &lt;em&gt;Shrek&lt;/em&gt;. O antigo dono das melhores cenas, o esquilo Scrat, tem seu ritmo aceleradamente pastelão freado graças a presença de, vejam só, uma namorada. Suas cenas ainda continuam engraçadas, porém com outro estilo de piadas, destoando um pouco do clima do novo longa e de suas anteriores caçadas infindáveis em busca da noz inalcançável (que até fica de coração partido!). Neste caso, a namorada só surgiu para atrapalhar. Pior pra ele, melhor pra nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 9,0&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-4092919716930431535?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/4092919716930431535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=4092919716930431535&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4092919716930431535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4092919716930431535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/07/era-do-gelo-3.html' title='A Era do Gelo 3'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SmXQfkBpRmI/AAAAAAAAAJk/CBdv5YxlKec/s72-c/Scrat.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-2281148509186642789</id><published>2009-07-09T21:49:00.005-02:00</published><updated>2009-07-09T21:55:09.433-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>Transformers: A Vingança dos Derrotados</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SlaCjCy1I7I/AAAAAAAAAJc/AI-PNYkc9nw/s1600-h/Optimus.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356612345360884658" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 224px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SlaCjCy1I7I/AAAAAAAAAJc/AI-PNYkc9nw/s320/Optimus.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Me deu dor de cabeça! Olha, eu já suportei asteróides em rota de colisão com a terra, o ataque japonês a Pearl Harbor, carros sendo jogados de um caminhão cegonha, rodas de trens sendo arremessadas contra carros e os Autobots lutando contra os Deceptcons no centro de Los Angeles; mas confesso que este &lt;em&gt;Transformers: A Vingança dos Derrotados&lt;/em&gt; me deu dor de cabeça. Se a ordem era avacalhar na seqüência, Michael Bay conseguiu. Se a lei é dobrar e ampliar tudo o que tinha de bom no primeiro filme, Michael Bay cumpriu. Aliás, com seu fascínio sádico por explosões e destruição, acabou transformando a continuação de um dos melhores filmes de 2007 numa verdadeira bagunça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das coisas mais legais do primeiro &lt;em&gt;Transformers&lt;/em&gt; era a novidade. A surpresa de ver os robôs quadrados do desenho animado ganharem contornos mais realistas e lutarem entre si de forma bruta numa trama que, apesar de longa, trazia um tom mais sério e mais adulto. E mesmo sendo um legítimo filme de Michael Bay e embora houvesse uma grande descrença que aquilo tudo pudesse funcionar, o longa agradou e surpreendeu. Mas o diretor resolveu chutar o balde. Com mais dinheiro nas mãos e a ambição de criar algo bem maior e que arrecadasse mais dinheiro, Bay transformou o filme inteiro numa grande piada. E daquelas de mau gosto, diga-se de passagem. O roteiro de Ehren Kruger, Roberto Orci e Alex Kurtzman (estes dois últimos, acreditem, os mesmos do novo &lt;em&gt;Star Trek&lt;/em&gt;) foi escrito para que nada fosse levado a sério. Nem a trama e muito menos os robôs, o que aproxima mais ao clima infantil da nova série animada. E o diretor aproveita bem esse desleixo dos roteiristas e dá ao público o que mais sabe fazer: ação desnorteante e muita, mas muita firula estilística. Em meio a uma trama simples, meia dúzia de non sense e muita piada chula e apelativa, Bay remenda tudo com muita destruição e barulho. Se você tiver labirintite, por favor, assista a outro filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas algumas coisas até se salvam. Os efeitos visuais ainda são os verdadeiros astros do filme. A interação dos robôs com o ambiente e com os humanos beira a perfeição. Infelizmente Optimus e Bumblebee têm seu tempo em cena diminuído para abrir espaço para quase meia centena de novos robôs - alguns, inclusive, completamente descartáveis como certa duplinha metida engraçadinha. Entre os humanos, Shia LaBeouf ainda é o maior destaque, apesar de carregar o chatíssimo Ramon Rodriguez na sua cola querendo roubar a cena. Tenho que confessar uma coisa: mesmo Michael Bay sendo um diretor previsível e, de certo modo, intragável, o cara sabe comandar um espetáculo como ninguém. Vide a cena de briga na floresta e luta final dos robôs em cima das pirâmides. Até a edição está menos frenética que de costume (mas o slow-motion é usado em abundância). Visualmente impressionante e notadamente descartável, este é &lt;em&gt;Transformers 2&lt;/em&gt;. Além de longo, cansativo, barulhento e um tanto divertido. E me deu dor de cabeça. Ao menos uma propaganda merece menção: mulheres comprem o sutiã da Megan Fox, este agüenta muita correria e até explosões no deserto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 8,5&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-2281148509186642789?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/2281148509186642789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=2281148509186642789&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/2281148509186642789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/2281148509186642789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/07/transformers-vinganca-dos-derrotados.html' title='Transformers: A Vingança dos Derrotados'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SlaCjCy1I7I/AAAAAAAAAJc/AI-PNYkc9nw/s72-c/Optimus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-8568849333013305496</id><published>2009-06-27T07:44:00.007-02:00</published><updated>2009-07-09T21:53:55.286-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficção Científica'/><title type='text'>Star Trek</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SkXqKvv7zXI/AAAAAAAAAJM/1K4MCesTroE/s1600-h/Star+Trek.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351941202536811890" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 180px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SkXqKvv7zXI/AAAAAAAAAJM/1K4MCesTroE/s320/Star+Trek.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Há uma verdade absoluta que diz que o bom filme é aquele que agrada o público e a crítica. Em outras palavras, o retorno financeiro e o porta-voz do marketing. Mas a crítica especializada é um mero detalhe quando no público há gregos e troianos, sérvios e croatas, católicos e protestantes, xiitas e sunitas. Daí o verdadeiro bom filme é aquele que agrada ambas as partes: os fãs radicais e os iniciantes. E &lt;em&gt;Star Trek&lt;/em&gt;, 11º longa-metragem da série cinematográfica derivada do seriado televisivo dos anos 1960 criado por Gene Roddenberry, consegue essa homérica proeza. Você realmente vai adorar o filme, independentemente de não ser um trekker, nerd, geek ou freak.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ser escolhido para dirigir a parte zero da franquia e dar-lhe novo fôlego, o diretor J.J. Abrams, sumidade entre os nerds, pôs a mão numa colméia cheia de abelhas italianas ferocíssimas. E embora este seja apenas o seu 2º longa nos cinemas, Abrams mostrou uma segurança incrível no comando desta nova empreitada. Mas isto não seria possível caso não tivesse sido bem amparado pelo roteiro coeso, inteligente e bem amarrado de Roberto Orci e Alex Kurtzman. Abrams criou o filme perfeito para a série. Até mesmo os que jamais puseram os olhos num &lt;em&gt;Jornada nas Estrelas&lt;/em&gt; vão sair íntimos dos personagens e termos ao fim da sessão. Não é exagero dizer que o diretor conseguiu ir além dos confins da fronteira final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo longa foca o nascimento e o crescimento do capitão Kirk e do Sr. Spock. E em como dois seres completamente distintos e de visões diferentes se tornaram a dupla mais famosa da cultura pop. Nada do companheirismo suspeito de Sam e Frodo ou do dinamismo disfarçado de Robin e Batman. Kirk e Spock eram amigos de verdade e, não me entendam mal, se completavam. Além de ficção científica, &lt;em&gt;Star Trek&lt;/em&gt; fala da amizade entre dois homens e de como o surgimento da mesma definiu o rumo das missões da Entreprise. Kirk tendo que aceitar seu fado genético e Spock tendo que lidar com o dilema ilógico de não querer ter emoções. Chris Pine e Zachary Quinto abraçam com amor seus papéis e ainda o fazem parecer o mesmo personagem que tanto admiramos ao manterem certos cacoetes pessoais criados pelos seus interpretes clássicos. O Kirk de Pine ainda continua prepotente e canastrão como o de William Shatner e o Spock de Quinto ainda é frio e incisivo como o de Leonard Nimoy (que, aliás, também está no filme!). Fascinante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mesmo com a trama girando em torno da dupla, Abrams ainda dá espaço para toda tripulação - Uhura, Checov, Sulu, McCoy e Scott. Todos estão bem desenvolvidos e tem seu espaço, deixando até em certos momentos a condição de ilustres coadjuvantes e sendo importantes no desenrolar da ação. Falando em ação, não há porque negar que as cenas espaciais são empolgantes à beça. Difícil se conter na cadeira tamanha a euforia que elas proporcionam. O diretor põe na dose certa suspense, emoção e humor numa mesma seqüência, deixando-a mais instigante e crível, jamais abusiva, da forma como ele sempre fez em suas criações televisivas. &lt;em&gt;Star Trek&lt;/em&gt; agora abraça o futuro. Futuro este já anunciado há 40 anos, tão familiar e nem um pouco surpreendente para os dias de hoje, mas um tanto exagerado e, convenhamos, um tanto jurássico se olharmos para trás. Esta é a evolução do cinema. Esta é a evolução da franquia. E depois deste renascimento, esperamos que, de agora em diante, &lt;em&gt;Star Trek&lt;/em&gt; tenha uma vida longa e próspera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 9,5&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-8568849333013305496?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/8568849333013305496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=8568849333013305496&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/8568849333013305496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/8568849333013305496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/06/star-trek.html' title='Star Trek'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SkXqKvv7zXI/AAAAAAAAAJM/1K4MCesTroE/s72-c/Star+Trek.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-8016090794501810987</id><published>2009-06-10T13:50:00.007-02:00</published><updated>2009-06-10T14:03:00.074-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>O Exterminador do Futuro: A Salvação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/Si_WdSsNXKI/AAAAAAAAAJE/LDyWFb8538o/s1600-h/T4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345727081433881762" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 179px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/Si_WdSsNXKI/AAAAAAAAAJE/LDyWFb8538o/s320/T4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;McG é o Dr. Victor Frankenstein do cinema. Ao ser escolhido para ressuscitar a franquia &lt;em&gt;Terminator&lt;/em&gt;, o diretor se encheu de excitação, fascínio e admiração pelo posto que assumira, se dedicou ao máximo a labuta e obrigou o mundo a se orgulhar do que concebeu. O resultado porém, tal o monstro de Frankenstein, é ao mesmo tempo impressionante e assustador. McG deu vida a &lt;em&gt;O Exterminador do Futuro: A Salvação&lt;/em&gt; montando-o com pedaços dos outros três filmes da saga. O 4º filme é descaradamente o novo começo da franquia, agora situada no futuro já plantado por James Cameron há 25 anos. E ao ver aquele corpo morto na íntegra (o futuro apocalíptico dominado pelas máquinas) caminhar pela tela, dá até para ouvir o grito empolgado do doutor, digo, do diretor: ‘It´s alive!’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É clara a ambição dele em fazer de &lt;em&gt;T4&lt;/em&gt; uma obra que fugisse do rótulo fácil de “filme de verão” e tentar provar de uma vez por todas que consegue fazer algo melhor que &lt;em&gt;As Panteras&lt;/em&gt;. O resultado, como já falei, empolga e decepciona. Ao recomeçar a saga de um ponto interessante (o futuro), McG tentou realizar uma continuação independente, isto é, uma seqüência que, apesar da cronologia confusa de datas, poderia viver sem seus antecessores. Entretanto, o mal que assola Hollywood – aquele que obriga os grandes filmes a abrir espaço para a já certa continuação – manda toda sua independência e originalidade pelo ralo. Seqüências têm que surpreender ao serem o que são, e não precisam necessariamente trazer derivados na sua cola. Mesmo assim, McG dirige o filme com uma sinceridade admirável; controla todo aquele histrionismo peculiar que lhe deu fama de exagerado e consegue transmitir todo o carinho que tem pelo material ao conduzir a trama com maestria. Até Danny Elfman com seus acordes eloqüentes mantêm-se discreto ao reger a trilha sonora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o futuro da saga, literalmente, é algo complexo de se lidar e McG, infelizmente, ainda não é um diretor de cacife para lidar com tamanha complexidade. Seu Frankenstein claudica e não é pouco. Uma das coisas mais legais dos filmes anteriores, principalmente dos dois primeiros, era a tensão ininterrupta, o fato de algo praticamente indestrutível estar na cola dos protagonistas o tempo inteiro, sem trégua, sem descanso, e a ação espetacular vinha desses momentos de correria. Neste não há aquele suspense angustiante, não há mais a esperança vã de que o futuro possa ser mudado. Já estamos nele e a guerra entre humanos e máquinas é concreta. O óbvio toma conta da batalha. As cenas de ação são bem coreografadas (vide a seqüência com as motoexterminadoras), mas fogem do controle às vezes. Existem porque tem que existir (ora bolas, é um filme de ação!), só que não fazem mais parte do contexto da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;John Connor agora assume o posto de líder ao qual tanto profetizaram e Christian Bale segura bem este legado. Mas é na grata surpresa Sam Worthington que repousa toda a alma do longa. Seu Marcus Wright é o ponto de equilíbrio da guerra. Mezzo humano, mezzo máquina, ele mescla bem a humanidade hipócrita dos sobreviventes com a sagacidade e sensatez fria dos robôs. E por incrível que pareça, demonstra mais humanidade do que todos ali. À parte disso, McG também aproveita alguns momentos para homenagear James Cameron. Peraí, homenagear? Por favor, o filme é uma continuação de fatos não uma refilmagem. Ninguém morreu, não há necessidade de se copiar cenas de outros filmes como forma de respeito ao criador. O filme em si, por existir, já é uma homenagem. Bastasse isto. Até a ponta do T-800 “interpretado” por Schwarzenegger parece mais um tributo do que algo realmente essencial à história. &lt;em&gt;O Exterminador do Futuro: A Salvação&lt;/em&gt; diverte muito, mas McG ainda vai ter que ralar bastante para chegar ao PhD de Cameron. Só que depois desse Frankenstein que ele criou e depois de sua conclusão esperançosa e piegas, não é de espantar que ele venha com um &lt;em&gt;A Noiva de Frankenstein&lt;/em&gt; na próxima. Hum...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 8,0&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-8016090794501810987?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/8016090794501810987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=8016090794501810987&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/8016090794501810987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/8016090794501810987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/06/o-exterminador-do-futuro-salvacao.html' title='O Exterminador do Futuro: A Salvação'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/Si_WdSsNXKI/AAAAAAAAAJE/LDyWFb8538o/s72-c/T4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-5307800039482265067</id><published>2009-05-22T14:09:00.005-02:00</published><updated>2009-05-22T14:25:59.931-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>Anjos e Demônios</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/ShbObUEvA9I/AAAAAAAAAI0/czqOvV5PhRE/s1600-h/Anjos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5338681376934659026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 220px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/ShbObUEvA9I/AAAAAAAAAI0/czqOvV5PhRE/s320/Anjos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Fato: eu não li &lt;em&gt;Anjos e Demônios&lt;/em&gt;, a primeira obra de Dan Brown que apresenta o professor de simbologia Robert Langdon. Daí fui assistir a adaptação cinematográfica, a segunda com o professor de simbologia Robert Langdon, leigo de sua fonte. Conclusão? Gostei, mas com um tantinho de desgosto. Olha, não quero bancar o chato, o crítico metido a besta que vê problema onde não tem, mas como bom apreciador você tem que ter os pés no chão e a cabeça no lugar. E &lt;em&gt;Anjos e Demônios&lt;/em&gt;, o filme, é a típica parte dois de uma franquia que não ambiciona ser melhor que o original, sendo, na verdade, um típico filme de verão cheio de fórmulas que entretém, sem ousadia, rotulado e descartável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se &lt;em&gt;O Código Da Vinci&lt;/em&gt; já era uma adaptação irregular por deixar muita coisa da história no chão para se adequar as regras hollywoodianas, imagino que, se comparado a obra literária, &lt;em&gt;Anjos e Demônios&lt;/em&gt; seja uma porcaria. E sou atrevido em dizer que a culpa deste mau-agrado é de duas pessoas: Ron Howard e Akiva Goldsman. Este, o roteirista mais formuláico dos EUA, tem a proeza de não inovar nunca na estética. Pode conferir que, mesmo em mãos de diretores diferentes, seus textos seguem uma cartilha básica. E ainda é mestre em criar frases de efeito vergonhosas. Nem a escrita ágil de Dan Brown sai ilesa de seu padrão. Com relação a Ron Howard, bem, não há muito o que falar. É de surpreender que um cineasta com tantos filmes no currículo ainda trabalhe como peão de produtor, sem um pingo de criatividade técnica e sem marca autoral. O pior é que ele ainda pensa que é um grande diretor, dando zoons e closes em objetos sem qualquer motivo aparente. Ao menos sabe orquestrar bem momentos de tensão e cenas de ação ligeiras. Mas a experiência do corre-corre de &lt;em&gt;O Código Da Vinci&lt;/em&gt;, intensificada em &lt;em&gt;Anjos e Demônios&lt;/em&gt;, o faz pensar ser um John Frankenheimer. Easy Ron, easy!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trama, menos verborrágica e instigante que &lt;em&gt;O Código Da Vinci&lt;/em&gt;, traz como foco central a sociedade secreta Illuminati e seu plano de dizimar o Vaticano com uma bomba de antimatéria. É ágil e acelerada e dosa bem tensão e ação. Entretanto, o excesso de suspense e dramaticidade em algumas cenas acaba por diminuir sua força. Ewan McGregor como o camerlengo Patrick McKenna até se esforça para não parecer canastrão, enquanto a pouca expressiva Ayelet Zurer, que interpreta a Dra. Vittoria Vetra, mais parece um objeto de figuração em algumas cenas. Mas temos Tom Hanks para levantar a moral do filme! Pela segunda vez bancando o Harrison Ford, Hanks não precisa se esforçar muito para cativar a platéia. Se Hanks ri, o público sorri de volta. Além disto, o filme também ganha pontos por mostrar as entranhas do Vaticano (de forma bem casta, é bom ressaltar) e por proporcionar um tour terrestre e panorâmico pelos pontos turísticos de Roma. E caminha bem até o clímax, heróico em demasia, absurdo em concepção, que deixa um tanto óbvia e sem impacto a reviravolta final. Por fim, não há como não categorizar &lt;em&gt;Anjos e Demônios&lt;/em&gt; como um mero sub-produto de Indiana Jones (do tipo de &lt;em&gt;A Lenda do Tesouro Perdido&lt;/em&gt;), e até que não faria feio se fosse exibido como inédito no Supercine num sabadão chuvoso. Agora com licença, deixem-me voltar ao trabalho, tenho que mudar o mundo. Valeu pela dica professor Langdon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 8,0&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-5307800039482265067?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/5307800039482265067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=5307800039482265067&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/5307800039482265067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/5307800039482265067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/05/anjos-e-demonios.html' title='Anjos e Demônios'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/ShbObUEvA9I/AAAAAAAAAI0/czqOvV5PhRE/s72-c/Anjos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-3897510681534699112</id><published>2009-05-12T12:06:00.003-02:00</published><updated>2009-05-12T12:17:58.604-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>X-Men Origens: Wolverine</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SgmCqRZeUCI/AAAAAAAAAIk/00tmBPUZG40/s1600-h/Wolverine.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5334938896333426722" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 217px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SgmCqRZeUCI/AAAAAAAAAIk/00tmBPUZG40/s320/Wolverine.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Confesso que fiquei com uma incomoda questão ao fim da sessão de &lt;em&gt;X-Men Origens: Wolverine&lt;/em&gt;: será que eu li muita HQ ou será que li pouca? Afinal, não entendi a avalanche de críticas detrativas que soterrou o filme. Sério mesmo. Ok, o filme não é a 7ª maravilha do cinema, nem muito menos é adulto e visceral como &lt;em&gt;&lt;a href="http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/07/batman-o-cavaleiro-das-trevas.html"&gt;Batman - O Cavaleiro das Trevas&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; (as comparações, inclusive, já estão cansando), até porque, como se vê, a Marvel caminha na contramão da DC. Agora, como produto de entretenimento e espetáculo de ação – justamente a forma como foi concebido – o primeiro filme solo do mutante mais popular dos quadrinhos cumpre bem o seu papel. E, ao final, não deixa o dissabor que &lt;em&gt;X-Men: O Confronto Final&lt;/em&gt; deixou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da decepção de alguns fãs quanto à seriedade de Wolverine ou mesmo a alguns momentos de agressividade excessiva, é bom ressaltar que o personagem nas telas é quase uma cópia de sua versão em quadrinhos. Porém, um tanto diferente para aqueles que o conhecem de uma única fonte (as HQs dos anos 1990). Mas digamos que o roteiro de David Benioff mescla bem as histórias criadas por Chris Claremont e John Byrne (das quais sou fã) com a mini-série &lt;em&gt;Origem&lt;/em&gt; de Paul Jekins e Andy Kubert sem ignorar a mitologia desenvolvida para o cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visto por uma ótica de iniciante, ou por quem é fã apenas dos desenhos animados ou da trilogia cinematográfica, o filme é um arraso. Entretanto, caso você seja um fã mais radical ou esperar a qualidade técnica de um &lt;em&gt;X-Men 2&lt;/em&gt;, vai se frustrar. Não vou culpar o diretor Gavin Hood, que, mesmo sendo iniciantes em blockbusters, fez um ótimo trabalho. A culpa é dos produtores da Fox, opinantes e exigentes, que queriam um produto até certo ponto descartável, que gerasse dinheiro suficiente para seguir com a franquia dos mutantes no cinema. Daí o motivo de ter descontentado muita gente. Mas, convenhamos, o filme deslancha bem e tem cena memoráveis – o nascimento de Wolverine no tanque de adamantium é tão antológico quanto sua primeira aparição em &lt;em&gt;X-Men - O Filme&lt;/em&gt;. E Hugh Jackman que, sem se esforçar mais para interpretar, deu ao papel de sua vida um tom mais apropriadamente animalesco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nem tudo é perfeito. A visível ganância dos produtores em criar franquias derivadas quebra o ritmo do filme. É chato o fato de, no terço final do filme, ficar a sensação de que a história não vai acabar e que um &lt;em&gt;Wolverine 2&lt;/em&gt; está na fila (e não estou nem contando com a intragável solução final dada). Certos exageros também comprometem a já duvidosa qualidade, visto que só agradam a adolescentes descerebrados que acham tudo “massa”. Além de dar pouca expressividade a certos personagens. Gambit, por exemplo, está ali apenas por mera desculpa do roteiro e não faria a mínima falta caso não tivesse dado as caras. E Deadpool, um dos personagens mais cool criados na década de 1990, tem pouco tempo em cena e ainda conseguiram estraga-lo no final. Não vou nem comentar a idéia de darem um filme solo a ele. Mesmo assim, &lt;em&gt;X-Men Origens: Wolverine&lt;/em&gt; é um bom começo para o que supostamente vem por aí. Já que a seqüência já está agendada, quem sabe eles não dão mais liberdade ao diretor Gavin Hood. A passagem de Logan pelo Japão tem muito o que se contar. Sem falar que ainda tem a Tropa Alfa... Trilogia? Veremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 9,0&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-3897510681534699112?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/3897510681534699112/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=3897510681534699112&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/3897510681534699112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/3897510681534699112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/05/x-men-origens-wolverine.html' title='X-Men Origens: Wolverine'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SgmCqRZeUCI/AAAAAAAAAIk/00tmBPUZG40/s72-c/Wolverine.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-2951747253468318060</id><published>2009-04-27T14:58:00.003-02:00</published><updated>2009-04-27T15:07:20.828-02:00</updated><title type='text'>COMUNICADO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SfXkaaXWutI/AAAAAAAAAIc/XyaUg0ut7q8/s1600-h/Smile.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329416876467862226" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SfXkaaXWutI/AAAAAAAAAIc/XyaUg0ut7q8/s200/Smile.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;Peço desculpas a todos que por aqui passam por andar um pouco atrasado nas minhas postagens. Primeiro por estar sem PC há quase um mês (já resolvido). Segundo, por estar um pouco sem tempo. Gostaria de me desculpar também com os amigos blogueiros, já que, devido ao segundo ponto da questão, andei um pouco relapso quanto às minhas visitas semanais. A todos agracio com os três últimos longas vistos e apreciados - espero que degustem bem as críticas - e a promessa de não mais atrasar tanto. Grato pelo carinho dos que aqui passam vez ou outra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;Um abraço a todos,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;Henrique Lima.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-2951747253468318060?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/2951747253468318060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=2951747253468318060&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/2951747253468318060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/2951747253468318060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/04/comunicado.html' title='COMUNICADO'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SfXkaaXWutI/AAAAAAAAAIc/XyaUg0ut7q8/s72-c/Smile.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-2236436024783766372</id><published>2009-04-27T14:50:00.007-02:00</published><updated>2011-01-30T19:40:01.697-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>Watchmen - O Filme</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SfXjFM_P9iI/AAAAAAAAAIU/enlyoaneZwY/s1600-h/Comediante.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 214px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329415412588213794" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SfXjFM_P9iI/AAAAAAAAAIU/enlyoaneZwY/s320/Comediante.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;Sabe, concordo com Alan Moore: &lt;em&gt;Watchmen&lt;/em&gt; nunca deveria ter sido adaptado para o cinema. Isto é apenas uma opinião pessoal, mesmo porque eu gostei pra caramba do filme. Mas acho que deveriam ter deixado quieto. Depois de quase 3 horas de filme, o diretor Zack Snyder merece parabéns pelo trabalho hercúleo que fez. O cara realmente é um visionário. Mas deveria ter deixado quieto. Diferentemente de &lt;em&gt;300&lt;/em&gt;, cujo filme implorava pela arte conceitual de sua fonte de inspiração, &lt;em&gt;Watchmen - O Filme&lt;/em&gt; deixa aquela mesma sensação indigesta que estragou &lt;em&gt;Sin City&lt;/em&gt;: a de que filmaram os quadrinhos da graphic novel. E isto, caros amigos, era um ponto que poderia ter sido evitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Watchmen&lt;/em&gt; é um ótimo filme sim, porém cheio de pecados. Pecados que, insisto, poderiam ter sido evitados e que condenam qualquer um ao inferno por macular algo sacro. É certo que tanto a HQ quanto o filme são destinados ao público adulto e que suas idéias são motivo para inúmeras discussões ao longo de semanas, mas, apesar de tudo, Snyder ainda conseguiu fazer uma obra de difícil assimilação. Adaptações não são direcionadas apenas para fãs da fonte, iniciantes também querem ir ao cinema. E para estes, a obra não é de bom agrado. Outro ponto: Snyder exagerou demais na violência. Na HQ já era um tanto exagerada, mas o diretor parece querer agradar os sádicos. Confesso que até eu fiquei chocado em determinadas seqüências. E neste ponto, Snyder tratou de fazer um filme exclusivamente para homens. E mesmo tendo uma heroína junto dos vigilantes mascarados, ela foi moldada para o público masculino. Isto afasta grande parte do público feminino. E por último, momentos importantes foram esvaziados para, talvez, aliviar a tensão do longa. Um exemplo: a cena da consumação sexual do Coruja com a Espectral ganhou ares cômicos e constrangedores ao ser acompanhada de uma trilha sonora errada e de analogias desnecessárias. Sacrilégio absoluto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, &lt;em&gt;Watchmen &lt;/em&gt;é um ótimo filme, porém sem o impacto da HQ. Simplesmente porque toda aquela paranóia do roteiro já existia no papel e que, ao longo de 20 anos, foi dissecada e clonada em outras mídias e adaptações. Mas há o que se louvar no filme. Os créditos iniciais exploram muito bem a mitologia da série e, sem exageros, é o melhor momento do longo por sua criatividade. O Dr. Manhattan está mais imponente e Roscharch, o real protagonista da obra, dá personalidade ao longa toda vez que entra em cena. O clímax também é espetacular, contudo, seu novo desfecho quebrou o clima da história. Por mais absurdo que fosse, o ataque de um monstro gigante ainda faria mais sentido do que o final ‘bem sacado’ imposto pelos roteirista e pelo cineasta. Por isso é que deveriam ter deixado quieto. &lt;em&gt;Watchmen&lt;/em&gt; poderia ter se tornado o melhor filme do ano, entretanto, acabou por ser só um ótimo filme. A verdadeira obra-prima continua sendo aquela escrita por Alan Moore e desenhada por Dave Gibbons. Uma pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 8,5&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-2236436024783766372?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/2236436024783766372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=2236436024783766372&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/2236436024783766372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/2236436024783766372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/04/watchmen.html' title='Watchmen - O Filme'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SfXjFM_P9iI/AAAAAAAAAIU/enlyoaneZwY/s72-c/Comediante.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-1120927427062371586</id><published>2009-04-27T14:29:00.004-02:00</published><updated>2009-04-27T14:49:12.388-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Animação'/><title type='text'>Monstros vs. Alienígenas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SfXeBnD9fUI/AAAAAAAAAIM/6BDvFZDQ9DM/s1600-h/Aliens.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329409853309680962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 343px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SfXeBnD9fUI/AAAAAAAAAIM/6BDvFZDQ9DM/s320/Aliens.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;Verdade seja dita: a Dreamworks não quer ser a Pixar. Por um lado é uma pena, já que o estúdio de &lt;em&gt;Toy Story&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Wall*E&lt;/em&gt; está anos-luz a frente de todos em termos de tecnologia e tem uma preocupação exemplar de gerar obras-primas. Mas, por outro lado, é uma boa já que o estúdio do &lt;em&gt;Shrek&lt;/em&gt; está mais preocupado em tirar sarro de tudo e de todos, criar personagens insanos e incorretos e mundos cheios de entranhas curiosas - e, consequentemente, gerar franquias ao explorá-las. Além de conceber ótimas histórias e nos presentear com uma boa dose de diversão inteligente. E, bem, caso vire uma obra-prima foi por mero acaso das circunstâncias. &lt;em&gt;Monstros vs. Alienígenas&lt;/em&gt; não foge ao lado bom dessa verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero parecer ousado ou ultrajante, mas &lt;em&gt;Monstros vs. Alienígenas&lt;/em&gt; foi a primeira animação a que assisti que realmente só tem graça se vista no cinema. A fotografia sem dimensões dá espaço para um visual grandioso e riquíssimo em detalhes. Em outras palavras, é impressionante. Nisto pesa o fato de o filme ter sido criado para ser exibido em 3D estereoscópio. Ah, e este foi um dos meus temores: assistir um filme em 3D sem a imersão que os óculos especiais proporcionam e ver uma animação que, por desculpa do uso dessa tecnologia, atiraria objetos o tempo todo na platéia. Com exceção de uma ou duas cenas, praticamente isso não é visto. O efeito 3D é mais de profundidade. Daí gerar uma curiosidade mórbida de assisti-lo com os tais óculos graças à ação ligeira e a grandiosidade da fotografia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O longa da vez da Dreamworks trata de homenagear e satirizar os filmes de ficção científica B dos anos 1950, e ao faze-lo põe-se num dilema crítico: ao qual público é realmente destinado. Está certo que quem lota as sessões são os adultos, mas deveriam ter dado mais distinção nas cenas, ao invés de querer agradar a todos de uma vez. Eu pelo menos não vejo graça em piadas infantis e sei que crianças não entendem quando há uma homenagem a, por exemplo, &lt;em&gt;Contatos Imediatos do Terceiro Grau&lt;/em&gt;. Tirando esse detalhe e o destoante, porém necessário prólogo do filme - sabendo que a personagem principal, Susan Murphy, é dublada por Reese Witherspoon e carrega nuances de sua personalidade, o início do filme mais parece uma homenagem a um dos sucessos insípidos da atriz, &lt;em&gt;Doce Lar&lt;/em&gt; -, todo o restante do longa é um arraso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, ao comparar&lt;em&gt; Monstros vs. Alienígenas&lt;/em&gt; com &lt;em&gt;&lt;a href="http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/07/kung-fu-panda.html"&gt;Kung Fu Panda&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; fica evidente a evolução na inovação técnica e no visual de cair o queixo. Também corrigiram o erro com relação às piadas. Desta vez puseram gags realmente hilariantes (a cena da apresentação dos monstros ao presidente é de chorar de rir). Contudo, faltaram aquela lições filosóficas do filme do panda Po. Há uma moral sim, porém ela passa batido ao público. &lt;em&gt;Monstros vs. Alienígenas&lt;/em&gt; é um espetáculo pra lá de divertido e inovador, mas faltou um tantinho de ousadia criativa. Os personagens continuam insanos, mas evitam ser politicamente corretos (até porque são párias monstruosas). O roteiro é limpo e inteligente, porém criado com um único intuito: gerar dinheiro. Conseguiram. Mas o grau de satisfação não atingiu 100%. Quem sabe na próxima...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 8,0&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-1120927427062371586?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/1120927427062371586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=1120927427062371586&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/1120927427062371586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/1120927427062371586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/04/monstros-vs-alienigenas.html' title='Monstros vs. Alienígenas'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SfXeBnD9fUI/AAAAAAAAAIM/6BDvFZDQ9DM/s72-c/Aliens.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-3267494661349266942</id><published>2009-04-27T14:21:00.004-02:00</published><updated>2009-04-27T14:27:53.854-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Drama'/><title type='text'>O Curioso Caso de Benjamin Button</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SfXbz0iKKlI/AAAAAAAAAIE/0dr4xEno4Gw/s1600-h/Benjamin.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329407417384577618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SfXbz0iKKlI/AAAAAAAAAIE/0dr4xEno4Gw/s320/Benjamin.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;O Curioso Caso de Benjamin Button&lt;/em&gt; é um paradoxo. É um filme de David Fincher que menos se parece com um filme de David Fincher ao mesmo tempo que é todo David Fincher. Confuso? Pois não fique. Toda essa minha retórica de nada serve, foi apenas um devaneio displicente de alguém que viu uma obra-prima emanar da tela do cinema. Presenciar um evento desses em ambiente natural (a tela grande) só me faz gostar ainda mais de cinema e perceber o quanto àquelas imagens e palavras ali vivenciadas mexem com a gente de maneira inexplicável. Perdoem-me por tamanho eufemismo, mas o filme me abalou de verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que fique claro uma coisa: a única semelhança entre Benjamin Button e Forrest Gump é o fato de Eric Roth assinar o roteiro dos filmes de ambos. E só. Mesmo que alguns desocupados na internet atentem semelhanças aos dois, o filme de David Fincher em nada lembra o oscarizado longa de Robert Zemeckis. Do início ao fim &lt;em&gt;O Curioso Caso de Benjamin Button&lt;/em&gt; é de uma melancolia indescritível. É um filme triste, por vezes engraçado, mas triste em sua concepção e conclusão. Toda a tristeza ali vista é acentuada pela fotografia em tom pastel de Claudio Miranda, pela trilha soturna de Alexandre Desplat e pela direção detalhista de Fincher. Sem falar em Brad Pitt, imerso de corpo e alma em Benjamin Button (e melhorando como ator a cada novo papel). Ele molda a personalidade e o caráter de Benjamin de forma tão crível que nos envolve de forma quase paternal no seu carma. Nós rimos com ele, torcemos por ele, vibramos com ele a cada novo feito, sofremos com ele e choramos por ele. Nós somos expectadores passivos de sua felicidade disfarçada. Já Cate Blanchett, ótima como sempre, é a outra metade Button, é a expectadora ativa de sua trajetória nada convencional. É em sua Daisy que repousa toda a história do homem que nasce velho e morre jovem. E todo o amor dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por falar em amor, o roteiro de Roth foca justamente nele. Seu surgimento, seu ápice e seu inevitável fim. Porém, as questões que Fincher deixou são a respeito da vida e da morte. Digamos que esta última é uma constante no longa. Nosso fado, nossa única certeza. Button nos deixa claro que nunca se é novo demais ou velho demais para a vida. Fincher deixa uma pergunta: quando exatamente a vida começa? Ou termina? E o texto cheiro de frases edificantes não deixa nenhuma lição de moral, por incrível que pareça. A impressão que fica é que você nunca vive o suficiente; que tudo o que você viu e aprendeu ao longo da vida de nada servem quando chega à hora da morte. Benjamin Button não percebe, mas morre da pior maneira possível: tendo acabado de nascer. Aí amigo, como na vida real, as lágrimas são inevitáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;NOTA: 9,5&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-3267494661349266942?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/3267494661349266942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=3267494661349266942&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/3267494661349266942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/3267494661349266942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/04/o-curioso-caso-de-benjamin-button.html' title='O Curioso Caso de Benjamin Button'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SfXbz0iKKlI/AAAAAAAAAIE/0dr4xEno4Gw/s72-c/Benjamin.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-4552326844145548650</id><published>2009-03-17T19:30:00.004-02:00</published><updated>2010-03-14T18:59:52.314-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>RocknRolla - A Grande Roubada</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/ScAWjZ1ka0I/AAAAAAAAAH8/0zjNbusCT2k/s1600-h/RocknRolla.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 204px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314272357783989058" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/ScAWjZ1ka0I/AAAAAAAAAH8/0zjNbusCT2k/s320/RocknRolla.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;“O que é um RocknRolla? Não é só rock, drogas e idas ao Pronto Socorro. (...) É tudo isso junto.” A frase que abre o novo filme de Guy Ritchie explica bem o que é: uma avalanche de tudo o que ele próprio já fez. E tal qual uma noite de excessos deixa uma headaches daquelas em seguida. Recebido como um retorno do cineasta ao seu celebrado início de carreira, quando era visto como uma versão inglesa e nervosa de Quentin Tarantino, o longa deixa um pouco a desejar. Não que o filme em peso seja ruim, longe disso, apenas não merece tanto celeuma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da má recebida sensação de déjà-vu, o longa tem seus méritos. A começar, é carregado da boa ironia corrosiva do diretor, bem ilustrada nos diálogos afiadíssimos (“Se houver uma Terceira Guerra Mundial será por causa dele”; “Está vendo aquele maço de cigarros? Todas as verdades da vida estão dentro dele”), a edição ainda é ágil e estilizada e a trilha sonora pop-rock continua no tom certo. Porém, falta o humor tresloucado de &lt;em&gt;Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes&lt;/em&gt; e os personagens bizarros e bem construídos de &lt;em&gt;Snatch&lt;/em&gt;, sua obra-prima. Falta também certo grau de ineditismo, o que, de certa forma, faz de &lt;em&gt;RocknRolla&lt;/em&gt; uma mistura dos outros dois longas citados. Se não temos Jason Statham como protagonista temos Gerard Butler (com menos prognatismo que de costume) com mais graça e menos marra. Se não temos Brad Pitt como coadjuvante temos Tom Wilkinson (mais careca que de costume) e Thandie Newton (mais ardilosa que de costume), só que sem o peso do nome para se destacar. Sem falar que Guy Ritchie carrega o triste estigma de ser ex-marido de Madonna. Claro, isto pouco tem a ver com o filme - ou melhor, nada tem a ver, mas o peso do nome da pop star o afastou um pouco da mídia como bom cineasta, culminando num descrédito junto ao público. Ô carma...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Como nos outros filmes do diretor, a trama cheia de personagens surreais gira em torno de um objeto. Depois de duas espingardas e um diamante, o da vez é um quadro que nunca é mostrado. E desta vez, há tanta informação jogada ao mesmo tempo que deixa a história um tanto confusa até mais ou menos sua metade. Com mais personagens em cena que de costume, as várias sub-tramas que se interligam chegam um pouco a atrapalhar. Pelo menos Ritchie acerta no tom de suas criaturas, ainda os fazendo perigosos, excêntricos e atabalhoados. E ainda imprime bem a violência, outra marca registrada sua. Esta, inclusive, foi injustamente criticada por exceder no exagero. Neste ponto discordo de quem criticou seu excesso. Ritchie foi até mais suave que de costume. Não temos, por exemplo, um Vinnie Jones espancando ninguém na porta de um carro. No fim temos uma boa reciclagem de filmes bons. Palmas para Guy Ritchie! Que o diretor se mantenha no topo e faça mais. E menos do mesmo agora. Também, com Sherlock Holmes seria impossível...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;NOTA: 7,5 &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-4552326844145548650?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/4552326844145548650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=4552326844145548650&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4552326844145548650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4552326844145548650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/03/rocknrolla-grande-roubada.html' title='RocknRolla - A Grande Roubada'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/ScAWjZ1ka0I/AAAAAAAAAH8/0zjNbusCT2k/s72-c/RocknRolla.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-7628808277904058508</id><published>2009-03-16T19:12:00.003-02:00</published><updated>2009-03-16T19:18:52.643-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comédia'/><title type='text'>Se Eu Fosse Você 2</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/Sb7A8Up2gFI/AAAAAAAAAHk/Uu1JCt1Wi2I/s1600-h/VocÃª+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313896752912695378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/Sb7A8Up2gFI/AAAAAAAAAHk/Uu1JCt1Wi2I/s320/Voc%C3%AA+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;Em time que está ganhando não se mexe. A máxima do futebol também é aplicada com sucesso no cinema. E, num caso raro para o cinema nacional - o país do futebol, é bom ver um mesmo time vencer de novo. E de goleada. Em meio à eterna disputa da indústria cinematográfica brasileira em busca de espaço na longa fila de filmes comerciais norte-americanos, &lt;em&gt;Se Eu Fosse Você 2&lt;/em&gt;, seqüência do maior sucesso nacional de 2006, surgiu como um trator e tirou do caminho alguns arrasa-quarteirões ianques (ou “enlatados americanos” para os ufanistas xiitas) e se tornou a maior bilheteria do país desde a retomada. Surpresa? De maneira alguma. Faro popular. Coisa que o diretor Daniel Filho, com sua larga experiência, tem de sobra. Dar ao público o que ele quer e pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longe de ser chato ou enfadonho, &lt;em&gt;Se Eu Fosse Você 2&lt;/em&gt; consegue arrancar risadas até daqueles que não botam fé alguma em produções nacionais com elenco global. Apesar de roteiro carecer de originalidade (digamos que o filme é uma mistura liquidificada de &lt;em&gt;Sexta-Feira Muito Louca&lt;/em&gt; com &lt;em&gt;Um Espírito Baixou em Mim&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;O Pai da Noiva&lt;/em&gt;) a dupla central consegue, graças a uma química perfeita, nos fazer esquecer este importante detalhe. Tony Ramos e Glória Pires retomam o papel do casal que troca de corpo e agora, bem mais a vontade, entram de cabeça nos personagens e seguram o filme inteiro nas costas, não se intimidando em realizar cenas constrangedoras para fazer o público rir. E ainda parece que se divertiram a beça. Principalmente Tony, que desde o Manolo da novela &lt;em&gt;As Filhas da Mãe&lt;/em&gt; de Sílvio de Abreu não fazia um personagem cômico tão cativante. As cenas em que ele, encarnando a esposa, entra no apartamento de um amigo para urinar e a que entra como reserva num jogo de futebol são de chorar de tanto rir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já entre os coadjuvantes o destaque vai para Isabelle Drummond. A ex-Emília faz a filha do casal, então com 18 anos, que tem a ingrata tarefa de comunicar aos pais que está grávida. A partir daí a trama gira em torno dos preparativos do casamento da mesma. Mas as piadas, visuais e verbais, ainda continuam a saltar da tela como sapos na sua porta num dia de chuva. Algumas até forçadas, é verdade, mais ainda assim fazem a platéia rir. &lt;em&gt;Se Eu Fosse Você 2&lt;/em&gt; também é atrativo por ser uma continuação independente, ou seja, não precisa exatamente dos eventos do filme original para deslanchar. O filme só peca realmente no final, clichê e piegas, e ainda deixa uma descarada brecha para uma terceira parte, para quem sabe fechar com louvores a primeira franquia de sucesso do cinema brasileiro. Quem não gosta nem um pingo destes filmes de apelo popular (tipo os cinéfilos “cabeça” que só querem ver arte para divagar baboseiras em seus blogs sobre a lógica da arte) vai chiar bastante. Mas vendo pelo lado bom, esta é a fórmula do sucesso. Sucesso de público que há muito não se via. Deixe o preconceito de lado e corra pra ver enquanto ainda dá tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 9,5&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-7628808277904058508?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/7628808277904058508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=7628808277904058508&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/7628808277904058508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/7628808277904058508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/03/se-eu-fosse-voce-2.html' title='Se Eu Fosse Você 2'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/Sb7A8Up2gFI/AAAAAAAAAHk/Uu1JCt1Wi2I/s72-c/Voc%C3%AA+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-90101218560558837</id><published>2009-02-23T12:14:00.005-03:00</published><updated>2009-02-23T12:18:48.351-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>Corrida Mortal</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SaK9Yh8L1yI/AAAAAAAAAHM/buJisqaq744/s1600-h/Corrida+da+Morte.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306011540121179938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 221px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SaK9Yh8L1yI/AAAAAAAAAHM/buJisqaq744/s320/Corrida+da+Morte.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Você colocaria uma arma na mão de uma criança? Não, óbvio. Porém, ao fim da sessão de &lt;em&gt;Corrida Mortal&lt;/em&gt;, a sensação que ficou foi que a Universal havia feito este absurdo com o diretor Paul W.S. Anderson. Anderson, claro, não é mais nenhuma criança, mas tem idéias tão malucas quanto uma. Dono de uma filmografia irregular pontuada por adaptações de vídeo-games, continuações bastardas de séries mortas e refilmagens desnecessárias (neste balaio apenas um filme original e verdadeiramente bom, &lt;em&gt;O Enigma do Horizonte&lt;/em&gt;), além de idéias pra lá de bizarras, o cara ao menos tem autoridade de ter fazer o que bem entende com suas obras. E depois de assistir o ultra-divertido e exageradamente violento mais novo filme dele fica a questão: o que ele tem de tão especial para o estúdio financiar uma insanidade dessas? No frigir dos ovos, puseram uma arma na mão de uma criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que fique bem claro: &lt;em&gt;Corrida Mortal&lt;/em&gt; não é uma obra-prima do cinema. Por isto mesmo tratei de deixar meu senso crítico no sofá e entrei na platéia do público-alvo: aqueles moleques nerds loucos por adrenalina. Diversão escapista? Não. Diversão descerebrada. O filme é uma re-imaginação do clássico cult &lt;em&gt;Corrida da Morte - Ano 2000&lt;/em&gt;, e por ser o que é, pouco lembra o original. Aqui realmente as corridas são mortais e acontecem dentro de um presídio de segurança máxima. Daí vocês tiram os tipos de competidores. E em meio a um bolo de clichês prisionais, temos Jason Statham como protagonista. Statham, bem se sabe, é uma espécie de Marcos Pasquim inglês - por fazer sempre o mesmo papel, só que com mais “talento” e mais agressividade (ou seria agressividade menos cômica?). Um legítimo anti-herói brutamontes do século XXI. Resumindo, uma escolha acertada para o papel. Sai da frente dele, então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trama em si é uma mera desculpa para as corridas, estas sim o óxido nitroso do filme. Parecidas com um jogo de vídeo-game live action, cada volta é mais carregada de ação e violência que muito filme inteiro por aí. Difícil conter o entusiasmo com as “batalhas” dos carros. As corridas são tão insanas que causam um torpor de euforia em qualquer ser humano que as assistas. Sem falar nos carros, verdadeiras máquinas de matar. A cena com o Encouraçado é impressionante de tão absurda. Ah, o filme ainda tem Joan Allen, canastrona até o último fio de cabelo, como a durona diretora do presídio e uma decotadíssima Natalie Martinez para elevar ainda mais a taxa de testosterona sanguínea. Mas, quem liga para elas quando Jason Statham está ao volante!? O filme só perde o fôlego no dispensável final feliz com um discurso paterno visivelmente pessoal do diretor. Depois de tanto corre-corre, tanto faz. Vale a pena assistir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 8,0&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-90101218560558837?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/90101218560558837/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=90101218560558837&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/90101218560558837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/90101218560558837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/02/corrida-mortal.html' title='Corrida Mortal'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SaK9Yh8L1yI/AAAAAAAAAHM/buJisqaq744/s72-c/Corrida+da+Morte.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-4638161489977991803</id><published>2009-02-17T18:25:00.003-03:00</published><updated>2009-02-17T18:44:25.428-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Suspense'/><title type='text'>Fim dos Tempos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SZsuRWC-HAI/AAAAAAAAAHE/CbNOaQOeetM/s1600-h/Fim+dos+Tempos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303883861669583874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 186px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SZsuRWC-HAI/AAAAAAAAAHE/CbNOaQOeetM/s320/Fim+dos+Tempos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;A lei natural diz que devemos aprender com os nossos erros. E mais: o dito popular acrescenta que insistir no erro é um atestado de burrice. Quando isto acontece com reles mortais como nós, às vezes ninguém nem se importa. Quando acontece com fenômenos intelectuais como o diretor descendente de indianos M. Night Shyamalan, autor de filmaços como &lt;em&gt;O Sexto Sentido&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Corpo Fechado&lt;/em&gt;, um simples descontentamento vira uma discussão infindável. O fato é que Shyamalan passou de gênio a genioso, de intelectual a burro em meros 4 anos. Seria praga? Não. Tudo culpa do próprio ego. De ambições maiores que as necessidades. Pois é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos a &lt;em&gt;Fim dos Tempos&lt;/em&gt;. O suposto pedido de desculpas aos fãs por ter concebido o (exageradamente) criticado &lt;em&gt;A Dama n’Água&lt;/em&gt;, seu fracasso anterior. Sim amigos, sei que não é mais nenhuma novidade, mas &lt;em&gt;Fim dos Tempos&lt;/em&gt; fracassou também. E mereceu. Não estou aqui para destronar o longa como fizeram alguns críticos especializados, e sim para atestar o fato de não ter gostado da obra. A começar, a escolha equivocada de Mark Wahlberg para encabeçar o elenco. Se Shyamalan conseguiu extrair ótimas performances de Bruce Willis, Mel Gibson, Joaquin Phoenix e Paul Giamatti é porque eles tem talento para isto. Já Wahlberg não passa de um atorzinho limitado dono de uma única expressão facial (canastrona). O mesmo pode ser dito de Zooey Deschanel, que faz a esposa em crise psicológica de Wahlberg. O diretor errou até na inserção do coadjuvante rouba-cena. Neste caso, não que John Leguizamo seja um ator ruim, mas seu personagem tem pouco destaque e sai de cena cedo demais. Até um dos grandes méritos do diretor – o de conduzir crianças com excelência – parece ter se perdido com o seu toque de Midas. A menininha da trama é péssima e sua personagem chata. Que saudades da Abigail Breslin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shyamalan só não perdeu a mão para a condução da trama. Nisto posso tirar o chapéu. Seu domínio de câmera ainda perfeito e seu dom de criar tensão em momentos aparentemente banais valem a locação. Porém, a história que tinha tudo para ser uma de suas mais assustadoras, acabou por esconder o pouco talento que lhe restou. Perdido entre situações chatas, acontecimentos sem explicações (continue lendo) e diálogos vergonhosos, o filme vai perdendo seu impacto a medida que seu fim se aproxima. Não faltou esforço, só boas intenções. E se sua real intenção foi criar um filme B ao estilo das produções paranóicas que pipocavam nos cinemas dos anos 1950 (tipo &lt;em&gt;Os Invasores de Corpos&lt;/em&gt;), ficou só na intenção. Afinal, aquelas produções de outrora tinham razão para existir. &lt;em&gt;Fim dos Tempos&lt;/em&gt; não.  Passar uma mensagem ecológica? Hum, é bom prestar bem atenção caso alguém venha com essa desculpa. Em momento nenhum, incluso a explicação estapafúrdia do final, isto é evidenciado. E só. &lt;em&gt;Fim dos Tempos&lt;/em&gt; é um caso em que o trailer é melhor que todo o filme. Ao mostrar as cenas chocantes (essas sim valem nota e não sairão tão cedo do inconsciente) em poucos minutos, o diretor deixava qualquer um salivando. Ao misturá-las a uma trama tola, a expectativa vira decepção. Bons eram os tempos antes desse "acontecimento". Fim de carreira? Bem, ainda tenho fé nele. Quem sabe na próxima vez...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt; NOTA: 5,0 &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-4638161489977991803?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/4638161489977991803/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=4638161489977991803&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4638161489977991803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4638161489977991803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/02/fim-dos-tempos.html' title='Fim dos Tempos'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SZsuRWC-HAI/AAAAAAAAAHE/CbNOaQOeetM/s72-c/Fim+dos+Tempos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-3984806395141480405</id><published>2009-02-12T18:39:00.005-03:00</published><updated>2009-03-18T10:13:27.923-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comédia Romântica'/><title type='text'>Ressaca de Amor</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SZSXxpznOcI/AAAAAAAAAG0/_5XgG3DsHwk/s1600-h/Ressaca+de+Amor.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5302029540613634498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SZSXxpznOcI/AAAAAAAAAG0/_5XgG3DsHwk/s320/Ressaca+de+Amor.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Há uma nova tendência no cinema norte-americano: a dos filmes cada vez mais calcados na realidade. Ok, não falei nenhuma novidade. Só que não são apenas os filmes de ação que querem ser críveis ao grande público. A tendência anda abrangendo também as comédias românticas. Se antes as namoradas nos forçavam a assistir filmes melosos com piadas femininas sem graça e com um final clichê que as faziam suspirar e a nós corar, com essa nova onda de comédias, é bem provável que em breve o oposto venha a acontecer. O motivo mais evidente para esta reviravolta talvez seja o fato de as histórias sejam mais voltadas aos protagonistas masculinos e que os mesmos, vá lá, andem fugindo dos padrões atuais de beleza. Não é piada não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi-se o tempo em que os Tom Hanks e os Freddie Prinze Jr. da vida faziam as mulheres sonhar com os homens perfeitos que interpretavam. Belos, bem decididos e românticos ao ponto de largarem tudo para ficarem com a mulher que aprenderam a amar ao longo da metragem do filme. Este tempo, claro, ainda teima em não acabar, contudo, a realidade tende a tomar conta dos sentimentos. As bilheterias estão aí para provar. Agora, não que esses anti-galãs andem atraindo o público masculino ou tenham um feromônio irresistível às mulheres, mas o fato de serem mais ‘comuns’ os torna mais identificáveis conosco. É mais fácil crer que um cara desses consiga externar seus sentimentos do que um improvável homem perfeito. O amor, como bem sabemos, também pode ser feio e nem sempre a dor leva a redenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ressaca de Amor &lt;/em&gt;é um achado em meio tanta baboseira que é lançada mensalmente nos cinemas. A história é simples - depois de 5 anos de relacionamento, cara leva fora da namorada e terá que passar pelo longo suplício de ter que esquecê-la -, mas consegue envolver, mesmo ao longo de quase duas horas. Claro que, momentos chatos não faltam (uma ou outra sub-trama sem graça), mas o roteiro bem sacado do ator Jason Segel faz as compensações necessárias para não matar ninguém de tédio. Se o público não riu com determinada piada, ele manda uma mais engraçada na seqüência. Aliás, o próprio Jason é o protagonista da obra. Fazendo a linha ‘Will Ferrel menos histérico’, ele não tem vergonha de se expor ao ridículo e se submete com prazer a todas as humilhações as quais seu personagem é agraciado. Ponto para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme também ganha pontos por mostrar o ponto de vista masculino (sem machismos) em relação a um fora. Em outras palavras, nos torna também vítimas. Homens também sofrem. E sofrer também pode ser engraçado. No fim, quando tudo parece se resolver, sentimentos de incertezas e contradições tomam conta dele e de sua ex-amada Sarah Marshall (Kristen Bell, também abraçando com amor sua personagem megera), eis que o que iria descambar para o previsível acaba fugindo do óbvio. A moral da história é que, para acabar com a tristeza nem sempre é necessário voltar atrás. Ou que o verdadeiro amor nem sempre está onde nós pensamos que deve estar. E isto também não é nenhuma novidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 8,5&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-3984806395141480405?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/3984806395141480405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=3984806395141480405&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/3984806395141480405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/3984806395141480405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2009/02/ressaca-de-amor.html' title='Ressaca de Amor'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SZSXxpznOcI/AAAAAAAAAG0/_5XgG3DsHwk/s72-c/Ressaca+de+Amor.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-4740032768264811009</id><published>2008-12-23T18:03:00.020-03:00</published><updated>2009-04-27T14:50:09.154-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Animação'/><title type='text'>Madagascar 2 - A Grande Escapada</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SVFUGCzaLfI/AAAAAAAAAE8/eC-ZvLagNlg/s1600-h/Madagascar+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5283096300690746866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 178px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SVFUGCzaLfI/AAAAAAAAAE8/eC-ZvLagNlg/s320/Madagascar+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;Já não fazem desenhos animados como antigamente. Embora a frase expresse certa nostalgia e venha carregada com um tom melancólico, não são esses sentimentos que eu quero passar. Já não fazem desenhos animados como antigamente. A resposta? Que ótimo! Pois é, nada de contos de fadas, lições de moral, inocência ou mesmo finais felizes piegas. Os personagens dos longas de animação deixaram o Olimpo da perfeição (embora quase todos tivessem falhas de caráter, no fim descobriam que o importante é ser bom) e vieram habitar nosso mundo de imperfeições. E, não é de se admirar, estão cada dia mais parecidos conosco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;Madagascar 2&lt;/em&gt; cumpre bem a regra das continuações animadas: é mais legal que a primeira parte, é mais ágil, mais divertida e carrega na overdose de piadas. Foi-se o tempo em que os comediantes eram os únicos que divertiam o público. &lt;em&gt;Madagascar 2&lt;/em&gt; é mais engraçado que 90% das comédias disponíveis nas prateleiras de recém-lançamentos das locadoras da vida. Fato. Daí ter sido um sucesso. Crianças adoram. E como elas nunca vão sozinhas aos cinemas... Se o primeiro &lt;em&gt;Madagascar&lt;/em&gt; divertia os adultos com seus protagonistas cheios de neuroses e paranóias, suas referências cinematográficas, sua ironia e sarcasmo; a segunda parte parece querer só agradá-los. Porque, além de aumentar de forma cavalar os já citados pontos positivos, expressa bem o mundo louco e agitado em que vivemos, com uma sociedade cheia de tipos invejosos e que apresenta uma organização de fachada, com dilemas psicológicos impostos a cada um de nós diariamente: imaturidade, individualidade, incertezas sobre o que realmente queremos ser, escolhas erradas, amores fúteis - leia-se, atração pelo corpo, e revoltas contra o sistema, sem sequer sabermos qual real motivo da revolta (a cena da greve dos macacos é um bom exemplo dessa revolta, e qualquer semelhança com muita greve por aí não é mera coincidência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;Madagascar 2&lt;/em&gt; também tem um ritmo acelerado demais. E não há porque negar que também seja de uma insanidade total. Se a cena inicial com um flashback da vida do leão Alex passa uma imagem errada do clima do longa, a cena seguinte, ao som da contagiante ‘Eu Me Remexo Muito’, nos situa novamente naquela realidade que conhecemos 3 anos antes. E as piadas são histriônicas. Não há um segmento sequer que não seja de rachar o bico. Mesmo nos momentos em que as piadas são visivelmente desnecessárias, não dá pra contar a risada. Só pra se ter uma dimensão das situações, a cena do desastre aéreo é mais engraçada do que todo o longa &lt;em&gt;Apertem os cintos, o Piloto Sumiu!&lt;/em&gt;. Sem exageros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;Tudo está no seu lugar e todo mundo recebeu mais inspiração do roteiro. Se os pingüins eram os verdadeiros astros do primeiro filme, aqui eles ficaram com a sua real condição de coadjuvantes. Alex, Gloria, Marty e Melman deixaram as complicações com a falta de adaptação com um ambiente hostil de lado para cair, literalmente, na gandaia da savana. O filme só perde um pouco o ritmo quando foca nos humanos de verdade. Sinceramente, eles parecem menos humanos que os animais que os rodeiam. Estereotipados e eticamente nauseantes, se envolvem numa trama paralela de sobrevivência na selva que, apesar de essencial para o desfecho do longa, é praticamente descartável. O que importa é que, no final, todo mundo “remexeu” bastante. E já que eles resolveram ficar (ops, spoiler), que mantenham o ritmo de agora na inevitável e já aguardada parte três. E que o rei Julian venha novamente sem ter tomado o seu Gardenal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 9,0 &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-4740032768264811009?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/4740032768264811009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=4740032768264811009&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4740032768264811009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4740032768264811009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/12/madagascar-2-grande-escapada.html' title='Madagascar 2 - A Grande Escapada'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SVFUGCzaLfI/AAAAAAAAAE8/eC-ZvLagNlg/s72-c/Madagascar+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-5816996173564121770</id><published>2008-11-13T08:23:00.012-03:00</published><updated>2008-11-13T08:38:19.606-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>007 - Quantum of Solace</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SRwOaXzraPI/AAAAAAAAAEQ/yGcXbNx9m4Q/s1600-h/007.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5268101510346795250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SRwOaXzraPI/AAAAAAAAAEQ/yGcXbNx9m4Q/s320/007.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Não há nada pior do que gerar muita expectativa. Após o sucesso estrondoso de um longa, não é de espantar que o seu sucessor venha carregado de expectativas e com o peso de ser melhor em todos os aspectos. &lt;em&gt;Cassino Royale&lt;/em&gt; provou que James Bond podia ser truculento, grosseiro e cru, além de ter os pés bem fincados na realidade e vir cercado de uma qualidade técnica inigualável. &lt;em&gt;Quantum of Solace&lt;/em&gt; conseguiu manter o caráter e as características desse novo Bond encarnado por Daniel Craig, porém, faltou conteúdo, o recheio que confirmaria aquela qualidade, e até um pouquinho de bom senso. Apesar da ação realista, o público não é idiota. Daí ter frustrado tanta gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje o pior inimigo de James Bond é uma sombra chamada Jason Bourne. Bourne, bem se sabe, foi criado tendo 007 como inspiração, ganhou cinismo pelas mãos do diretor Paul Greengrass, e terminou inspirando o jeito de ser do próprio Bond (o tal feedback da cultura pop). Bourne e Bond são personagens completamente diferentes em se tratando de personalidade e caráter, contudo, seus métodos de “trabalho” são análogos. E isto é péssimo, principalmente se levarmos em conta que &lt;em&gt;O Ultimato Bourne&lt;/em&gt; ainda salta na mente. Entre entretenimento adulto e diversão escapista, o agente inglês preferiu a segunda opção. Não fui um dos muitos que se frustraram ao fim da sessão, mas confesso que, apesar de ter gostado, no total o filme não correspondeu as minhas expectativas. Craig ainda continua perfeito como este novo 007 e o diretor Marc Forster até que segurou bem as pontas. Só que faltou história. Nada contra o roteiro de Paul Haggis, mas a impressão que ficou foi que Forster queria mesmo era filmar ação, justo ele que prima bastante por história. Sem falar que, em determinados momentos, a trama fica um tanto confusa ao misturar a jornada pessoal de Bond e seu trabalho de espionagem envolvendo uma grande organização terrorista (a Quantum). Já com relação a ação, ela pulula ao borbotões. Quem foi apenas vê-la, deve ter perdido o fôlego. Daniel Craig bate com carro, cai de telhado, bate com lancha, corre, cai, pula de avião, corre no meio do fogo... de uma coisa eu tive certeza: o analgésico dele é bom pra caramba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tinha porque reclamar. O importante mesmo é que toda a estética dos filmes de 007 estava presente. E isso já basta para a alegria de qualquer fã (como eu). Uma cena de ação antes dos créditos; a abertura estilizada cheia de siluetas femininas (a música insossa do Jack White e da Alicia Keys não azeda o caldo); um pouquinho de espionagem ali; um cadinho de ação beirando o inverossímil ali; uma Bond girl elegante, cheia de atitude e com uma forte bagagem emocional; muitos comentários sarcásticos, o charme irresistível de outrora e um desfecho que nos deixa sem saber o que esperar da próxima aventura. Ou seja, sem a obrigação de superar seu antecessor. Exagerado, excessivo ou frustrante, não importa. O certo é que ele caminha para se tornar, além do brucutu, o canalha que a gente sempre admirou. Para o bem ou para o mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 8,5&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-5816996173564121770?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/5816996173564121770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=5816996173564121770&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/5816996173564121770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/5816996173564121770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/11/007-quantum-of-solace.html' title='007 - Quantum of Solace'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SRwOaXzraPI/AAAAAAAAAEQ/yGcXbNx9m4Q/s72-c/007.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-6308602327312943434</id><published>2008-10-31T20:54:00.004-02:00</published><updated>2008-10-31T21:03:28.687-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Terror'/><title type='text'>Imagens do Além</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SQuM6ti-irI/AAAAAAAAAEI/j8aKjvYMfTw/s1600-h/Imagens.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 210px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SQuM6ti-irI/AAAAAAAAAEI/j8aKjvYMfTw/s320/Imagens.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263455529799158450" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sabe aquela introdução da crítica de &lt;i style=""&gt;O Orfanato&lt;/i&gt; lá embaixo? Pois é, todo aquele blá, blá, blá, se é que alguém leu, também poderia servir de abertura aqui. Se &lt;i style=""&gt;O Orfanato&lt;/i&gt; é um exemplo de como se faz um filme de terror dos bons, &lt;i style=""&gt;Imagens do Além&lt;/i&gt; é o contra-exemplo. O longa tem simplesmente todos os defeitos que não deveriam aparecer em filmes do gênero. Tudo, mas tudo mesmo, que deveria ser evitado para não se cair na vala comum está presente. E o pior: ninguém parece incomodado com isto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A história se passa no Japão. E é dirigida por um nipônico. Mas, diferente do que se pense, o longa é uma refilmagem de uma obra trash tailandesa. E o elenco americano só denota que, no meio dessa salada toda, o azeite é hollywoodino. Então, não é de se espantar a desgraça que esta marca às vezes proporciona. Sem ligar um pouco para a introdução coincidentemente fantasmagórica de &lt;i style=""&gt;Encontros e Desencontros &lt;/i&gt;(recém-casados se mudam para o Japão, ele fotógrafo, ela a esposa abandonada perdida num país estranho), somos jogados numa trama onde o espírito de uma mulher supostamente atropelada começa a perseguir os protagonistas e aparecer em fotos sem alguma explicação aparente. O problema é que a “surpresa” de todo esse mistério é, pra ficar dentro do tema espiritual, psicografada antes da metade da projeção. A partir daí, salvo alguma exceções como a presença assustadora da atriz Megumi Okina que interpreta o espectro amaldiçoado e a cena arrepiante dos vultos entre os disparos dos flashs fotográficos no escuro, o filme todo é um amontoado de clichês evitáveis. Parece até que os sustos - a maioria bem anti-climáticos, é bom ressaltar - eram mais importantes do que o clima aterrorizante em si, apesar do esforço evidente do diretor em querer preservá-lo. Faltou savoir-faire.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E ainda tem a dupla principal. Os dois até que se esforçam, mas não convencem como um casal. Não há química. A magérrima Rachael Taylor é quem se sai melhor na equação, embora vacile quando dá alguns pitis. Contudo, é intragável demais o modo como se envolve tão profundamente na história toda e não perde a sanidade. Maldita natureza humana, certo!? E Joshua Jackson (quem? Ah, o Pacey Witter de &lt;i style=""&gt;Dawson’s Creek&lt;/i&gt;), bom, melhor nem comentar. Pelo menos o final “cada um tem o que merece” ou “aqui se faz, aqui se paga” não deixa gancho para uma continuação. Hollywood um dia aprende, eu tenho fé.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;NOTA: 6,0&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-6308602327312943434?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/6308602327312943434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=6308602327312943434&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/6308602327312943434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/6308602327312943434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/10/imagens-do-alm.html' title='Imagens do Além'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SQuM6ti-irI/AAAAAAAAAEI/j8aKjvYMfTw/s72-c/Imagens.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-3471894824398396238</id><published>2008-10-13T09:29:00.006-02:00</published><updated>2008-10-17T14:22:52.390-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Terror'/><title type='text'>O Orfanato</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SPMzRYna8TI/AAAAAAAAAD4/Lnp4fBfBi_o/s1600-h/Orfantao.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5256601563830087986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SPMzRYna8TI/AAAAAAAAAD4/Lnp4fBfBi_o/s320/Orfantao.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Terror é um generozinho de filme difícil de resenhar. Não liguem para o contraste, mas é mais ou menos como a comédia: a graça das piadas depende muito do seu estado de espírito. Não vou entrar em detalhes qualitativos, mas com o terror, a “graça” do filme também depende do seu humor. Às vezes o filme é uma porcaria, mas assistido num clima perfeito rende bons sustos. Todavia, um filme de apuro técnico invejável muitas vezes passa batido por excesso de expectativa. Essa discussão renderia uma redação, porém, tudo isso era apenas para ilustrar um detalhe: existem exceções à regra. E, apesar de raros, alguns filmes de terror te envolvem mesmo. Mesmo que você não queira. E &lt;i&gt;O Orfanato&lt;/i&gt; é um deles.&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:arial;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O longa de estréia do mexicano Juan Antonio Bayona tem uma premissa simples. Envolve passado, crianças, paranóia, paranormalidade e espíritos. Filmes com enredo comum, quando bem conduzidos, rendem pérolas como &lt;i&gt;Os Inocentes&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Os Outros&lt;/i&gt;; nas mãos mercenárias de um diretor operário somam ao trash obras dispensáveis como &lt;i&gt;O Amigo Oculto&lt;/i&gt;. Sob a direção de Bayona e com o amparo na produção de Guillermo del Toro (expert em orfanatos desde que fez &lt;i&gt;A Espinha do Diabo&lt;/i&gt;), o filme não só é bem conduzido como evolui a cada corte. E apesar do óbvio, não esperem fantasminhas japoneses carregados de maldições. A diferença toda do longa está no fugir do óbvio, do não saber o que está acontecendo. Nada é explícito, ninguém morre sem motivo, nem sustos fáceis são jogados desnecessariamente. A “graça” está no bom jogo de mostrar pouco e aos poucos. O clima desconhecido e angustiante rege o tom aterrorizante. Os fantasmas aqui habitam seu purgatório particular, não querem mexer com ninguém e nem querem ser ouvidos. Nós, vivos, é que entramos sem ser convidados no seu mundo sobrenatural, e o sumiço de uma criança é o estopim que força-nos à curiosidade mórbida de descobrir o querem e se têm algo a nos contar. Maldita natureza humana!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="FONT-FAMILY: arial; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:arial;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Bem amarrado e de um primor técnico de fazer corar alguns longas de terror e suspense de Hollywood (a fotografia e a trilha sonora são bons exemplos), o filme até peca em determinados momentos, mas, de seu início arrasador (os créditos de abertura bem que poderiam ter saído da mente bizarra de Tim Burton) até seu clímax com uma reviravolta de trincar os dentes, não há quem não se envolva por inteiro. E seu final “feliz” vem apenas para comprovar uma tese de que mortos não fazem mal a ninguém, nós é que fazemos mal a eles. Ops, espero não ter estragado nada. Acho que a mestra das resenha dos filmes de terror, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pipocanoedredon.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Thalita&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;, não cometeria essa gafe. Quer saber, não entreguei nada não. Se você não viu, veja porque o filme é uma obra-prima a ser descoberta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:arial;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;b&gt;NOTA: 9,5&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-3471894824398396238?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/3471894824398396238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=3471894824398396238&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/3471894824398396238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/3471894824398396238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/10/o-orfanato.html' title='O Orfanato'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SPMzRYna8TI/AAAAAAAAAD4/Lnp4fBfBi_o/s72-c/Orfantao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-1768245487194166293</id><published>2008-10-13T09:20:00.004-02:00</published><updated>2008-10-13T09:28:40.153-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>O Incrível Hulk</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SPMvpvwOWcI/AAAAAAAAADo/nkNVw0Celco/s1600-h/Hulk.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SPMvpvwOWcI/AAAAAAAAADo/nkNVw0Celco/s320/Hulk.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5256597584311376322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Ele voltou, o Hulk voltou! E voltou justamente num período de transição, fazendo seus estragos básicos como parte do plano da Marvel de dominação global. E, sinceramente, não foi exatamente da forma como eles planejaram. O segundo filme do Hulk é bom. E só. E nem adianta botar a culpa no Batman porque o mesmo só entrou em cartaz um mês depois. De quem foi a culpa, então? Da falta de experiência do diretor Louis Leterrier? Do ego de Edward Norton? Das pretensões exageradas da Marvel? Ou mesmo de Ang Lee, que fez o filme errado (ou certo) na época errada? Deus dirá.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O fato é que o Hulk não é um personagem carismático quanto, por exemplo, o Homem de Ferro - que, mesmo sem tanta popularidade, fez fortuna nas bilheterias um mês antes. E, apesar de ser querido entre os nerds (e as crianças), não é um herói para todos os públicos. Mas o detalhe de não ter arrecadado o que se esperava não está ligado somente a este fator. Como eu disse lá em cima, o filme é apenas bom. Não surpreende, empolga pouco e deixa aquela desagradável sensação de que poderia ser melhor. Mas não desanime: o filme tem seus momentos. Por favor, só não queiram que eu compare o &lt;i style=""&gt;Hulk&lt;/i&gt; que Ang Lee dirigiu em 2003 com este &lt;i style=""&gt;O Incrível Hulk&lt;/i&gt;. Para mim é o mesmo que comparar um Filé à Parmegiana com um Filé com Fritas. Dois pratos que, apesar do componente principal ser o mesmo, têm sabores completamente diferentes. Sem falar que há quem prefira mais um do que o outro. Então, são dois filmes bons e pronto. Assunto cinefágico encerrado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Vamos aos prós: Edward Norton se enquadra melhor no papel de Bruce Banner. Nada contra Eric Bana (como disse Seth Rogen em &lt;i style=""&gt;Ligeiramente Grávidos&lt;/i&gt;, vamos beber está noite em homenagem a ele), o cara é um ótimo ator, mas era marrento e neurótico demais para o papel. Já Norton, com seu físico franzino e olhar de desespero, lembra bastante o Banner de papel como a pessoa mais improvável do mundo para se tornar um monstro verde, tal qual Bill Bixby, o ator que personificou o cientista na antiga série de TV. O filme tem mais ação, mais destruição, está carregado de referências ao universo Marvel, o Hulk está mais crível e tem um oponente à altura para brincar no clímax. Os contras: a edição é brusca (acredite, em 10 minutos de perseguição pelas favelas do Rio de Janeiro, sem pausa, Norton corre das 5 da manhã às 6 da tarde), o roteiro promove certas grosserias (em 17 dias Banner vai do Brasil aos Estados Unidos a pé!), está repleto de tomadas desnecessárias e, por vezes, chatas - principalmente aquelas que emulam a já citada série de TV, Liv Tyler não convence como cientista e o humor (quê?), com exceção de uma cena bem sacada, é forçado demais. De resto, “Hulk esmaga”. Nem vale o fato de o filme deixar um gancho para uma seqüência (que incluiria o vilão Líder). Devido a baixa bilheteria só veremos o Gigante Esmeralda no filme dos Vingadores. Em tempo: o melhor (mesmo) do filme é a ponta de Robert Downey Jr. como Tony Stark. Depois do sucesso acachapante de &lt;i style=""&gt;Batman - O Cavaleiro das Trevas&lt;/i&gt;, espera-se que a Marvel aprenda a lição. Que venha o próximo herói da lista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-weight: bold; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;NOTA: 7,5&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-1768245487194166293?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/1768245487194166293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=1768245487194166293&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/1768245487194166293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/1768245487194166293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/10/o-incrvel-hulk.html' title='O Incrível Hulk'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SPMvpvwOWcI/AAAAAAAAADo/nkNVw0Celco/s72-c/Hulk.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-5524970961457622261</id><published>2008-10-13T09:05:00.013-02:00</published><updated>2010-09-11T19:21:17.840-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Musical'/><title type='text'>Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SPMsCU6RYEI/AAAAAAAAADY/YxEkBzDHEEE/s1600-h/Sweeney.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; DISPLAY: block; CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5256593608555978818" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SPMsCU6RYEI/AAAAAAAAADY/YxEkBzDHEEE/s320/Sweeney.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A vingança é um prato que se come frio. Será que existe alguém nunca escutou isto? Só que, pensando bem, por que não esquentar o prato depois de pronto? A metáfora do dito popular evidencia bem a falta de pressa do algoz em concretizar um ato tão brutal, ao mesmo tempo que denota certo prazer com sua conclusão. E a minha brincadeira extra-metafórica, apesar de abrir um entendimento diferente do óbvio, serve apenas para aludir a idéia bizarra de vingança do protagonista deste filme. O barbeiro Benjamin Barker, depois conhecido pelo nome de Sweeney Todd, é apenas mais um personagem entre tantos já retratados nas mais diferentes formas de arte (e na vida real) que não se apressam em “descontar” certos traumas do passado. Porém, é o primeiro que resolve, da forma mais grotesca possível, requentar o prato antes de comê-lo. Alguém se habilita a provar?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A história de Sweeney Todd não é nova, e já foi levada ao cinema pelos menos umas 6 vezes. Entretanto, este &lt;i&gt;Sweeney Todd&lt;/i&gt;, na forma de musical e baseado numa encenação teatral é, no mínimo, a mais curiosa. Se a história em si - barbeiro assassino usa o corpo de suas vítimas para rechear as tortas de sua ex-senhoria, já é bizarra por demais, encontrou em Tim Burton (um diretor com um fascínio patológico por tipos fora do comum) seu regente mais que perfeito. Sim, Burton assinando um musical. Até que não é novidade, já que ele flertava com o gênero desde &lt;i&gt;O Estranho Mundo de Jack&lt;/i&gt;. E assinando um verdadeiro musical em essência e conteúdo ele se mostra bastante experiente e seguro. E não há porque negar: &lt;i&gt;Sweeney Todd&lt;/i&gt; é um produto Burton desde os créditos de abertura. Nunca a Inglaterra vitoriana foi tão gótica. E por mais que se pense que o filme é uma grande porcaria, acredite, ele é uma grata surpresa. Garanto que, fã ou não do diretor, você vai adorar a obra. Até mesmo se não suportar ver atores cantando. Seguindo a risca a nova cartilha dos musicais, aqui ninguém pára a ação para cantar a ação, apenas continuam a fazer o que estão fazendo e cantam os diálogos com a maior naturalidade. Cortesia do roteiro coeso de John Logan e da orquestração perfeita de Stephen Sondheim, o idealizador em pessoa da versão teatral em que o longa se baseou. O maestro mistura bem o gótico com o depressivo e o lírico com festivo sem perder o tom um só minuto. E sim, pela primeira vez em 14 anos Danny Elfman não assina a trilha sonora. Mas ele não foi esquecido pelo maestro. Os acordes aterrorizantes da abertura bem que lembram os do ex-Oingo-Boingo.&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tudo isso ainda não foi motivo para convencê-lo a encarar uma sessão? Pois bem, ainda temos Johnny Depp como protagonista. Mais uma vez o ator provou ser o ideal para encarar um personagem fora do comum. E todos nós sabemos que ele rende mais que o esperado nas mãos de Tim Burton. Seu Sweeney Todd, apesar de ser a cara de Bento Carneiro (o vampiro brasileiro!), é interpretado com tanta perfeição que parece ter sido feito exclusivamente para ele. A empatia com o público é imediata, por mais sanguinário que seu personagem seja. A gente até torce para que ele mate mais. E o mais incrível é que ele encontrou em Helena Boham-Carter sua parceira legítima. A química entre os dois é surpreendente. É como se eles tivessem nascidos um para o outro. Atuando pela primeira vez juntos, eles deixam um gostinho de ‘quero mais do dois’ a cada segundo que não estão juntos. Um bom exemplo dessa química é quando os dois cantam quanto valeria cada torta medida pelo status da vítima que irá recheá-la. Veja e comprove.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ainda incrédulo? Bom, o filme não é só sangue, trevas, vingança e canções depressivas. Burton ainda pinta seqüências com o seu colorido infantil e fantasioso. A melhor cena do filme foge de seu próprio padrão: em devaneios, a senhorita Lovett canta como seria o mundo apenas dela e de Todd, e apresenta o melhor de si, do Depp ator e do Burton diretor. Mesmo que o clímax não seja tão apoteótico e o final fuja um pouco do que se espera - sendo até um tanto intragável -, você já foi manipulado pelo trio durante quase duas horas e nem percebeu. Em meio a tantos filmes sérios e blockbusters sem cérebro, &lt;i&gt;Sweeney Todd&lt;/i&gt; ainda é um ótimo aperitivo. Goste você de torta ou não.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="FONT-WEIGHT: bold" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;NOTA: 8,0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-5524970961457622261?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/5524970961457622261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=5524970961457622261&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/5524970961457622261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/5524970961457622261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/10/sweeney-todd-o-barbeiro-demonaco-da-rua.html' title='Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SPMsCU6RYEI/AAAAAAAAADY/YxEkBzDHEEE/s72-c/Sweeney.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-9137210656471578540</id><published>2008-07-30T18:38:00.003-02:00</published><updated>2008-07-30T18:55:58.466-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>Batman - O Cavaleiro das Trevas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_lThfmTtjAPU/SJDSrhZ0vWI/AAAAAAAAAC8/fIhXjtF9Fi4/s1600-h/Batman2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_lThfmTtjAPU/SJDSrhZ0vWI/AAAAAAAAAC8/fIhXjtF9Fi4/s320/Batman2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228910812520037730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;O melhor filme do ano! Indiscutível. Incontestável. Absoluto. A desvantagem de ser cinéfilo metido a crítico, é que é quase impossível ser imparcial nas resenhas. Não dá pra ser com Batman. Logo de cara vem aquele eterno dilema cinematográfico: pode uma continuação ser melhor que o filme original? A resposta, como já se foi provado algumas vezes, é sim. No caso de &lt;i style=""&gt;O Cavaleiro das Trevas&lt;/i&gt;, o dilema é outro: existirá alguém que faça qualquer coisa melhor doravante? Duvido. Não se trata apenas de um filme. Estamos diante de um evento cinematográfico do porte de um &lt;i style=""&gt;...E o Vento &lt;/i&gt;Levou, um &lt;i style=""&gt;Ben-Hur&lt;/i&gt;, um &lt;i style=""&gt;O Poderoso Chefão&lt;/i&gt;. É um épico. No final da sessão você fica com a impressão de que viu a história acontecer. Críticos preconceituosos e velhotes antiquados sem infância tomem essa: a partir de agora, os filmes de heróis baseados em HQs subiram de nível e já podem figurar facilmente no panteão dos clássicos. Quem diria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Antes do filme estrear, o que se ouvia era que &lt;i style=""&gt;O Cavaleiro das Trevas&lt;/i&gt; seria o &lt;i style=""&gt;Matrix Reloaded&lt;/i&gt; dessa nova franquia. Pois bem, depois de assisti-lo, conclui que o longa está mais para &lt;i style=""&gt;O Império Contra-Ataca&lt;/i&gt;. Tal qual o capítulo do meio da saga criada por George Lucas, este Batman evolui na qualidade, amplia a mitologia, deixa o clima mais sombrio e pesado, bombardeia o espectador com reviravoltas de arrepiar e aumenta a dose da ação, tornando-a necessária para o desenrolar da trama. E que cenas de ação, hein!? Sem falar que vemos o vilão mais insano dos quadrinhos se tornar o maior vilão da história do cinema. Esqueça a interpretação espalhafatosa de Jack Nicholson no filme de Tim Burton. O Coringa desse novo Batman é mais perigoso e anárquico que qualquer outro que se tenha notícia. É bom que se saiba que eu voto a favor do Oscar póstumo a Heath Ledger. E não o de coadjuvante, mas o de ator principal, afinal, o filme é todo dele. Em nenhum mísero instante você consegue enxergar ou lembrar do cara que já foi cowboy &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;gay e galã cabeludo de filme teen. O que vemos é um ator de verdade, sem maneirismos, dando tudo de si sem se esforçar, rendendo mais que o esperado e encarnando, literalmente, um ser complicado, sem alma, passado ou futuro. Alguém que não tem nada a perder e não está nem aí pra ninguém. O Coringa aqui ainda é um palhaço. Só que não mais daqueles que só te fazem rir, mas dos que te fazem chorar de medo. Se o filme merece todos os elogios que anda angariando, é por conta de Heath Ledger.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas não é só isso. Para se tirar dez numa prova, você precisa acertar todas as questões sem errar uma vírgula sequer, correto? Christopher Nolan assim o fez. E até mais do que precisava. Se você olhar bem, vai notar que Bruce Wayne/Batman tem o mesmo destaque que todos os outros personagens. Todos têm o seu momento. Todos têm o seu mérito. Não estão ali apenas para fazer figuração, eles são parte da trama, parte da vida de Batman. E Nolan dá &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;espaço para grandes atuações de todos. Ponto para Christian Bale e Gary Oldman que, como veteranos, abraçam de vez seus personagens. E para Aaron Eckhart que descobriu a essência de Harvey Dent, o “cavaleiro branco” e do vilão Duas-Caras, criado, como Batman, da tragédia. Só resenti que a Maggie Gyllenhaal tenha tido menos tempo de cena que sua antecessora no papel de Rachel Dawes, Katie Holmes. Mas sua saída era necessária. Era um dos catalisadores do caos. Falando em caos, diga-se que o filme é sobre ele. Sobre descontrole e insanidade. E Nolan provou mais uma vez que é um dos melhores diretores deste século, pois em meio a tanta bagunça, tramas paralelas e reviravoltas, ele não perdeu sua sanidade e o controle em momento algum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Digamos também que o filme é sobre a linha tênue que separa o herói do vilão, a razão da emoção. É sobre perdas, sobre responsabilidade, sobre escolhas e decisões difíceis. É sobre achar sua cara-metade, a parte que completa sua personalidade, seja ela um palhaço sádico, seja ela parte do seu rosto desfigurado. É sobre bem e mal e sobre como os dois podem ter o mesmo peso numa balança. Some-se a tudo isso uma fotografia dark grandiosa (Oscar?) e cenas de te fazer pular de emoção da poltrona e o resultado final, é sim, o melhor filme do ano. Pena que o espaço aqui é limitado, porque eu poderia passar o dia inteiro falando bem de &lt;i style=""&gt;O Cavaleiro das Trevas&lt;/i&gt;. Para mim, o ano pode se encerrar aqui.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;NOTA: 10&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-9137210656471578540?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/9137210656471578540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=9137210656471578540&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/9137210656471578540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/9137210656471578540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/07/batman-o-cavaleiro-das-trevas.html' title='Batman - O Cavaleiro das Trevas'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_lThfmTtjAPU/SJDSrhZ0vWI/AAAAAAAAAC8/fIhXjtF9Fi4/s72-c/Batman2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-592872124597883155</id><published>2008-07-30T16:52:00.006-02:00</published><updated>2008-07-30T17:01:43.247-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comédia Romântica'/><title type='text'>Juno</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_lThfmTtjAPU/SJC4v3Bq00I/AAAAAAAAAC0/fMLzOaWWAHw/s1600-h/Juno.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_lThfmTtjAPU/SJC4v3Bq00I/AAAAAAAAAC0/fMLzOaWWAHw/s320/Juno.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228882299741459266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Olha, eu não sou hipócrita. Filme bom de verdade pra mim tem que me deixar feliz dos créditos iniciais ao finais. Tem que me surpreender. &lt;i style=""&gt;Juno&lt;/i&gt; estava há pouco na minha lista de prioridades. Porém, admito, fui assisti-lo com um certo medo de me decepcionar, algo comum de minha parte ao gerar expectativa demais perante tantos elogios e críticas positivas. Mas, que surpresa foi a minha quando o filme acabou. Descobri que o melhor filme do ano passado era o mais improvável de todos. Se os irmãos Coen, Paul T. Anderson e Ridley Scott provaram ao mundo como se faz cinema de verdade, Jason Reitman, diretor de &lt;i style=""&gt;Juno&lt;/i&gt;, quis apenas contar uma corriqueira história de amor. Apoiado no roteiro extraordinário de Diablo Cody, ele não fez só um filme. Perpetuou um clássico. Pode ter certeza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A espinha dorsal do longa é a simplicidade. É o fato de que as melhores coisas da vida se escondem nos atos mais simples do nosso cotidiano. E a Juno interpretada por Ellen Page é a personagem feminina mais completa já vista no cinema desde Scarlett O’Hara. Sério. Juno é tipo de garota que qualquer um queria ter como namorada; qualquer pai queria ter como filha e qualquer garota daria a alma para ser. Se seu parceiro em cena, Paulie Bleeker (o péssimo Michael Cera), é sem sal demais, Juno é um sachê de Sazon, que realça o sabor e dá cor a todas as cenas que os dois fazem juntos.&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Juno pensa, fala, age e ama diferente de qualquer adolescente que você conheça. Por isso não é um estereotipo, nem um clichê - é apenas melhor que todas as outras. E o fato de ter engravidado num vacilo, mesmo com a maturidade que tem, não altera sua personalidade. Tudo no filme é perfeito. Olha, a opinião é pessoal, mas para qualquer um que tenha um pouco de sensibilidade e realmente goste de cinema, não há porque discordar da afirmação. A trilha sonora e a fotografia indie, a edição caprichada, os diálogos... ah, os diálogos. Eles fluem com uma naturalidade tão grande que a cada novo fotograma uma pérola é proferida por alguém. São tantas palavras expressivas, tantas citações, tanta cultura pop que a Diablo Cody mais parecia um Tarantino de saias. Só ele mesmo para inserir uma discussão sobre clássicos de H. G. Lewis e Dario Argento sem parecer banal. Os coadjuvantes também ajudam no resultado final. J. K. Simmons está exemplar como o pai moderno de Juno. Jason Bateman e Jennifer Garner como o casal que adotará a “coisa” que Juno carrega no ventre também. O primeiro representa a ala masculina frustrada com a vida que leva. Alguém que precisa reavaliar sua vida e o seu conceito de amor. Sua alma gêmea pode estar no lugar em que você menos imagina e não na mulher mais bonita que você encontra. Já ela representa a ala feminina careta, a ala daquelas parceiras que privam os maridos e namorados do que gostam só porque aquilo as desagrada. Mas demonstra uma sensibilidade fora do comum. Enfim, os superlativos, como se vê, são intermináveis.&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para encerrar, li uma crônica do jornalista Dagomir Marquenzi há alguns dias, que fala a respeito das seqüelas que os grandes filmes deixam na gente. Pois bem, &lt;i style=""&gt;Juno&lt;/i&gt; deixou uma seqüela irreversível em mim. No desfecho da obra, quando Juno e Paulie formam um dueto e entoam a belíssima Anyone Else By You, eu queria mais algumas horas de Juno no meu DVD. Me enchi de falsa esperança de ver um impossível &lt;i style=""&gt;Juno 2&lt;/i&gt; ou &lt;i style=""&gt;Juno 3&lt;/i&gt;. A adolescente Juno, com ou sem barriga, era o que eu queria que minhas filhas fossem. Só não sei se seria um pai compreensivo como o dela. Bom, é melhor parar a conversa por aqui.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;NOTA: 10&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-592872124597883155?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/592872124597883155/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=592872124597883155&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/592872124597883155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/592872124597883155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/07/juno.html' title='Juno'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_lThfmTtjAPU/SJC4v3Bq00I/AAAAAAAAAC0/fMLzOaWWAHw/s72-c/Juno.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-4846736590234771165</id><published>2008-07-30T16:39:00.003-02:00</published><updated>2008-07-30T16:52:19.749-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Animação'/><title type='text'>Kung Fu Panda</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_lThfmTtjAPU/SJC2wA36ekI/AAAAAAAAACs/edWeAi1RB80/s1600-h/Panda.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_lThfmTtjAPU/SJC2wA36ekI/AAAAAAAAACs/edWeAi1RB80/s320/Panda.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228880103361641026" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Meu filho de 5 anos praticamente não riu quando assistiu &lt;i&gt;Kung Fu Panda&lt;/i&gt;. Eu também não. Mesmo assim, a nova animação da Dreamworks é divertida pra caramba. Não espere a ironia inteligente de &lt;i&gt;Shrek&lt;/i&gt;. Nem os bichos neuróticos de &lt;i&gt;Madagascar&lt;/i&gt;. Ou mesmo a crítica escancarada de &lt;i&gt;Os Sem-Floresta&lt;/i&gt;. O que temos aqui são bichos fofinhos que lutam Kung-Fu. É uma história de obstinação, de confronto entre o bem e mal, recheada de filosofia oriental e muita lição de moral. Vendo por este lado, o longa não faria feio se trouxesse o slogan da Disney na abertura. Entretanto, há um diferencial: a dose cavalar de humor. Só que, neste caso, não aquele humor sarcástico e histriônico que é marca registrada daquelas animações citadas, e sim, o pastelão, daqueles que enrubesceria qualquer personagem metido a engraçadinho do estúdio do Mickey; daqueles simples e inocente, igualzinho o protagonista do longa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas se o humor é babaca e só agrada às crianças igualmente babacas (você riu?), a animação é de encher os olhos. Se &lt;i style=""&gt;Wall*E&lt;/i&gt; quis provar que poderia extrapolar os limites entre a animação e a realidade, &lt;i style=""&gt;Kung Fu Panda&lt;/i&gt; faz questão absoluta de mostrar que é, legitimamente, uma animação. E que limites também podem ser quebrados dentro do próprio gênero. Isto é o legal do filme. Seu início vertiginoso, narrado em tom de fábula pelo protagonista Po, mais parece um desenho de Genndy Tartakovsky. Segue-se a ele a história do panda balofo que quer ser lutador de Kung-Fu e acaba, involuntariamente, caindo no caminho da escolha do novo Guerreiro Dragão, surpreendendo a todos e a si mesmo. Bom, basta ter 5 anos para saber que fim o longa vai tomar, mas até lá, somos agraciados com cenas espetaculares de luta e paisagens deslumbrantes. Se existisse Oscar de Melhor Fotografia para um longa de animação, &lt;i style=""&gt;Kung Fu Panda&lt;/i&gt; seria o grande candidato à vitória.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Só que o filme não é panda o tempo inteiro. Além de Po, ainda temos os Cinco Furiosos (a Tigresa, a Garça, o Louva-a-Deus, a Víbora e o Macaco), o mestre Shifu e o vilão Tai Lung. Estes dois últimos são o destaque do longa. O primeiro, sábio e ágil, parece uma mistura de Yoda com Pai Mei. O segundo, ágil e mortal, bem que parece com Jet Li em seus raros momentos de vilania. Pois é, e as referências, outra marca registrada da Dreamworks, não param um só instante. É quase impossível não ficar puxando pela memória a penca de filme de artes marciais que você conhece e que, com certeza, serviram de inspiração para algum lance da animação. Mas aqui, as lutas deslancham sem a necessidade de cabos. Por serem animais de movimentações distintas - e por ser um desenho, claro -, a agilidade com que lutam é crível o bastante a ponto de nos deixar com um sorriso infantil no rosto quase o tempo todo. Resumindo tudo: genial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E se o protagonista em sua santa inocência, apesar do carisma e da simpatia, não convence como guerreiro e só te faz rir (ei, essa era a intenção, não era!?), os coadjuvantes temperam o caldo. Entre cenas de cair o queixo (a fuga de Tai Lung e a luta na ponte são bons exemplos), humor infantil e um desfecho moralistamente óbvio, salvaram-se todos. Agradou a meu filho. Agradou a mim também. Mas, quem sabe eles não melhoram numa possível seqüência. Nós dois estaremos lá de novo, pode ter certeza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;NOTA: 9,0&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-4846736590234771165?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/4846736590234771165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=4846736590234771165&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4846736590234771165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4846736590234771165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/07/kung-fu-panda.html' title='Kung Fu Panda'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_lThfmTtjAPU/SJC2wA36ekI/AAAAAAAAACs/edWeAi1RB80/s72-c/Panda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-4312116022726049818</id><published>2008-07-02T12:34:00.005-02:00</published><updated>2008-07-02T12:43:36.929-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>Cloverfield - Monstro</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_lThfmTtjAPU/SGuSFda3YFI/AAAAAAAAACk/rRsDxu0tJMA/s1600-h/Cloverfield.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_lThfmTtjAPU/SGuSFda3YFI/AAAAAAAAACk/rRsDxu0tJMA/s320/Cloverfield.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218425215733162066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Eu juro que não vomitei. Nem fiquei enjoado. Muito menos tonto. Agora, uma coisa é certa: a câmera na mão que registra todo o longa &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: arial;"&gt;Cloverfield - Monstro&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; é um recurso, por vezes, cansativo. Eu, em minha santa empolgação, às vezes gritava inconsciente ao cinegrafista: “Segura essa merda direito!”. Coisa de nerd. Pois é, e foi justamente por eles (e pra eles) que &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: arial;"&gt;Cloverfield&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt; nasceu. Para o bem, óbvio.&lt;/span&gt;&lt;o:p style="font-family: arial;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Em meio a tanto caos e destruição, a sensação de insegurança que ronda o filme é quase palpável. Depois dos atentados ao World Trade Center em 2001, qualquer metáfora sublinhar vira paranóica coletiva. É como se fossemos inúteis perante um mal desconhecido. “Será que são terroristas?”, pergunta alguém após o primeiro impacto à chegada de, er, algo. E é aqui que o filme realmente começa. Minutos antes somos apresentados rapidamente aos protagonistas numa festa de despedida de um deles, Rob (Michael Stahl-David). Tudo devidamente registrado numa câmera digital. Eis que de repente, o susto dá lugar a curiosidade. A curiosidade - mesmo ante um perigo eminente - dá lugar ao fascínio (como na cena espetacular da cabeça da Estátua da Liberdade caindo no meio de Nova York). Até que o pânico e o desespero vem a tona e tomam conta de todo mundo. Se não fosse a maldita campanha de marketing viral que tomou a internet e transformou o filme em cult antes mesmo de estrear, a agonia proporcionada pelo medo do desconhecido também tomaria conta da platéia. Sem falar no desnecessário subtítulo nacional que, de cara, já estraga a surpresa. Mesmo assim a tensão ainda é crônica.&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas, e o filme, é bom? Com certeza. Principalmente por conta de sua metragem (84 minutos), que não deixa a destruição desenfreada exceder os limites da paciência. Porém, mesmo curto, parece que o filme não vai acabar nunca. Juro por Deus. E, como eu disse no início, o corre-corre e câmera na mão, além da escuridão, deixam-no arrastado e, de certa forma, cansativo. De ruim, só. Não me importam certos detalhes supérfluos do tipo ‘por que a bateria da câmera não acaba’ ou ‘por que o cara continuava a filmar no meio de tanta destruição’; isto eu deixo para aqueles cinéfilos-cabeça que querem achar defeitos óbvios em um longa de ficção (dããã). Para quem gosta mesmo de filmes de monstros e de uma boa ação despretensiosa, &lt;i style=""&gt;Cloverfield&lt;/i&gt; é um prato cheio. E fora a inspiração nítida em Godzilla e no bagre gigante do recente &lt;i style=""&gt;O Hospedeiro&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; (digamos que o tal monstro seja uma mistura dos dois), esta pérola produzida e idealizada por J. J. Abrams é um caldeirão de referências pop. Fazendo uma comparação bizarra, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;Cloverfield&lt;/i&gt; é uma mistura improvável de &lt;i style=""&gt;A Bruxa de Blair&lt;/i&gt; com &lt;i style=""&gt;Vôo United 93&lt;/i&gt;. Como esses dois longas, também é uma experiência e tanto.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:arial;" &gt;NOTA: 8,5&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-4312116022726049818?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/4312116022726049818/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=4312116022726049818&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4312116022726049818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4312116022726049818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/07/cloverfield-monstro.html' title='Cloverfield - Monstro'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_lThfmTtjAPU/SGuSFda3YFI/AAAAAAAAACk/rRsDxu0tJMA/s72-c/Cloverfield.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-5614731707079878727</id><published>2008-07-02T12:17:00.003-02:00</published><updated>2008-07-02T12:32:40.526-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comédia'/><title type='text'>Antes Só do Que Mal Casado</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_lThfmTtjAPU/SGuOgG_hOmI/AAAAAAAAACc/0hWSFLwepGY/s1600-h/Antes+S%C3%B3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_lThfmTtjAPU/SGuOgG_hOmI/AAAAAAAAACc/0hWSFLwepGY/s320/Antes+S%C3%B3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218421275522841186" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Vou lhes contar uma coisa sobre os irmãos Farrelly: os dois são mestres no segmento do humor grosseiro e escatológico. Você já sabia disto? Que bom. Só que, justamente por ostentar esse título entre o público, eles acabam o desgostando a cada novo longa-metragem. Eles nos devem uma nova comédia babaca nos moldes de &lt;i&gt;Debi &amp;amp; Lóide&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Kingpin&lt;/i&gt;. Chega de tentar ser romântico perante tanta situação inconveniente. Os caras padecem da Síndrome de Shyamalan (ou Shyamalan padece da Síndrome Farrelly, tanto faz). Tal qual o diretor indiano, os irmãos sempre deixam a expectativa de um novo filme à altura de seu maior sucesso. A diferença básica é que, Shyamalan, depois de &lt;i&gt;O Sexto Sentido&lt;/i&gt;, conseguiu fazer outras obras-primas de tamanha importância, apesar dos protestos. Já os Farrelly, depois de &lt;i&gt;Quem Vai Ficar com Mary?&lt;/i&gt;, tentam - e não conseguem - fazer sempre outro &lt;i&gt;Quem Vai Ficar com Mary?&lt;/i&gt;. Eita, carma. Earl explica...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Este &lt;i style=""&gt;Antes Só do Que Mal Casado&lt;/i&gt; não foge a regra. O filme até que é bom, arranca altas risadas em determinadas cenas em sua primeira parte, com piadas de extremo mau gosto (e sem gel no cabelo). Mas em sua segunda parte... é aí que residem todos os problemas da comédia. Onde foi que eles erraram? Justamente no ponto de tentar salvar um filme que não estava precisando - e nem querendo - ser salvo com romantismo desnecessário. O que começou como uma comédia engraçadíssima terminou como uma comédia romântica piegas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Na primeira parte, temos Ben Stiller (bisando a parceira com os Farrelly de &lt;i style=""&gt;Quem Vai Ficar com Mary?&lt;/i&gt;) e a loira Malin Akerman dando um show de humor nas situações mais histéricas e constrangedoras possíveis (esperem para ver as cenas de sexo entre os dois). Além de um Jerry Stiller, pai do protagonista dentro e fora das telas, sacana e desbocado. O que surpreende nesta primeira metade, é que a força motriz do longa não é Stiller e sua eterna cara de azarado, e sim, a atriz sueca Malin Akerman. A mulher consegue passar da meiguice ao histrionismo com a maior naturalidade do mundo. É com ela que estão as cenas mais engraçadas. De namorada dos sonhos, ela se transforma em pesadelo de esposa. Só que, quando tudo ia bem, no meio do caminho surge Michelle Monaghan como uma luz no fim do túnel do protagonista. Pois é, foi a partir daqui que o filme se perdeu tentando se encontrar. Nada contra a moça, ela até que é boa atriz. Mas o seu semblante, em determinados momentos, evidencia bem a situação: ela não queria estar ali. Como disse bem minha esposa no fim da sessão, “a outra sempre atrapalha e estraga”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mesmo com algumas cenas hilárias em sua segunda metade, o foco principal virou a busca pela mulher ideal e uma nova chance para o amor. Blá, blá, blá. Se a trilha sonora pop encanta (com meia dúzia de clássicos de David Bowie), a química entre Ben Stiller e Michelle Monaghan desencanta. A redenção do protagonista se torna a maldição do filme. E apesar do final boboca, fique atento aos créditos finais, onde a suequinha ninfomaníaca aparece no meio deles para fechar sua participação com chave de ouro. Essa moça tem futuro. Já com relação aos Farrelly, melhor sorte da próxima vez.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;NOTA: 6,0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-5614731707079878727?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/5614731707079878727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=5614731707079878727&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/5614731707079878727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/5614731707079878727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/07/antes-s-do-que-mal-casado.html' title='Antes Só do Que Mal Casado'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_lThfmTtjAPU/SGuOgG_hOmI/AAAAAAAAACc/0hWSFLwepGY/s72-c/Antes+S%C3%B3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-8281587889869920173</id><published>2008-06-25T18:31:00.005-02:00</published><updated>2008-07-02T12:33:50.383-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Policial'/><title type='text'>O Gângster</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SGKraTgrwlI/AAAAAAAAACU/mlBO8y5usD8/s1600-h/Gangster.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SGKraTgrwlI/AAAAAAAAACU/mlBO8y5usD8/s320/Gangster.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215919786850763346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Já não se fazem mais filmes como antigamente. Essa foi a certeza que tive quando assisti a &lt;i&gt;O Gângster&lt;/i&gt;. Por mais clichê que possa parecer o comentário, ele é o que melhor define a obra. “Já não se fazem mais filmes como antigamente”. A frase devia estar exposta no pôster assinada por algum crítico meia-boca de algum jornal ou revista de renome do país. &lt;i&gt;O Gângster&lt;/i&gt; é o tipo de filme raro hoje em dia. Do tipo adulto, cerebral, linear e envolvente. Mais ou menos do tipo que se fazia nos anos 1970, onde os cineastas pariam arte, mesmo nadando contra a corrente do correto; onde se faziam filmes com amor, mesmo contra as imposições dos estúdios e ainda eram um sucesso. &lt;i&gt;O Gângster&lt;/i&gt; não é um mero retrato daquela época, ele &lt;b&gt;é &lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;daquela época em todos os sentidos. E justamente por este motivo dá pra perceber que, iguais a ele, já não se fazem mais como antigamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Uma das coisas interessantes de &lt;i style=""&gt;O Gângster&lt;/i&gt; é que você assisti a dois filmes pelo preço de um. Não são só duas histórias que seguem paralelas e se encontram depois de 135 minutos de projeção, são realmente dois filmes distintos. No comando de um, está Denzel Washington como o mafioso Frank Lucas; no do outro, Russell Crowe como o policial incorruptível Richie Roberts. O único elo entre os dois “longas”, mesmo que involuntário, é um surpreendente Josh Brolin. Rapaz, o cara está sensacional. Com um bigodão a la Danny Trejo, voz possante e atuação assustadora (no bom sentido), ele consegue ser ameaçador e peita Washington e Crowe, dois atores bem superiores a ele, e se mantém em pé de igualdade. Ponto para o diretor Ridley Scott, que orquestrou com uma pacificidade incomum uma obra-prima urbana, algo que ele devia ao público desde de &lt;i style=""&gt;Thelma &amp;amp; Louise&lt;/i&gt; de 1991. Entre seus clássicos, agora, existe um filme de visual comum, atual (mesmo passado na década de 1970), sem abusar de uma edição frenética e sem muito barulho, ou efeitos especiais de ponta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Se os dois atores principais do filme não foram indicados ao Oscar, tudo bem. Quem se importa com indicações? Denzel Washington dá um show como o negro mais poderoso do Harlem nos anos 1970. Seu segmento mais parece um produto da Blaxploitation, tamanha a quantidade de negros e black music que adornam sua trajetória. Washington, como bom ator que é, faz seu Frank Lucas expressar muito do que sente com um simples olhar. Ele propõe uma atuação visceral e ao mesmo tempo discreta, tal qual a movimentação de seu personagem no mundo do tráfico, apesar de alguns chiliques de agressividade no melhor estilo Joe Pesci dos filmes de Martin Scorsese.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com relação a Russell Crowe, aqui em sua terceira parceria com Ridley Scott, não se tem muito a dizer. Ele é um dos melhores atores deste século e simplesmente desaparece no personagem, tamanha sua dedicação a ele. E se ele anda, em determinados momentos, como John Nash, o matemático esquizofrênico que ele deu vida há 7 anos, isto não compromete o seu trabalho. Sua história tem a mesma desenvoltura e qualidade de um filme de Sidney Lumet, e seu Richie Roberts tem semelhanças de sobra com o Frank Serpico, interpretado por Al Pacino, num dos melhores longas do mestre em questão. Scott fez um filme dos anos 1970 que ele não conseguiu fazer naquela década. Só ressenti que o aguardado encontro entre os dois protagonistas tenha se restringido a alguns minutos, deixando uma sensação de “muita expectativa para nada” semelhante a do &lt;i style=""&gt;face/off&lt;/i&gt; de Al Pacino e Robert De Niro em &lt;i style=""&gt;Fogo Contra Fogo&lt;/i&gt;. Tudo bem que eles já se digladiaram na bagunça trash chamada &lt;i style=""&gt;Assassino Virtual&lt;/i&gt;, mas este encontro era diferente. Tinha o peso de uma estatueta dourada na estante. Mesmo assim compensou. Quando Washington sorri para Crowe e solta seu último 'my man' , dá pra perceber que tudo valeu a pena. E é por isto que, mesmo entre piratas, orgros, robôs gigantes, heróis aracnídeos e um espião desmemoriado, &lt;i style=""&gt;O Gângster&lt;/i&gt; figura, com louros, entre os melhores do ano passado. Sem nenhum dúvida ou objeção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;NOTA: 9,5&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-8281587889869920173?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/8281587889869920173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=8281587889869920173&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/8281587889869920173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/8281587889869920173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/06/o-gngster.html' title='O Gângster'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SGKraTgrwlI/AAAAAAAAACU/mlBO8y5usD8/s72-c/Gangster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-4200735828635727872</id><published>2008-05-27T19:48:00.010-02:00</published><updated>2008-05-27T20:15:07.183-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aventura'/><title type='text'>Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal</title><content type='html'>&lt;div face="arial" style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;div face="arial" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SDyEeqQzs5I/AAAAAAAAAAw/hCtnOlP_xUw/s1600-h/Indy4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SDyEeqQzs5I/AAAAAAAAAAw/hCtnOlP_xUw/s320/Indy4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205180931609179026" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Sabe aquelas festas de revival dos anos 1980? Quem está na minha faixa de idade já deve ter ido a alguma. No início você está com aquela euforia toda. Dança, pula e canta. Só que, da metade para o fim da festa, você começa a cansar daquilo tudo e aquela animação inicial se transforma em chatice. Pois bem, sai da sessão de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal&lt;/span&gt; com a mesma sensação. Todo aquele prazer de ver Indy pela primeira vez na tela grande, todo o saudosismo de uma era e toda a nostalgia foram dando lugar a frustração do óbvio. Mais do mesmo. Calma, não estou dizendo que o filme é ruim, pelo contrário, é ótimo. Porém, deixa a sensação de que poderia ter sido melhor. E vontade não faltou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Steven Spielberg e George Lucas visivelmente fizeram desta quarta aventura um filme para fãs. Eles mesmos confirmaram isto. E por esta razão, o maior trunfo da trilogia é o desastre deste novo filme: a fórmula. E é isso mesmo, o filme sendo para fãs (eu incluso), tinha uma estética a seguir. Mas... poderiam ter feito melhor. Tudo bem se Indiana Jones é um anacronismo no nosso tempo. Se é &lt;span style="font-style: italic;"&gt;low tech&lt;/span&gt; demais diante da ação e edição frenética dos filmes de verão de hoje. Só que, mesmo isto sendo bom, não custava nada tirar um pouco o pé do freio e quebrar as regras do sucesso, dando um nova roupagem ao longa sem perder sua &lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;essência&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;. Ora bolas, se com o Batman e James Bond funcionou, porque não funcionaria com Indy?&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo está no seu lugar: a abertura eletrizante, o humor involuntário, a cena de ação no miolo, a perseguição exagerada e o clímax apoteótico. Harrison Ford ainda continua vigoroso; o clima da Guerra Fria funcionou bem; a antítese do herói, interpretada por Cate Blanchett, é perfeita - seu sotaque, então; e o artefato procurado era crível o bastante (e o mito em torno dele era de gelar a espinha). Mas... será possível que fui o único que não saiu 100% satisfeito do cinema? Então, vale ressaltar que foram os detalhes que baixaram um pouco a minha nota. E se ater demais a eles foi o motivo da minha insatisfação. São só detalhes, sei, mas o conjuntos deles faz toda a diferença. Um exemplo:&lt;/span&gt;&lt;o:p style="font-family: arial;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;a cena da perseguição na floresta amazônica. Ela é exagerada demais. Ok, todas as outras perseguições dos outros filmes eram exageradas. Só que, dentro do contexto em que foram criadas - a década de 1980, elas se tornam espetaculares. Já neste novo filme, ela é, por vezes, intragável. Talvez pelo fato de querer ser nerd demais. Talvez pelo fato de Spielberg querer resgatar um espírito de duas décadas atrás. Ou talvez pelo simples fato de querer conquistar uma platéia mais cínica, ávida por ação pastelão no melhor estilo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;" &gt;Piratas do Caribe&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;. Macacos? Esgrima entre dois carros? Salto de um penhasco? Formigas gigantes? Por favor... Esta última, inclusive, me fez lembrar os escaravelhos de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;" &gt;A Múmia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;. É o original copiando a cópia. É o feedback da cultura pop. Parafraseando Darth Vader: "The circle is now complete".&lt;/span&gt;&lt;o:p style="font-family: arial;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Bom, em suma,&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal&lt;/span&gt; é um ótimo filme. Porém, faltou um pouquinho de ousadia. E, convenhamos, repetir uma velha fórmula aplicando-lhe uma pitada de ousadia, sem sair do estilo e sem excessos, não faria mal a ninguém. Nem ao velho Indy. Do jeito que está, é uma aventura de primeira grandeza. Só que está longe de ser clássica. É apenas uma continuação de três filmes clássicos.&lt;/span&gt;&lt;o:p style="font-weight: bold; font-family: arial;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;NOTA: 9,0&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-4200735828635727872?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/4200735828635727872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=4200735828635727872&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4200735828635727872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/4200735828635727872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/05/indiana-jones-e-o-reino-da-caveira-de.html' title='Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SDyEeqQzs5I/AAAAAAAAAAw/hCtnOlP_xUw/s72-c/Indy4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-7487173108043093066</id><published>2008-05-19T16:48:00.001-02:00</published><updated>2010-05-12T21:08:53.375-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>Homem de Ferro</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SDHMZcGNF4I/AAAAAAAAAAo/2ofe8bqgnEo/s1600-h/Iron+Man.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; DISPLAY: block; CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5202163782000646018" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SDHMZcGNF4I/AAAAAAAAAAo/2ofe8bqgnEo/s320/Iron+Man.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;Por onde começar? Bom, quando eu li gibis da Marvel há, sei lá, 13, 15 anos, o Homem de Ferro não era um dos meus heróis preferidos. Nunca vi muita graça &lt;?xml:namespace prefix = st1 /&gt;&lt;st1:personname st="on" productid="em Tony Stark. O"&gt;em Tony Stark. O&lt;/st1:personname&gt; que me envolvia era o fato de o herói não ter “poderes especiais” (como o Batman) e utilizar de armamento e tecnologia de última geração para combater o mal. Também tinha a tragédia envolvida na sua criação (os estilhaços de bomba no peito) e os dilemas morais que me agradavam. Mas nunca fui muito entendido com a mitologia do herói. Então, fui semi-leigo ver o filme no cinema. E o que percebi foi que o filme incorreu da mesma falha do longa do Quarteto Fantástico: perde tempo demais com apresentações e gracinhas e tem pouca ação de verdade. Contenção orçamentária? Ou apenas a ponta do iceberg das pretensões da editora/produtora? Não sei. Nem quero saber.&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;Algum mais entusiasmados podem até justificar o fato de que, por ser um filme de origem, merece o excesso de blá, blá, blá. Mas com &lt;i&gt;X-Men&lt;/i&gt; não foi assim. Nem com &lt;i&gt;Homem-Aranha&lt;/i&gt;. Nem com &lt;i&gt;Blade&lt;/i&gt;! Talvez seja o fato da falta de popularidade do Homem de Ferro. Só que, parando um pouco pra pensar - aqui pesou o fato de eu ter retornado ao cinema para uma outra sessão -, toda a enrolação envolve justamente os tais dilemas morais que citei lá &lt;st1:personname st="on" productid="em cima. Tony Stark"&gt;em cima. Tony Stark&lt;/st1:personname&gt; quer combater o mal que o cerca e que ninguém consegue deter. Daí novamente a comparação com Batman. Tá, mas a ação ainda é pouca. Mesmo assim, compensa. A cena com os caças é totalmente nerd em cada segundo de adrenalina. Ponto para o diretor Jon Favreau, fã do personagem. E o clímax, apesar de curtinho, é arrasador. E engraçado. Já os efeitos especiais, nem se comenta. A cena &lt;st1:personname st="on" productid="em que Tony"&gt;em que Tony&lt;/st1:personname&gt; veste a armadura oficial do Vingador Dourado é de cair o queixo tamanha perfeição dos detalhes. E foi uma ótima sacada a visão de Stark por dentro da armadura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;E os atores? Bom, Robert Downey Jr. há MUITO tempo não desenvolvia de forma tão intensa um personagem tão cheio de camadas. Debaixo de tanto metal pesado ainda existe um coração. É curiosa a mudança psicológica do personagem, saindo de uma vida irresponsável e cheia de luxo, para a uma de consciência do dever de ter que fazer alguma coisa contra um mal poderoso e onipresente. E é nesse processo que se vê o intenso envolvimento do ator, mesmo diante da pressão de encabeçar, pela primeira vez, um blockbuster. Já entre os coadjuvante, Terrence Howard é o que parece mais se divertir, talvez prevendo uma participação mais, digamos, efetiva na já certa continuação. É ele inclusive que, de certa forma, dá o gancho para a mesma. E Gwyneth Paltrow parece um pouco fora de rumo. Ela está deslumbrante, mas sua Pepper Potts nunca terá o carisma de uma Mary Jane, nem o volúpia e inteligência de uma Betty Ross. Fazer o quê? O filme é muito bom, mas como evolução é a palavra de ordem nas seqüências dos filmes da Marvel, é esperar algo maior e melhor para a parte dois. Bom, e se você não gosta de saber de algo que não sabe, pare aqui.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;Agora, quem ficou na sala depois dos acordes de ‘Iron Man’ do Black Sabath que toca durante os créditos finais, teve uma surpresa. E que surpresa! Daquelas de você ficar com os olhos brilhando de felicidade. Samuel L. Jackson surgindo das sombras como o chefão da S.H.I.E.L.D, Nick Fury, e convocando Stark para um projeto secreto. Show! E atenção, Tony Stark fará uma pontinha na continuação do filme do Hulk. Fiquem atentos.&lt;o:p style="FONT-FAMILY: arial"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA: 8,5&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-7487173108043093066?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/7487173108043093066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=7487173108043093066&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/7487173108043093066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/7487173108043093066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/05/homem-de-ferro.html' title='Homem de Ferro'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SDHMZcGNF4I/AAAAAAAAAAo/2ofe8bqgnEo/s72-c/Iron+Man.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-735809959660976647.post-3511973369026322807</id><published>2008-05-15T19:17:00.000-02:00</published><updated>2008-05-15T19:49:16.301-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Terror'/><title type='text'>Planeta Terror</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SCyroMGNF3I/AAAAAAAAAAg/DHaPwzRXka0/s1600-h/Planeta+Terror.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SCyroMGNF3I/AAAAAAAAAAg/DHaPwzRXka0/s320/Planeta+Terror.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5200720376636446578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style=""&gt;Bom, já faz um tempinho que vi este filme, mas, como só hoje consegui, enfim, criar pra valer meu novo Blog, agora é que estou postando a minha primeira crítica oficial. Aos recém-chegados, sejam muito bem vindos, e aos desavisados, atenção: contém &lt;/span&gt;spoilers. Ah, e não esperem o melhor, ok!? Sou apenas um mero Médico Veterinário metido a crítico cinematográfico, por isto, não sou imparcial. Relevem, por favor.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Primeiramente, uma confissão: Robert Rodriguez não é um dos meus diretores favoritos. Não sou da turma que o considera um deus do entretenimento. Aliás, só gosto mesmo de um filme dele, &lt;i style=""&gt;Um Drink no Inferno&lt;/i&gt; - e talvez pelo fato de o roteiro ser de Quentin Tarantino. Mas o cara merece respeito por ser um diretor independente - em todos os aspectos que o termo possa atingir. &lt;i style=""&gt;Planeta Terror&lt;/i&gt; é o segmento dirigido por ele do projeto podreira &lt;i style=""&gt;Grind House&lt;/i&gt;, realizado em parceria, mais uma vez, com Tarantino. Se não é um clássico, ao menos serve de aperitivo para o aguardado &lt;i style=""&gt;À Prova de Morte&lt;/i&gt; do segundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Bom, de todo o filme, o trailer fictício de &lt;i style=""&gt;Machete&lt;/i&gt; é o maior destaque, sem exagero. No longa em si, não há absolutamente NADA de novo. Os sustos, as matanças, a maquiagem horrenda, os zumbis e os corpos em decomposição... tudo já foi realizado a exaustão por bambas como George Romero, John Carpenter, Sam Raimi e até Peter Jackson - inclusive, o personagem do péssimo Freddy Rodriguez mata os “monstros” com a mesma, err, técnica, do pastor de &lt;i style=""&gt;Fome Animal&lt;/i&gt;. Mesmo assim, o cara ainda merece respeito, pelo fato de copiar tanta coisa e ainda conseguir ser original. A imagem da Cherry Darling (Rose McGowan) com uma metralhadora na perna já é icônica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Quem for assistir, vá esperando tudo, menos um filme de terror (que está mais para comédia de ação). O lance é entrar na brincadeira. Ou melhor: comprar a brincadeira. Aí sim você vai se divertir a beça. Mas o longa tem méritos de sobra por resgatar o clima Z das produções trash dos anos 1970 com direto a imagem de má qualidade e tudo mais. Neste ponto eu confesso que amei a brincadeira, afinal, cresci assistindo filmes nos anos 1980 em um cinema quase falido, com assentos de madeira, som mono e projetor antigo. Nostalgia pobre. A trilha sonora do próprio Rodriguez é outro atrativo à parte. Comentário: Robert, meu velho, neste quesito você &lt;b style=""&gt;é o cara&lt;/b&gt;. A abertura é sensacional, a cena em que o Dr. Block (Josh Brolin, perfeito) quer pegar o celular da Dakota (Mary Shelley, insana) é uma mistura perfeita de novela mexicana com os filmes de terror de Dario Argento, o rolo perdido foi uma ótima sacada e a fuga na rodovia é a cena mais hilariante já produzida num filme do gênero - com direito a muita hemoglobina, membros voando e a moto do Mini-Me de Austin Powers (!!). Só o clímax com os exageros rodriguianos típicos que derruba um pouco a qualidade - trash - do longa. De resto, como eu disse, nada de novo. Mesmo assim, você merece o meu respeito, Robert.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;b&gt;NOTA: 8,0&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/735809959660976647-3511973369026322807?l=atimasessodecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/feeds/3511973369026322807/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=735809959660976647&amp;postID=3511973369026322807&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/3511973369026322807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/735809959660976647/posts/default/3511973369026322807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atimasessodecinema.blogspot.com/2008/05/planeta-terror.html' title='Planeta Terror'/><author><name>Rick Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08743403145537919090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/S_qbiHH3QLI/AAAAAAAAAQM/3l8IxYzU-Eg/S220/SDC15213.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lThfmTtjAPU/SCyroMGNF3I/AAAAAAAAAAg/DHaPwzRXka0/s72-c/Planeta+Terror.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
